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WRC

wrc2018O promotor do Mundial de Ralis já definiu o calendário para 2018, com a novidade a ser a intregação do Rali da Turquia.

Será a 10ª prova do Mundial de Ralis de 2018, substituindo a Polónia, argumento o promotor do Mundial de Ralis que a Turquia é uma grande produtor de automóveis, onde se produzem carros da Toyota, Ford e Hyundai.

Será um dos mais compactos ralis da história do Mundial de Ralis, com muitas especiais a começarem e a terminarem perto do parque de assistência.

O Rali da Turquia será disputado entre Marmaris e as montanhas perto de Mugla, com especiais de média velocidade alternado com outras mais duras.

O Rali de Portugal será a 6ª prova do Calendário, disputando entre 17 e 20 de maio. Já apontaste na agenda?

c3r5Criada pela Federação Internacional do Automóvel (FIA) em 2013, a regulamentação R5 provocou o aparecimento de toda uma nova geração de carros de ralis. Destinados às equipas e pilotos privados, estes produtos de custos controlados são frequentemente apelidados de "mini WRC", em muito devido aos seus dados técnicos: quatro rodas motrizes, motor 1.6 turbo com injeção direta e cerca de 280 cv, caixa de velocidades sequencial, etc.

O sucesso da categoria é também explicado pela sua universalidade, dado que os R5 lutam pela vitória no WRC2, no Europeu de Ralis (ERC) e na maioria dos campeonatos nacionais. Pilar do restabelecimento da gama de modelos Competição Cliente da Citroën Racing, o C3 R5 irá, em breve, juntar-se a essas batalhas!

"Foi dado um passo importante esta semana com os primeiros testes de desenvolvimento de uma viatura que está já muito próxima de um produto final," explica Yves Matton, Diretor da Citroën Racing. "O caderno de encargos dado às equipas técnicas é claro: queremos que o Citroën C3 R5 se torne na referência da sua categoria, tanto em termos de performance, como em fiabilidade e no controlo dos custos operacionais.Para criar um produto 100% novo, recorremos a toda experiência da Citroën Racing no WRC, acrescentando-lhe o contributo de fornecedores técnicos de referência, como a Sadev no domínio da transmissão ou a Reiger nas suspensões. Os nossos pilotos oficiais também estarão envolvidos nesse processo de desenvolvimento, estando Stéphane Lefebvre e Craig Breen a conduzi-lo neste primeiro teste, tal como Yoann Bonato, o actual líder do Campeonato da França."

A conceção do Citroën C3 R5 iniciou-se há cerca de um ano. Para além do trabalho realizado pelo gabinete de estudos e cálculos, muitos dos seus componentes mecânicos foram testados, desde o início do ano, em condições reais, nomeadamente através de veículos-laboratório rolantes.

"Nesta primeira saída com uma viatura completa, estamos já muito perto da definição final que será proposta aos clientes. Esses testes realizam-se em terra, num terreno suficientemente variado que permita testar a robustez e iniciar o desenvolvimento das configurações de base", explica Pierre Budar, Diretor de desenvolvimento de veículos de Competição Cliente. "Há uma ligação directa entre o C3 R5 e C3 WRC. Por exemplo, a gaiola do roll-bar de ambos foi projetada pelo mesmo engenheiro. Algumas soluções são partilhadas, embora adequadas às restrições regulamentares e a uma produção em pequenas séries. Também o motor foi desenvolvido em casa, a partir de uma base decorrente do bloco de série, que garantisse o melhor potencial de performance e fiabilidade. Também procuramos trabalhar com os melhores fornecedores, para que, em conjunto, conseguíssemos obter um produto homogéneo, capaz de satisfazer as ambições dos clientes que irão escolher o Citroën C3 R5."

Após esta primeira sessão de testes, a Citroën Racing irá continuar o desenvolvimento do C3 R5, na terra e em pisos de asfalto, para que se possa rapidamente adaptar aos diferentes perfis dos pilotos a que se destina, tornando-se num produto verdadeiramente polivalente. A sua homologação junto da FIA terá lugar em 2018.

tanakvence(RICARDO NASCIMENTO)

Com pouco mais de 50 quilómetros, o derradeiro dia do Rallye Deutschland não teve grandes alterações no top 10, com o líder a controlar os seus adversários e os piores classificados a quererem os pontos da Power Stage.
De qualquer forma foi um grande evento, com dez pilotos diferentes a vencerem troços, reforçando o grande equilíbrio entre máquinas e pilotos numa temporada brilhante no WRC.

Ott Tänak apenas teve de ser rápido sem correr riscos e controlar Andreas Mikkelsen para obter a sua segunda vitória (a primeira em pisos de asfalto), num rally sempre difícil quando chove. Com os 25 pontos ganhos, Tänak ganhou outro animo e vai lutar também pelo campeonato.

Andreas Mikkelsen conseguiu um excelente resultado para si e para a Citroën, num dia em que até ganhou alguns segundos a Tänak, mas era preferível manter o segundo lugar do que deitar tudo a perder.

Sébastien Ogier regressou à liderança do campeonato que era partilhada com Neuville, num dia em que não valia a pena ir atrás de Mikkelsen, preferindo atacar na Power Stage para obter mais 2 pontos extra e ficar com 17 de vantagem para o belga.

Elfyn Evans foi quem mais perdeu no último dia. O britânico falhou uma travagem no inicio da manhã e depois admitiu que não tinha efetuado a melhor escolha de pneus, acabando por baixar duas posições.

Juho Hänninen quis recuperar a quarta posição que tinha sido sua, conseguindo logo no inicio da manhã com o deslize de Evans e depois de vencer o seu segundo troço na Alemanha. O finlandês acabou por ser o melhor piloto da Toyota mas a mais de 1 minuto do pódio.

Craig Breen conseguiu mais um quinto lugar na derradeira especial, depois de dois dias com alguns erros que lhe custaram tempo precioso. O irlandês venceu a penúltima especial e ainda obteve mais 1 ponto na Power Stage, ultrapassando Evans na classificação.

Jari-Matti Latvala foi o piloto mais rápido do dia sem vencer qualquer troço, deu um toque e falhou uma travagem na Power Stage, mas mesmo assim, ainda conseguiu mais 3 pontos extra, para juntar aos do sétimo lugar.

Hayden Paddon começou o dia ainda a dormir e apesar de ter sido rápido no final, não conseguiu quaisquer pontos extra. O neozelandês está a ter um ano difícil, mas prometeu um grande final de temporada nos três últimos rallies.

Armin Kremer conseguiu adaptar-se melhor, na estreia com um dos novos world rally cars e terminar em nono. O piloto local admitiu que queria repetir a experiência depois de se ter divertido muito com o Fiesta.

Com a saída de estrada no primeiro dia, Dani Sordo tinha apenas em mente, obter alguns pontos na Power Stage. O espanhol acabou por vencer o troço e levar os 5 pontos máximos, conseguindo assim, manter o quinto lugar no campeonato.

Depois de dois dias complicados em que resultou num acidente, Esapekka Lappi venceu hoje uma especial e ainda obteve o segundo lugar na Power Stage.

Com o azar de ontem, Thierry Neuville tinha apenas o objetivo de conseguir alguns pontos na Power Stage. No entanto, o belga falhou por completo o que tinha em mente ao cometer pequenos erros que o fizeram sair da Alemanha sem pontos.

Com mais de 1 minuto de vantagem, Eric Camilli teve apenas de levar o Fiesta R5 até ao final, para vencer o WRC2, num bom décimo lugar da classificação geral.
Jan Kopecký subiu à segunda posição depois de liderar grande parte do rally, mas o terceiro lugar para Pontus Tidemand serviu que nem uma luva para se sagrar campeão no WRC2.

Nas duas rodas motrizes, Jari Huttunen dominou desde o inicio e nunca teve adversários, terminando o rally com mais de 2 minutos para o Toyota de Hermann Gassner Jr.
Quanto ao WRC3, a vitória foi para o local Julius Tannert, mas o campeonato foi para o espanhol Nil Solans num ano em que se destacou com o pequeno Fiesta R2T.

VENCEDORES DE TROÇOS:
Jan Kopecký (1); Dani Sordo (5); Ott Tänak (5); Andreas Mikkelsen (2); Thierry Neuville (1); Jari-Matti Latvala (2); Juho Hänninen (2); Sébastien Ogier (1); Esapekka Lappi (1); Craig Breen (1)

LÍDERES DO RALLY:
Jan Kopecký (SS1); Dani Sordo (SS2); Ott Tänak (SS3); Andreas Mikkelsen (SS4 a 6): Ott Tänak (SS7 a 21)
POWER STAGE:
1º Dani Sordo; 2º Esapekka Lappi; 3º Jari-Matti Latvala; 4º Sébastien Ogier; 5º Craig Breen

PRINCIPAIS ABANDONOS:
7 Kris Meeke / Paul Nagle (GB/IRL) Citroën C3 WRC (avaria na SS15)
71 Fabian Kreim / Frank Christian (D) Skoda Fabia R5 (avaria na SS15)
40 Gus Greensmith / Craig Parry (GB) Ford Fiesta R5 (radiador na SS18)

PONTUAÇÕES
WRC PILOTOS
1º Ogier (177); 2º Neuville (160); 3º Tänak (144); 4º Latvala (123); 5º Sordo (89); 6º Evans (87); 7º Breen (64); 8º Hänninen (58); 9º Paddon (55); 10º Lappi (49); 11º Mikkelsen (39); 12º Meeke (31)

WRC2 PILOTOS
1º Tidemand (133); 2º Camilli (77); 3º Veiby (68); 4º Kopecký (67); 5º Suninen (60); 6º Gilbert (55); 7º Mikkelsen (50); 8º Tempestini (46); 9º Guerra (44); 10º Loubet (35)

WRC3 PILOTOS
1º Solans (119); 2º Ciamin (80); 3º Tannert (70); 4º Astier (68); 5º Radstrom (51); 6º Folb (42); 7º Brazzoli (31); 8º Name (29); 9º Van Way (24); 10º Panzani (18)

WRC CONSTRUTORES
1º M-Sport (325); 2º Hyundai (261); 3º Toyota (213); 4º Citroën (163)

CLASSIFICAÇÃO TERCEIRO DIA
finalalemanga17

 

fiestjaoaA estreia do novo Ford Fiesta N5 da RMC numa prova do Campeonato Mundial de Ralis FIA - WRC, vai ser feita pela mãos da dupla portuguesa João Fernando Ramos e Jorge Carvalho no Rali da Catalunha no início de Outubro.

É uma das notícias que marcará a prova espanhola, que propiciará desde logo negociações e contratações no grupo dos principais pilotos.

"É uma honra, e um tremendo desafio estrear este carro numa prova do Mundial de Ralis" confessa João Fernando Ramos." ...é igualmente uma imensa prova de confiança da RMC que tem sido a nossa equipa no mundial nos últimos anos, e com quem estamos muito satisfeitos, e agora agradecemos esta escolha e oportunidade."

A equipa está já a preparar intensamente o regresso ao WRC, e deverá efectuar um teste com o novo carro antes da prova.

O Ford Fiesta N5 é animado por um propulsor com 300 cavalos de potência, extraídos de um bloco com 1.600cc e turbo-compressor, caixa de velocidades sequencial de 5 marchas e uma relação de diferenciais totalmente nova que também o distingue dos mais comuns carros da categoria R5, como o que foi utilizado pela equipa no Rali de Portugal em Maio último.
Em velocidade de ponta esta carro será mesmo capaz de atingir velocidades superiores face aos atuais Fiesta R5.

"Vamos aprender o carro, aproveitando todos os quilómetros do Rali da Catalunha para tirar o máximo prazer de estar numa prova destas com um carro que se apresenta já como algo fabuloso".

O Rali da Catalunha é a única prova do WRC com um dia em piso de terra batida, e os restantes dois em piso de asfalto, sendo mesmo considerado um dos mais exigentes do circuito mundial.

tanak17dia2al(POR RICARDO NASCIMENTO)

O sol brilhou no segundo dia do rally, tornando os troços mais rápidos e dar mais confiança à maioria dos pilotos, com excepção nas zonas sombrias, onde alguma lama requeria cuidados redobrados.

Ott Tänak voltou a estar em grande nível no segundo dia, ao ser o mais rápido em mais dois troços e dilatar a vantagem para Andreas Mikkelsen para 21,4s após um pião e deixar motor calar-se e e de novo no arranque para uma especial.

Thierry Neuville teve problemas logo na primeira especial, ao cortar uma curva simples, mas a suspensão cedeu de alguma forma, deixando o piloto parado após a primeira especial do dia.

Apesar de só ter vencido uma especial, Sébastien Ogier foi o piloto mais rápido do dia (-0,1s do que Tänak), aproximou-se de Mikkelsen mas o norueguês conseguiu defender-se no final do dia, estando os dois separados por 8,2s.

Elfyn Evans fez um pião, deixou Juho Hänninen aproximar-se e até perder uma posição para o finlandês. Mas o Toyota não quis colaborar com o piloto, ao ter de disputar as duas últimas especiais com um amortecedor partido, regressando à quinta posição a 4,2s de Evans.

Craig Breen voltou a cometer alguns erros que o fizeram perder tempo para Hänninen e deixar Latvala aproximar-se. No entanto, Jari-Matti sofreu um furo lento no Yaris na grande especial do rally e perder mais de 1 minuto.

Hayden Paddon furou no inicio do dia, mas sentiu-se mais confiante com os pisos secos, mantendo a oitava posição a 26,4s de Latvala.

Kris Meeke esteve melhor no segundo dia, ao averbar alguns tempos interessantes em conjunto com Mikkelsen, mas o britânico viria a ficar parado com uma avaria na bomba de água do Citroën.

Esapekka Lappi teve duas saídas de estrada e um furo, mas o acidente de ontem não saia da cabeça do piloto e isso notou-se no cronómetro.

Dani Sordo (esteve muito rápido ao regressar em rally2, vencendo três especiais. Não fosse o deslize de ontem, o espanhol poderia estar em luta com os mais rápidos.

Pontus Tidemand, Jan Kopecký e Teemu Suninen perderam todos muito tempo com furos, mas Eric Camilli evitou esse tipo de problemas, passando a ser o novo líder do WRC2.

VENCEDORES DE TROÇOS:
Jan Kopecký (1); Dani Sordo (4); Ott Tänak (5); Andreas Mikkelsen (2); Thierry Neuville (1); Jari-Matti Latvala (2); Juho Hänninen (1); Sébastien Ogier (1)
LÍDERES DO RALLY:
Jan Kopecký (SS1); Dani Sordo (SS2); Ott Tänak (SS3); Andreas Mikkelsen (SS4 a 6): Ott Tänak (SS7 a 17)

PRINCIPAIS ABANDONOS:
7 Kris Meeke / Paul Nagle (GB/IRL) Citroën C3 WRC (avaria na SS15)
5 Thierry Neuville / Nicolas Gilsoul (B) Hyundai i20 coupe WRC (suspensão após SS9)
71 Fabian Kreim / Frank Christian (D) Skoda Fabia R5 (avaria na SS15)
45 Yoann Bonato / Benjamin Boulloud (F) Citroën DS3 R5 (avaria na SS17)

CLASSIFICAÇÃO SEGUNDO DIA
alemanhadia217