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Açores sai do Europeu em

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O organização do Azores Rallye emitiu um comunicado dando conhecimento que esta prova não fará parte

Sexta, 23 Setembro 2022 Comente

Eventos

Rui Madeira no Rallylege

Image - Rui Madeira no Rallylege

Em San Marino, o consagrado piloto português estará aos comandos de uma das unidades da equipa de fá

Terça, 4 Outubro 2022 Comente

Nacional

Fotos Rallye Südliche We

Image - Fotos Rallye Südliche We

Fotos: MARC HILGER (Proíbida a reprodução de fotos sem indicação da fonte)Evento: Rallye Südliche We

Segunda, 26 Fevereiro 2018 Comente

WRC

Fotos Rali de Portugal 2

Image - Fotos Rali de Portugal 2

Fotos Rali de Portugal 2022 (Dia 2)

Sábado, 21 Maio 2022 Comente

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trfA The Racing Factory (TRF) quer recuperar o título nacional de ralis com Armindo Araújo, voltar a vencer com Miguel Nunes na Madeira e melhorar os resultados dos pilotos da equipa no ERC. Aloísio Monteiro, CEo da The racing Factory, desvenda ainda os planos da equipa para entrar na velocidade e no todo-o-terreno, anunciando a vontade de estar no Mundial de Ralis daqui a dois anos.

Nascida em 2018, a TRF tem-se assumido com uma das mais bem-sucedidas estruturas técnicas portuguesas dedicadas em exclusivo ao desporto motorizado. Sediada em S. Paio de Oleiros, no concelho de Santa Maria da Feira, estreou-se na época de 2019 vencendo, por equipas, o Campeonato Nacional de Todo-o-Terreno/SSV. No início de 2020, inaugurou as atuais instalações e, desde aí, vincou bem o seu espírito ganhador.

Num curto período de tempo, a TRF contribuiu já para a conquista de vários títulos, entre eles o Campeonato de Portugal de Ralis de 2020, com Armindo Araújo e o Campeonato da Madeira de Ralis de Coral 2020 e 2021, tendo Miguel Nunes como piloto de serviço. Em termos internacionais, o espanhol Pep Bassas levou um Peugeot 208 Rally4 preparado pela TRF ao 2º posto no ERC3.

E quem é Aloísio Monteiro? É um autêntico "globetrotter". Dividindo a sua base familiar e de trabalho pelas cidades do Porto e de Detroit, dedica-se de corpo e alma à família e ao portfólio de negócios que lidera, salientando-se a sua imensa experiência global enquanto gestor de topo na indústria automóvel.

Alia essa trajetória de sucesso na indústria ao seu amor ao Motorsport. A sua ligação surge desde bem cedo, participando em eventos de motociclismo, ralicross, todo-terreno e ralis.

Em 2008, participou em seis ralis, como navegador de Manuel Inácio num Citroen C2 GT, passando no ano seguinte a navegar Miguel Campos num Renault Clio R3, piloto com quem se manteve em 2010 num Ford Fiesta S2000 e onde se consagra campeão nacional.

Em 2015 passou para o volante de uma viatura de ralis. Aloísio Monteiro, navegado por Sancho Eiró, participou em três provas ao volante de um Renault Clio R3. Em 2016 inicia a sua primeira experiência além-fronteiras, competindo na Clio R3T Iberian Trophy, onde, no ano seguinte, se sagrou vice-campeão.
Dois anos depois, aos comandos de um Škoda Fabia R5, aposta na sua primeira experiência no European Rally Championship, onde se mantém até aos dias de hoje, já ao volante de um Škoda Fabia Rally2.

2022 EM GRANDE

E, no início de mais uma época, fomos falar com o líder da The Racing Factory para conhecer os planos da estrutura para 2022.

Aloísio Monteiro não esconde que "voltaremos a ter objetivos muito ambiciosos nos ralis. Estaremos em várias frentes e com um único foco: vencer. Para além de queremos renovar o título madeirense pelo terceiro na consecutivo, é nosso propósito e dever lutar para vencer nas frentes em que, em 2021, tudo fizemos para triunfar, mas não conseguimos. E isto vale tanto para o panorama nacional como para as competições internacionais".

O naipe de pilotos que confiam na estrutura aumentou para 2022. A Armindo Araújo, Pep Bassas, Miguel Nunes, Rafael Botelho, Ernesto Cunha, Juan Carlos Alonso e ao próprio Aloísio Monteiro, juntaram-se, até ao momento, Pedro Almeida, Paulo Roque, Yago Gabeiras e Alex Espanhol, bem como outros dois pilotos estrangeiros que farão ralis esporadicamente.

Mas isso não forçou a TRF a "grandes alterações na gestão e na área técnica. No entanto, apostamos em acrescentar à nossa equipa alguns elementos novos para gestão de alguns novos projetos e para que os nossos serviços seja cada vez mais capazes de proporcionar tudo o que é necessário".
E que serviços são esses que tanto atraem candidatos?
O homem forte da TRF defende que "quando nos apresentámos no mercado, quisemos marcar a diferença, contruindo uma estrutura com recursos humanos, técnicos e logísticos capazes de desenvolver atletas de alto rendimento nesta área, numa perspetiva de 360 graus, trabalhando com os pilotos na sua gestão de carreira, abordando aspetos tão diversos mas complementares, como a busca de patrocínios, gestão da imagem e redes sociais, gestão física , mental , profissional , espiritual e alimentar e, obviamente, coaching de melhoria da sua performance como piloto".
Como tal, não esconde que "tenho a noção de que esta abordagem nunca poderia ser feita tendo o mercado português como único destino. Por isso e desde o primeiro momento que quisemos internacionalizar, mesmo para fora da Europa e estamos cientes que a breve prazo teremos pilotos apoiados por nós provenientes do Médio Oriente, da Ásia e da América do Sul. O futuro da TRF é risonho e iremos cumprir toda a nossa ambição continuando a fazer jus ao nosso cognome de Fábrica de Campeões!".

Voltando a 2022 e quando questionado se assume também a candidatura ao título principal no ERC, o líder da equipa portuguesa "diz "que esse é um objetivo que queremos concretizar no futuro. Tínhamos um plano estruturado a 3 anos, juntamente com o Rally Team Spain, para levar o Pep Bassas até ao topo do ERC. A The Racing Factory esforçou-se muito em 2021 e os bons resultados alcançados permitiam pensar que o projeto teria tudo para vingar. Na sequência, começamos a trabalhar arduamente para 2022 e, quando tudo estava alinhado, na semana passada recebemos um email a informar que a ligação da equipa espanhola tinha terminado, sem mais nenhuma explicação. Lamentamos o esforço, dedicação e trabalho que dedicamos ao Rally Team Espanha. Só me resta no futuro aprender que com este tipo de pessoas não se deve traçar projetos desta natureza!".

A TRF tem sido casa de sucesso para pilotos portugueses e estrangeiros de ralis. Essa confiança internacional advém, diz Aloísio Monteiro, do modelo de trabalho da estrutura: "neste sector de mercado, como sempre referi, as estruturas portuguesas são referência pela qualidade de serviço e pelos técnicos cujo talento é elevado. Pilotos e equipas cada vez mais vão buscar as melhores soluções de acordo com os objetivos que traçam. E escolhem as estruturas de assistência e apoio técnico independentemente da sua localização. Por outro lado, e dada a nossa estratégia, temos de estar preparados para proporcionar um trabalho de alta qualidade a todos, sabendo que hoje teremos pilotos de ponta portugueses como o Armindo Araújo, mas que amanhã podemos vir a ter um jovem da China ou de outra latitude!".

Por outro lado, o homem forte da TRF realça que "as estruturas como a nossa não podem ter o cerne do seu foco apenas nos pilotos. Estamos num momento de grande mudança tecnológica e no futuro próximo a nossa competitividade vai também ser posta a prova quanto à capacidade de investimento que advém da introdução de novas soluções, como os carros híbridos e elétricos na competição. Rigor e disciplina financeira serão fundamentais para assegurar capacidade para podermos enfrentar os investimentos que nos serão colocados. E vamos estar prontos para isso!".

Voltando a 2022, os ralis vão continuar a ser o "prato principal" da atividade da TRF. Mas a época que agora se inicia traz uma novidade. Aloísio Monteiro confirma que "vamos estar na velocidade. Adquirimos um Porsche 997 GT3 Cup e competiremos na Porsche GT3 Cup Portugal e, tudo indica, no Campeonato de Portugal de Velocidade, com dois pilotos, estando ainda a decorrer o processo de seleção. O projeto esteve para arrancar na época passada, mas a situação pandémica e a necessária contenção económica, forçou-nos a adiar para este ano a nossa entrada na modalidade".

A expansão irá ter continuidade. 2023 será o ano em que, segundo Aloísio Monteiro, a The Racing Factory "entrará novamente no Todo-o-Terreno e, desta feita, de forma muito intensa. E também aqui, a ambição é internacional. Queremos estar presentes em várias frentes, incluindo no Dakar, pois é nosso propósito estar na prova máxima da modalidade em 2024!".

entregayaristoyotaAs primeiras unidades da Toyota GR Yaris RZ Cup adquiridas pelos pilotos e equipas para disputar a primeira edição daquela que será uma das taças promocionais de referência em ralis durante este 2022, a TOYOTA GAZOO Racing Iberian Cup, foram entregues, com a presença de equipas portuguesas.

Antes da entrega das chaves, os pilotos e chefes de equipa acima mencionados receberam toda a informação técnica, documentação e aconselhamento de Francisco Gutiérrez, o engenheiro responsável pelo desenvolvimento do GR Yaris. A palestra técnica foi acompanhada por Nacho Pérez Puente, da PAGID Racing, e Enrique García Ojeda, ex-piloto de rali e hoje chefe da KRS, empresa encarregada de desenvolver o sistema de suspensão para terra e asfalto.

Precisamente, os presentes concordaram em destacar as suspensões como um dos pontos fortes do Toyota GR Yaris RZ. Cada unidade entregue foi equipada com o kit de terra, pois os quatro primeiros testes serão realizados nesta superfície. Concretamente, o Rali dos Açores – 25 e 26 de março – ficará encarregue de dar o sinal de partida a este novo campeonato, que se apresenta como uma oportunidade para todos os pilotos que queiram continuar a progredir na carreira desportiva.

Todos concordaram em destacar os benefícios do Toyota GR Yaris RZ e destacaram como pontos mais importantes: a tração nas 4 rodas, os 262 CV do motor 1.6 Turbo e o chassi. Não se deve esquecer que a versão de estrada foi desenvolvida em parte pelos pilotos oficiais da TOYOTA GAZOO Racing. Por esta razão, grande parte dos elementos de série são mantidos na versão de corrida, algo que sem dúvida ajudará a conter os custos de manutenção.

Entre todos estes elementos, a tração integral GR-FOUR será um dos aspetos que fará a diferença face a outras taças de promoção, já que a TOYOTA GAZOO Racing Iberian Cup é a única taça de promoção que oferece um automóvel com estas características.

Além dos carros, também foi entregue a tenda sob a qual cada unidade ficará localizada nos diferentes parques de assistência, a cerca de separação, as arquibancadas para manter o carro elevado, o kit de asfalto – composto por pneus e suspensões – também foi entregue, e os pneus Michelin com os quais o troféu será disputado.

Além disso, com a inscrição na taça serão fornecidos: fato, botas, luvas e vestuário ignífugo para piloto e co-piloto.

Entre os pilotos que estiveram presentes na assinatura do contrato de aquisição do automóvel, destaca-se a presença dos experientes Fran Cima e Dani Berdomás, bem como Kevin Reimann, de apenas 17 anos, que vê a TOYOTA GAZOO Racing Iberian Cup como um grande oportunidade de chegar ao topo do mundo do rally.

Esta nova copa monomarca da Toyota e MSi vai distribuir € 268.000 em prémios, dos quais € 26.750 serão atribuídos em cada rali, mais € 1.000 adicionais para o melhor jovem piloto (menos de 24 anos), e outros € 46.000 são reservados para o 3 primeiros na classificação geral, no final do ano.

opelA Opel e os ralis estão ligados por uma longa história. Presentemente, um Corsa-e Rally 100% elétrico a deslizar nas curvas na série ADAC Opel e-Rally Cup é uma visão com descendência direta dos lendários automóveis e pilotos de ralis da Opel das décadas de 1970 e 1980. Após os sucessos do Kadett GT/E e do Ascona A, o ponto alto surgiu na temporada de 1982, ano em que Walter Röhrl conquistou o título de Pilotos do Campeonato do Mundo de Ralis, aos comandos de um Opel Ascona 400 de tração traseira, face à forte concorrência com tração às quatro rodas. Apesar dos notáveis feitos de engenharia da época, foi essencial contar com um piloto muito especial para tornar o sonho do título numa realidade.

Hoje, exatamente 40 anos após esses sucessos no Opel Ascona 400, o brilhante piloto bávaro comemora mais um grande aniversário. A 7 de março de 2022, Walter Röhrl - descrito no "Opel Rally Story" como o "tático, lutador e estratega de aço, adorado pelos seus fãs e temido pelos seus adversários" – irá completar 75 anos, pelo que a Opel diz: "Parabéns, Walter Röhrl!"

A década de 1970: Opel e Röhrl celebram os primeiros sucessos

Nascido em Regensburg em 1947, Walter Röhrl é fã de desporto desde tenra idade: futebol, remo, esqui e, acima de tudo, o desporto motorizado. "Fazer ralis, mais do que competir em circuito" foi uma decisão consciente para o jovem bávaro. Em 1973, então com 26 anos, Röhrl já conduzia para a Opel, tendo Jochen Berger como navegador, tendo a dupla vencido o Campeonato Europeu de Ralis no ano seguinte. O automóvel que os levou ao título foi um Opel Ascona A, de fábrica. No ano seguinte, Röhrl venceria o seu primeiro rali do Campeonato do Mundo, também o primeiro para a Opel. O talentoso jovem piloto e a marca rica em tradição separaram-se em 1977, sendo que, nessa altura, ninguém suspeitaria que o maior triunfo desportivo conseguido em conjunto estava ainda por acontecer.

"Missão Monte Carlo": Vitória na ronda de abertura do WRC

Foi em 1982 que Walter Röhrl regressou à Opel. Com Jochen Berger, então, como Chefe de Equipa do departamento de competição da Opel, o seu novo copiloto seria Christian Geistdörfer, ele que também deu um contributo decisivo para o sucesso da denominada "Missão Monte Carlo". Com o Opel Ascona 400, a equipa liderada pelo Engenheiro-Chefe Karl-Heinz Goldstein concebeu um automóvel de ralis considerado, na altura, como uma das máquinas mais fiáveis. O automóvel de tração traseira com uma potência máxima de 191 kW/260 cv (ver informações adicionais no final do texto) foi perfeitamente afinado para o que piloto Röhrl pudesse provar as suas capacidades contra o Audi Quattro de tração integral na então 50ª edição do Rali de Monte Carlo.

Na biografia "Aufschrieb" de Röhrl, Goldstein descreve como foi relevante a combinação de um automóvel de capacidades comprovadas com as de um piloto determinado. "Antes da última noite, ele tinha uma vantagem de apenas 31 segundos sobre o Audi do Hannu Mikkola. O Walter decidiu, depois, que o Col de Madonne seria o ponto em que queria decidir o rali. Nessa noite, apostou tudo nessa classificativa e percorreu o "Madonne" sempre no limite, deitando por terra as pretensões do Hannu". Röhrl ganhava o lendário "Monte" pela segunda vez, a primeira com a Opel, no que foi um início perfeito para a época do Mundial de Ralis de 1982.

Rali da Costa do Marfim: Um duelo tenso até ao final

Esse Campeonato do Mundo de Ralis de 1982 transformou-se num verdadeiro thriller nas rondas seguintes, algo que é, ainda hoje, relembrado por muitos. O duelo fez-se entre Röhrl, no Opel Ascona 400, e Michèle Mouton, num Audi Quattro. Sabendo que os automóveis de rali com tração às quatro rodas tinham vantagem sobre a neve, terra e superfícies soltas, Röhrl, um estratega com nervos de aço, esperou pelos momentos decisivos para marcar pontos com o seu Opel.

O plano compensou. Na que foi a penúltima ronda desse campeonato, o Rali da Costa do Marfim, com 5.000 quilómetros e que, definitivamente, não era um dos eventos favoritos de Röhrl, decidiu-se o título mundial de Pilotos. Enquanto o Opel Ascona 400 funcionou sempre sem problemas, imune aos exigentes esforços que lhe eram pedidos, os seus adversários não se destacaram tanto pela fiabilidade. Ou como Klaus Buhlmann comenta em "The Opel Rally Story", "O resultado deste Campeonato do Mundo, no entanto, pareceu justo. A Opel alcançou duas vitórias em ralis do mundial e a Audi conseguiu sete. Mas enquanto Mikkola e Mouton falharam, várias vezes, de uma forma espectacular, Röhrl venceu com a fiabilidade de um computador. O seu recorde de terminar classificado em excelentes posições é único na história deste desporto e merece o mais alto reconhecimento. Certamente, o sucesso de um piloto invulgar, mas seguramente, também, os méritos de uma boa equipa e do Opel Ascona 400, provavelmente o automóvel de ralis mais fiável da sua época!" Com esta combinação única, a Opel e a dupla Röhrl/Geistdörfer prevaleceram com sucesso contra o Quattro de tração integral e garantiram o título de Pilotos do Campeonato do Mundo de Ralis, somando 109 incontestáveis pontos.

Discurso claro, focado, bem-sucedido: A pessoa por detrás do piloto Walter Röhrl

Walter Röhrl é famoso pelo seu perfecionismo, bem como por ser muito direto no seu discurso. Ele queria simplesmente provar que era o melhor piloto de ralis do mundo, ao volante de qualquer automóvel. Enquanto outros pilotos tinham, por hábito, ficar a conversar ou a fumar na zona das assistências, ele permanecia no seu automóvel a estudar as notas para a especial seguinte. Como piloto, Röhrl é idolatrado por fãs do desporto motorizado em todo o mundo. Como desportista intransigente, sem medo de exprimir a sua opinião, goza do maior respeito dos seus pares. A sua personalidade fica, provavelmente, bem resumida pelas palavras de um dos seus contemporâneos, o ex-piloto e Diretor do departamento de competição da British Leyland, John Davenport, que o descreveu, em 2002, na revista "Motor Sport", como uma poderosa mistura: "Uma mistura muito especial de sublime talento, foco inabalável e brutal honestidade."

Parabéns pelo 75º aniversário, Walter Röhrl!

Opel Ascona 400 Grupo 4 – Campeonato do Mundo de Ralis de 1982

Carroçaria: Versão de duas portas
Motor: Quatro cilindros a gasolina, diâmetro x curso: 95 mm x 85 mm, 2.420 cc de cilindrada, dupla árvore de cames à cabeça, cabeça em alumínio do tipo crossflow, 16 válvulas, dois carburadores duplos Weber, ignição eletrónica Bosch, lubrificação por cárter seco
Potência e binário: Potência máxima de 191 kW/260 cv @ 7,000 rpm,
Binário máximo de 280 Nm @ 5,500 rpm
Transmissão: Caixa manual Getrag de 5 velocidades, embraiagem de prato único, diferencial de deslizamento limitado, relação final 3.18:1-5.3:1
Velocidade máxima: 225 km/h (consoante a relação final)
Suspensão dianteira: Triângulos duplos, molas helicoidais, barras estabilizadoras,
amortecedores a gás Bilstein
Suspensão traseira: Eixo multibraços 5-link, molas helicoidais,
amortecedores a gás Bilstein
Travões: Circuito duplo com discos ventilados nas quatro rodas,
distribuição de força de travagem ajustada pelo piloto,
diâmetro à frente 290 mm, diâmetro atrás 278 mm, travão de mão hidráulico
Direção: Pinhão e cremalheira
Rodas: Jantes de liga leve Opel de 15"; Pneus Michelin com largura entre 5 e 10" consoante as condições
Sistema elétrico: Tensão de 12 V com gerador de elevado desempenho
Habitáculo: Bancos Recaro, cintos de segurança de seis pontos, extintor, depósito de combustível reforçado na bagageira
Peso: Aproximadamente 1,050 kg, sem tripulação

COMUNICADO OPEL

 

YARISA TOYOTA GAZOO Racing Iberian Cup, que terá o seu primeiro rali no último fim-de-semana de março, nos Açores, continua a trabalhar afincadamente. Em mais um dia de testes, foi agora escolhido qual será a referência dos pneus Michelin a ser usado nas provas de terra, depois de terem sido testados cinco diferentes compostos.

Adicionalmente, este dia de testes serviu para proporcionar aos pilotos potencialmente interessados em adquirir um dos Toyota GR Yaris, a oportunidade de pilotarem a unidade de teste. Assim, foram acrescentados mais de 100 quilómetros, aos mais de 10.000 que já se encontravam acumulados até este momento.

Os pilotos presentes foram unânimes nos elogios à boa base que o GR Yaris RZ possui para a competição em ralis, como confirma o jovem mas experiente piloto espanhol Dani Berdomás: “é um carro muito neutro, fácil de conduzir, e que foi muito bem idealizado face às suas possibilidades de satisfazer tanto os pilotos mais experientes, como aqueles com menos experiência. O Toyota GR Yaris ser um modelo de tração às quatro rodas é um ponto tremendamente positivo, especialmente em ralis de terra batida. Este aspeto, tendo em conta a formação de um piloto que pretende continuar a progredir na sua carreira desportiva é importante e, destaco por um lado os 268.000€ que vão ser distribuídos em prémios e, por outro lado as provas escolhidas para o calendário do troféu."

Outras virtudes que foram destacadas pelos participantes no dia do teste, foram a agilidade que este modelo demonstra ao longo de um percurso variado com diferentes tipos de curvas, bem como o binário que o motor possui.

Estas características positivas somam-se a um calendário com duas provas programadas que integram o Campeonato do Mundo FIA de Ralis (WRC), uma outra do Campeonato da Europa FIA (ERC) neste caso o Rali dos Açores, e ainda o rali Princesa das Astúrias. No total, serão realizadas quatro provas em terra batida e outras quatro em asfalto, entre Espanha e Portugal, nesta que é a primeira edição da TOYOTA GAZOO Racing Iberian Cup.

Até o momento, 30 unidades foram fabricadas. Cada uma exigiu em média 381 horas de trabalho para permitir obter os melhores resultados em termos de fiabilidade e desempenho.

Os engenheiros da MSi, responsáveis pelo desenvolvimento do Toyota GR Yaris RZ que será a base deste novo troféu monomarca, mostraram-se satisfeitos no final do dia de testes pelos resultados obtidos e pelo bom comportamento do carro.

As primeiras unidades do Toyota GR Yaris RZ serão entregues na sexta-feira, 18 de fevereiro às equipas que já efetuaram a sua reserva. Os pilotos e equipas interessados em competir no troféu, podem realizar todo o processo de inscrição entrando em contato com a MSi através da página www.toyotagazooracingiberiancup.com

208Quem sucede a Alejandro Cachón / Alejandro 'Jandrin' Lopez, os Campeões da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2021? É uma questão que irá ter resposta no final das seis provas que prometem voltar a marcar o ritmo das grandes emoções nos campeonatos de ralis em Portugal e Espanha, após o sucesso inegável das quatro épocas decorridas.

Será a Temporada 5 da iniciativa coorganizada pela PEUGEOT Portugal e a PEUGEOT Espanha, com o apoio da Sports & You, e que permite aos jovens talentos ibéricos progredirem na sua carreira.

Os múltiplos PEUGEOT 208 Rally4 que se aguardam no alinhamento de concorrentes aos títulos de 2022 voltarão a percorrer diferentes palcos da Península Ibérica, em seis jornadas emocionantes – três em Portugal (em terra) e três em Espanha (em asfalto) – integrando duas provas do Mundial de Ralis e outra do Europeu.

Em 2022, a PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA voltará a afirmar-se como o troféu de referência na Península Ibérica, contando com um montante de prémios particularmente aliciante, no conjunto dos que são distribuídos em cada rali, entre Pilotos e Equipas, e os valiosos Prémios Finais de temporada que darão direito a um programa oficial:

• € 140.000 distribuídos pelas seis jornadas (cerca de € 23.000 por rali);
• Um Prémio Final para Equipas, num voucher que poderá ascender a € 10.000 para a compra de um veiculo das categorias "Rally4" ou "Rally2" dos ateliers da Stellantis Motorsport; e
• Um grande Prémio Final, único e de sonho, para a dupla de pilotos que se sagrar Campeã, que terá um progra-ma de ralis em 2023, num "Rally2", em Espanha ou Portugal, ou num "Rally4" no Europeu de Ralis.

Suportando a transição energética que pauta a evolução da marca PEUGEOT e o seu compromisso com o desporto automóvel, algumas das provas da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2022 irão ter um PEUGEOT e-208 100% elétrico como "Carro de segurança", em apoio às respetivas organizações.

Está tudo a postos para a 5ª temporada da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA. Do calendário da competição em 2022 fazem parte seis eventos, os primeiros três em Portugal (em pisos terra) e de seguida três em Espanha (em troços de asfalto), e neles incluem-se duas jornadas pontuáveis para o Mundial de Ralis (WRC) e mais uma do Europeu (ERC).

Será sob um ambiente internacional que a PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2022 irá arrancar em meados de março, no Rali Serras de Fafe e Felgueiras (11 e 12 de março), a primeira das provas portuguesas do ERC 2022 e também pontuável para o Campeonato de Portugal de Ralis (CPR), a que se seguirá o Rali de Mortágua (29 e 30 de abril), jornada do Campeonato de Portugal de Ralis de 2 Rodas Motrizes (CPR2RM), terminando-se a ronda portuguesa com o Vodafone Rali de Portugal (19 a 21 de maio), aqui simultaneamente em ambiente de Mundial e de Nacional de Ralis, na jornada lusa do WRC e que também pontua para o CPR 2022.

Das provas portuguesas em terra, a PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2022 transitará, na sua segunda metade, para a fase de asfalto, que irá correr-se em Espanha. A 'contenda' inicia-se no Rally de Ourense (17 e 18 de junho), fazendo-se, após o interregno de verão, o regresso às estradas no Rally de Llanes (23 e 24 de setembro), naquelas que são duas das provas pontuáveis para o SuperCampeonato de Espanha de Ralis (SCER). A época terminará, uma vez mais, no Rally RACC Catalunya – Rally de España (20 a 23 de outubro), a segunda jornada do presente calendário pontuável para o WRC.

No final destas seis provas discutidas ao volante dos competitivos PEUGEOT 208 Rally4 ficar-se-á a conhecer os sucessores de Alejandro Cachón / Alejandro 'Jandrin' Lopez, os Campeões de 2021, dupla que, com esse resultado, assegurou uma participação oficial no SuperCampeonato de Espanha de Ralis 2022 com uma viatura da Stellantis Motorsport, da categoria "Rally2".

CALENDÁRIO DA PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2022*

11 e 12 março Rally Serras de Fafe e Felgueiras (1ª Etapa)** Terra Portugal
29 e 30 abril Rali de Mortágua Terra Portugal
19 a 21 maio Vodafone Rally de Portugal (1ª Etapa)** Terra Portugal
17 e 18 junho Rally de Ourense Asfalto Espanha
23 e 24 setembro Rally Villa de Llanes Asfalto Espanha
20 a 23 outubro RACC Catalunya/Rally de España (1ª Etapa)** Asfalto Espanha
* Provisório; dependente de eventuais condicionantes que possam afetar ambos os países, decorrentes da pandemia de COVID-19; ** Para efeitos de classificações e pontuações, apenas se consideram os resultados da 1ª Etapa.

Uma particularidade desta nova Temporada 5 da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA, alguns ralis irão ter um PEUGEOT e-208 100% elétrico como "Carro de Segurança", em apoio às respetivas organizações. Sublinha-se assim a transição energética abraçada pela marca PEUGEOT, da qual já é um ator principal em Portugal, e que se estende das iniciativas corporativas e de uma ampla gama de produtos ao desporto automóvel e aos ralis em particular.

"Orgulhamo-nos de apresentar a quinta temporada desta iniciativa de enorme sucesso que é a PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA. As premissas em que assenta são semelhantes às das anteriores quatro épocas. O contributo para o lançamento dos futuros valores nos ralis, ou para a confirmação de outros nomes que, através do nosso Troféu, têm vindo a realizar um sonho e a desenvolver programas desportivos bastante sólidos, com excelentes resultados que, em alguns casos, os transportam para outros patamares dos ralis. E naturalmente o enorme sucesso junto de Pilotos e Equipas do PEUGEOT 208 Rally4, que, de há dois anos a esta parte, transmite os valores da marca PEUGEOT, mostran-do-se vencedor, fiável e acessível, num claro contributo para a imagem de sucesso e as vendas do PEUGEOT 208 de série, que lhe serve de base. E, num período em que a sociedade é chamada a desempenhar o seu papel na transição energética, destaco ainda a particularidade de este ano termos em algumas provas uma unidade 100% elétrica e-208 como 'Carro de Segurança'. É um espelho da transição energética que estamos a abraçar na PEUGEOT, da nossa capacidade de adaptação e da qualidade dos nossos produtos eletrificados que levam os clientes a elegerem-nos já como um 'player' de referência nesse mercado.", refere Jorge Tomé, Brand Manager da PEUGEOT Portugal.

NOVIDADES NOS PRÉMIOS DE 2022

Fiel ao objetivo de fazer eclodir futuros talentos da disciplina, colocando-os frente a frente com nomes de créditos firmados que veem neste troféu um vetor para continuar a evoluir e a estruturar as suas carreiras nos ralis, a organiza-ção da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA espera conquistar um volume significativo de inscrições. Tal decorre não só do aliciante calendário e dos créditos competitivos do 208 Rally4, como também do pacote de prémios que há para distribuir pelo plantel.

A primeira novidade refere-se aos Prémios a distribuir às Equipas em cada prova, traduzidos em produtos Pirelli ao longo do desenrolar dos ralis, aos quais se junta um Prémio Final que será atribuído à Equipa Campeã. Este ano, esse Prémio consistirá num voucher no valor de € 5.000 que deverá ser utilizado na aquisição de um veiculo da categoria "Rally4" ou, em alternativa, num outro voucher no valor € 10.000 destinado à compra de uma viatura da categoria "Rally2", ambas viaturas dos departamentos de Competição da Stellantis e a utilizar na época de 2023.

Com distribuição feita por prova, a PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2022 tem esta época um valor total de € 140.000 para distribuir entre Pilotos e Equipas, ao longo das seis provas e em função dos resultados alcançados em cada uma delas pelas diferentes duplas (Piloto e Navegador).

Naturalmente que o bolo maior irá para os pilotos e para quem terminar cada prova nos lugares do pódio, distribuindo-se o restante montante pelos demais classificados no ranking da copa em cada um dos seis ralis.

Adicionalmente, a PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA sublinha a sua diferenciação entre as demais iniciativas do mundo dos ralis em ambos os lados da fronteira com o Grande Prémio Final que estará reservado aos futuros "Campeões" de 2022: um programa oficial de ralis em 2023 num carro "Rally2", em Espanha ou Portugal, ou num carro "Rally4" no Europeu de Ralis (ERC).

TERCEIRO ROUND PARA O COMPETITIVO E FIÁVEL PEUGEOT 208 RALLY4

O herói de destaque na competição será, pelo terceiro ano consecutivo, o PEUGEOT 208 Rally4, máquina que não só tem registado uma enorme aceitação, como tem demonstrado, níveis de fiabilidade impressionantes, bem como de competitividade, por vezes envolvendo-se em lutas diretas com outras viaturas de categorias superiores em inúmeros campeonatos e ralis de todo o planeta.

Modelo para ralis desenvolvido com base no PEUGEOT 208 de série, este produto saído dos 'ateliers' de competição da PEUGEOT Sport e que a organização da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA foi uma das primeiras a utilizar, alicerça-se nos reconhecidos fatores que sublinham a excelência da marca: fiabilidade, qualidade, eficiência e, no caso dos ralis, combatividade.

Desenvolvido para a categoria "Rally 4", o 208 Rally4 é hoje o recordista de vendas na categoria. Evolução técnica e estética do modelo de estrada, o 208 Rally4 resulta da plataforma CMP, uma tecnologia de baixo peso e dinâmica evoluída, que garante um potencial de performances desportivas bastante significativas.

No capítulo mecânico, o 208 Rally4 da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA destaca-se pela integração do motor 1.2 PureTech de 3 cilindros turbo comprimido adaptado para a competição, dotado de um turbo de maiores dimensões, uma gestão eletrónica de competição Magneti Marelli e uma caixa sequencial de cinco velocidades SADEV, entre outros elemen-tos. Nesta versão de ralis debita uma potência de 208 cv às 5.450 rpm e alcança um binário de 290 Nm às 3.000 rpm. O modelo conta ainda com um diferencial autoblocante mecânico, travões de disco ventilados à frente de 330 mm (pisos de asfalto) ou 283 mm (terra) e discos sólidos atrás (290 mm), suspensão ajustável em três níveis (com compressão/afastamento de alta e baixa velocidade), num conjunto que tem um peso mínimo de 1.080 kg (1.250 kg com piloto e navegador a bordo).

Novas encomendas para 208 Rally4 a utilizar na PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA deverão ser colocadas através da Sports & You, distribuidora oficial da Stellantis Motorsport Racing Shop para Portugal e Espanha, num modelo que é proposto por € 67.000 (antes de impostos).

Oportunamente serão reveladas informações adicionais da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2022, designadamente aquando da publicação das versões finais do respetivo Regulamento Desportivo e Regulamento Técnico da competi-ção.

Coorganizada pela PEUGEOT Portugal e pela PEUGEOT Espanha e com a gestão logística a cargo da Sports & You, a PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2022 volta a ter a Pirelli como parceira, no domínio do fornecimento e assistência em termos de pneus, entre outros apoios: Vodafone, RACC e ACP.