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madeiralogoTroços e horários Rali Vinho Madeira 2020.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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O PRIMEIRO APÓS....

Que disparate.... recomenda-se distanciamento social... confinamento.... afastamento---- morte lenta... etc e estes gajos a fazer ralis na Beira-Baixa....que afronta... IDIOTAS !!!!
Pois é foi o primeiro após a invasão do planeta terra
COVIDS invisíveis do planeta COVID vieram em Dia D "de invasão" e estropiaram, incapacitaram e, manietaram a mais avançada civilização, como se de uma construção na areia se tratasse destruída pelo aproximar da maré cheia
Feriram de morte física e psicologicamente a raça humana e feriram de morte as economias
Pararam o Mundo
E não é que já estávamos todos avisados...
Durante este terrível período de isolamento, até me deu para ligar a televisão, e deparei-me a ver um filme de seu nome "CONTÁGIO" realizado á mais ou menos dez anos e que conta toda a história como se fosse hoje... IMPRESSIONANTE !!!!
E não é que já estávamos avisados...
Mas nunca queremos acreditar que não é só aos outros que acontece, pois com a globalização o outro lado do mundo é já aqui ao lado...
Foram-se negócios, projetos, empregos, ideias e que rapidamente foram substituídos por medo, incerteza e solidão...
... E quando vai isto acabar...?
::: Como vai ser o futuro...?
Será que a vida em sociedade nunca mais vai voltar a ser o que era ?
E de repente tudo ruiu.... Nem trabalho....nem lazer...
E o nosso desporto do coração também foi atingido mortalmente....
Pararam todas as atividades a nível Mundial... Anuladas provas fundamentais como o nosso Rali de Portugal e os grandes Campeonatos Internacionais
E passados três meses.... A luz ao fundo do túnel
Alguma abertura, regras mais apertadas e vamos lá tentar fazer um baile de máscaras para ver como corre...
Renasceu a esperança, voltaram os sorrisos... ia haver o Rali de Castelo Branco
E a rapaziada da Escuderia, sem se poupar a esforços, quis montar um aprova acima de qualquer suspeita
Inscrições online
Verificações administrativas on line
Verificações técnicas com a presença apenas de um único elemento da equipa
Restrição de entrada a público e viaturas no Parque de Assistência
Eliminação do Shakedown, Qualyfing e da Superespecial
E de repente entre Campeonato de Portugal de Ralis, Clássicos e GT e ainda do Campeonato Regional a Escuderia de Castelo Branco teve quase 100 inscritos e foi obrigada a limitar as inscrições.
Tinha-se instalado a Fome de Ralis
E num traçado bonito, a que já nos habituou, foi desenhada esta prova, que chamou público e atenção mas resguardando sempre as indicação de segurança em termos de saúde, para que o renascer das cinzas não tivesse um fim anunciado
E num fim de semana de Calor Extremo a capital da Beira-Baixa foi invadida no Sábado e no Domingo (4 e 5 de Julho) por temperaturas máximas de 42º que tornaram tudo muito complicado para pilotos e máquinas
E eu, com 64 anos, a caminho rápido dos 65, idade que já me devia dotar de algum juízo, lá estava cantando e rindo, para, no meu caso participar na segunda prova do Campeonato de Portugal de Clássicos.
A primeira, o Rali da Bairrada, na região de vagos, anunciou a chegada dos invasores...
...esperemos que este tenha o condão de os mandar embora...!!!
E eu, gordo que nem um abade....agora com alguma desculpa para a inatividade dos últimos meses, estava pronto para envergar o meu instrumento de tortura
Meias, collants, t-shirt de material ignífugo
Fato de competição de três camadas (que ainda não pesei por respeito a mim próprio)
Sistema Hans, Balaclava, Capacete e Luvas tudo bem apertado com cintos de segurança de 6 apoios, e aí estávamos prontos a embarcar na "viagem ao centro da terra"... (só pela indumentária e pelo calor)
O suor a escorrer em bica, fazendo arder os olhos e a embaciar os óculos, o ar irrespirável dentro de uma viatura com dois retângulos a servir de janela e a quem roubaram o ar condicionado, era no mínimo uma cena digna de qualquer parágrafo de Dante
Mas o nosso corpo, e isto é bem verdade, tem um poder de adaptação e de resiliência extraordinário, e lá fomos especial atrás de especial cumprindo cada um das sete que compunham o Rali
E parece-me que sempre valeu a pena ter reclamado intensamente o ano passado por o Campeonato de Portugal de Clássicos Ralis não ter um percurso igual ao do Campeonato de Portugal de Ralis... é que este ano - finalmente - o percurso é o mesmo - aliás como se impunha e era justo.
Mas, "no melhor pano cai a noda" e desde que fizemos o reconhecimento do percurso, há 8 dias, que nos apercebemos que se a organização nada fizesse para proteger as bermas das especiais, e com a continuação dos treinos e do rally , este rapidamente se iria tornar num, belo rally de terra, para o qual toda a gente apetrechou os seus carros com pneus de asfalto.
Se outra solução não houvera, estamos convencidos que com alguma paciência, tempo e vontade, teria sido possível, com baixo custo, delimitar as bermas mais importantes e que antecipadamente já sabíamos que iriam invadir o asfalto da especial, com umas varas de aço (iguais às usadas na cofragem da construção civil) e que funcionariam como elemento dissuasor, permitindo, no entanto que o Rali fosse de asfalto e não este misto de qualquer coisa, que o tornou muito mais perigoso.
E depois no final, a entrega de prémios foi abolida, e muito bem, tendo a organização entregue troféus iguais a todas as equipas, e que só com a legenda com a classificação que será enviada pelo correio para cada piloto, se tornarão efetivamente os troféus que cada um conquistou.
Mas se a entrega de prémios e o pódio final foi abolido, porque é que todos os carros tiveram de passar no pódio, com o piloto e o navegador a saírem da viatura e a serem entrevistados?
Faria diferença nessa altura entregar os troféus personalizados a cada um ?
Há ideias que por serem tão boas e tão inovadoras, não passam disso mesmo, sendo apenas realidade virtual.... Valeu a pena pela intenção !!!
E posto isto, apenas nos resta dizer que lá fomos arrastando o nosso esqueleto bem quentinho, pelas especiais, tendo como prémio uma vitória no Grupo 2-H75 e o quarto lugar da geral, que se tornou em segundo, pois um dos concorrentes que ficaram á nossa frente estava em Rali 2 e o outro não estava sequer inscrito no Campeonato, e por esse motivo não pontuaram.
Assim ao fim de duas provas, lideramos a competição à Geral e o Grupo 2-H75....
.... e candeia que vai à frente...
Uma palavra final para o muito público que compareceu à chamada, mas sempre com distâncias sociais asseguradas para que não se possa dizer...
Ralis... Que Disparate...Parem lá com isso !!!
Victor Calisto

gilcbA dupla aruilense Gil Antunes e Diogo Correia estrearam o novo e exclusivo projeto Dacia Sandero R4 no Rali de Castelo Branco, um Rali que não deu tréguas.

A juventude do Dacia Sandero R4 não colaborou, mas não foi suficiente para a desistência desta dupla, uma vez que ao longo do fim-de-semana não faltou a luta pela melhoria.

O Dacia Sandero R4 é uma novidade não só no Campeonato Português de Ralis, como também é uma novidade na Europa e foi essa juventude que dificultou a vida a Gil Antunes e Diogo Correia, que se depararam com problemas de aquecimento ao longo de todo o Rali de Castelo Branco.

No sábado, Gil Antunes e Diogo Correia souberam que não iam ter a tarefa facilitada, não só por estarem pela primeira vez no CPR com um automóvel de tração integral, mas também porque se avistava um dia de temperaturas elevadíssimas, que iria colocar à prova a mecânica do Dacia Sandero R4.

Os problemas não tardaram, uma vez que o sobreaquecimento do intercooler e radiador obrigava à desativação do "ALS – Anti Lag System", provocando enormes perdas de potência. A questão não está a ser simples de resolver, uma vez que a canalização do ar para o radiador não basta para solucionar a mesma.

Em todos os parques de assistência, a Domingos Sport Competição trabalhou arduamente na abertura da grelha dianteira, com o objetivo de melhorar o fluxo de ar para o radiador, o que melhorou substancialmente a refrigeração do motor. Apesar dos esforços, a história voltou a repetir-se no Domingo com perdas de potência, entradas em modo de segurança e desativações sucessivas do "ALS", devido ao sobreaquecimento do intercooler.

Com todos os contratempos, Gil Antunes e Diogo Correia conquistaram o 1º lugar na categoria R4 e 13º lugar à geral.

Nos meses que se seguem, Gil Antunes e Diogo Correia vão continuar a trabalhar na resolução das questões técnicas do Dacia Sandero R4, em conjunto com a Domingos Sport Competição, esperam uma melhoria significativa já para o Rali da Madeira.