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ernesto copyDepois de um excelente resultado em Fafe nas várias competições disputadas, Ernesto Cunha e Rui Raimundo voltam à ação no Azores Rallye, para mais uma participação no Campeonato Europeu de Ralis. Numa prova que se espera igualmente disputada, a equipa procura medir forças entre os melhores da Europa e manter o ritmo competitivo elevado que já havia demonstrado desde o arranque da época.

Depois de assegurar o lugar mais alto do pódio na primeira prova do Campeonato de Portugal de Ralis 2RM e o 2º posto na Peugeot Rally Cup Ibérica, a dupla do Peugeot 208 Rally4 prepara a sua primeira participação no Azores Rallye, numa nova ronda que integra o ERC e que conta com mais de 50 equipas inscritas.

Depois de mostrar um andamento sólido e que se posiciona entre os pilotos mais rápidos do Europeu, Ernesto Cunha mostra-se consciente do desafio, mas motivado para a jornada: "Queremos acima de tudo medir forças entre as duas rodas motrizes do ERC, com o objetivo de ganhar ritmo e acumular experiência. Sabemos que temos menos experiência que os nossos concorrentes nesta prova, mas obviamente que gostaríamos de estar entre o Top 3 à chegada."

O Azores Rallye arranca na sexta-feira, dia 26 com o Shakedown e irá estender-se até domingo num total superior a 200 quilómetros de especiais em terra.

azores rallye 2022(ATUALIZADO 15/MARÇO/2022)
Inscritos Azores Rallye 202

 

 

 

 

 

 

 

 

 azoresinscri22ercinscritoazores22022

 

 

PALOMORegistando os melhores tempos em quatro das cinco Especiais que hoje se correram nas serras do Minho (das oito que estavam inicialmente previstas), a dupla espanhola Óscar Palomo / 'Xavi' Moreno chamou a si a vitória na jornada inaugural da Temporada 5 da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2022, a 1ª Etapa do Rally Serras de Fafe - Felgueiras - Cabreira e Boticas, numa quilometragem reduzida em face da intempérie que se abateu sobre a região, com consequência para o estado dos troços.

Aproveitando o facto de contar com uma ordem de entrada nos troços um pouco mais favorável do que a dos seus adversários, o piloto madrileno começou por infligir um duro golpe nas pretensões dos demais, conquistando logo na primeira classificativa do dia um avanço considerável, para depois continuar a cimentar a sua liderança do longo do rali. No final reuniu um pecúlio de pontos que o colocam, bem como ao seu navegador, na liderança provisória dos rankings da copa.

Atrás de si terminaram Ernesto Cunha / Rui Raimundo e Ricardo Sousa / Luis Marques, duplas que se entregaram à luta possível pelos restantes lugares do pódio, eles que beneficiaram do abandono de Pedro Antunes / Paulo Lopes, numa altura em que tentavam chegar ao 1º lugar.

Destaque-se o plantel de 14 PEUGEOT 208 Rally4 que, ao longo deste muito chuvoso dia de sábado, tentou evoluir o máximo que pôde nas cada vez mais destruídas classificativas em terra da região, sendo que, apesar das dificuldades visíveis, voltou a ficar patente a elevada robustez mecânica e fiabilidade das máquinas francesas, devendo-se os abandonos a outros fatores.

Findo este rali, a PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2022 irá rumar à envolvente de Mortágua, para o segundo encontro do ano, de um total de seis, que se espera venha a ser também muito disputado. Será no fim-de-semana de 29 e 30 de abril, no Rali de Mortágua.

Depois de ontem ter gerido o andamento na SuperEspecial de Fafe, hoje a dupla espanhola Óscar Palomo / 'Xavi' Moreno sublinhou ao que veio nesta Temporada 5 da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA, assinando uma contundente vitória! Nada menos do que 3 minutos e 38,6 segundos os separaram, no final dos cinco troços efetivamente corridos (dois foram anulados e um foi neutralizado), dos ocupantes do segundo degrau do pódio, Ernesto Cunha / Rui Raimundo, deixando ainda mais longe, a mais de quatro minutos, os terceiros classificados Ricardo Sousa / Luis Marques neste Rally Serras de Fafe, dificultado pela muita chuva.

"Estamos naturalmente muito felizes com esta vitória, eu, o 'Xavi' e o resto da equipa", começou por dizer Óscar Palomo, após o final do rali. "É muito bom começar assim, se bem que tenha sido um rali muito difícil, com a chuva e o nevoeiro a complicarem o nosso trabalho. Ontem começámos com cautela, num troço onde não arriscámos um problema, e hoje atacámos logo na primeira especial, muita técnica e onde sabíamos poder marcar a diferença para o resto do rali, antes de começar a chover mais e os troços ficarem mais estragados. Vamos agora para Mortágua lutar por mais uma vitória, rumo ao título de 2022".

Por inerência de estarem inscritos na prova internacional, a dupla espanhola irá amanhã continuar a prova ao volante do seu PEUGEOT 208 Rally4 #34, em defesa das cores do Rallye Team Spain, que representa oficialmente no FIA ERC 2022, tentando completar a 2ª Etapa da prova portuguesa e alcançar o melhor resultado possível na categoria ERC4 e entre os carros com duas rodas motrizes.

PALOMO E ANTUNES AO ATAQUE NA RONDA MATINAL

Foram 14 os PEUGEOT 208 Rally4 que se apresentaram esta manhã à partida do segundo dia da prova organizada pela Demoporto. Depois do aperitivo de ontem, do troço espetáculo em asfalto desenhado no centro da cidade, os concorrentes teriam, inicialmente, pela frente 8 Especiais, todas em terra, 109,40 km cronometrados que, entretanto, se veriam delapidados em 43,84 km, fruto da anulação de duas e da neutralização de outra, a que seria a última do rali.

Questões de segurança, decorrentes da elevada deterioração dos pisos, pelas inclementes chuvas e granizo que fustigaram a região ao longo de todo o dia, e o facto de os carros de tração integral cavarem valas à sua passagem, fez com que as viaturas de duas rodas motrizes – grupo em que os 208 Rally4 da copa se integram – tivessem bastantes dificuldades em progredir no terreno, em especial na ronda da tarde.

Reduzidos a cinco troços, o denominador comum em quatro deles foi a dupla espanhola Óscar Palomo / 'Xavi' Moreno, ao garantir os melhores tempos e, com isso, construir o que viria a ser uma muito molhada vitória no rali minhoto. O principal golpe dado aos seus adversários aconteceu logo na primeira especial da manhã, os 15,05 km de Boticas 1, em que deixaram Ernesto Cunha / Rui Raimundo, os segundos mais rápidos, a uns muito distantes 54,9 segundos, e Pedro Antunes / Paulo Lopes, os terceiros, a 55,8 segundos, eles que haviam sido os vencedores da especial noturna da véspera.

A partir daí, o 208 Rally4 #34 com as cores do Rallye Team Spain esteve sempre atenta ao que Pedro Antunes ia alcançando nos troços. Óscar Palomo venceu a ES2 e a ES3, alargando a sua vantagem para 59,1 segundos, mas o rival português não baixava os braços e, de uma assentada, recuperava-lhe 20,3 segundos na ES5.

Atrás deles as lutas concentravam-se entre Ernesto Cunha e Ricardo Sousa / Luis Marques, acabando a ronda matinal com uma diferença de 50,5 segundos, com vantagem para o primeiro. Logo atrás, já a 38,7 segundos, vinham os melhores dos rookies da copa 2022, a dupla Luís Morais / Helena Maia, tendo subido uma posição à geral, tal como os também estreantes Diego Ruiloba / Andrés Blanco, com o prejuízo da dupla Iago Gabeiras / 'Jandrin'.

Ferrán Aymerich / Roger Aymerich, José Loureiro / Valter Cardoso e Paulo Roque / Tiago Teixeira fechavam, à altura, o top-10, de um grupo que se completava com Luis Martínez / Juan Varela (11ºs) e Alberto San Segundo / Eva Navas (12ºs), dupla que, apesar de estar em prova, já não podia pontuar, pois não tendo completado o troço de ontem foi penalizada e regressou hoje em Rally2/SuperRally.

PALOMO SEM PRESSÃO COM O ABANDONO DE ANTUNES

À semelhança do que se passou de manhã, com a anulação da ES3 - Vieira do Minho 1, também a tarde se viu depauperada de um troço, no caso os 15,05 km de Boticas 2 (ES6), que, em situação normal, abriria a última secção da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA neste Rally Serras de Fafe. Os concorrentes rumaram, assim, a Cabeceiras de Basto 2 onde, findos os seus 10,84 km, Óscar Palomo voltava a impor-se, registando o melhor tempo, mas onde também beneficiou do abandono de Pedro Antunes, o seu rival mais direto.

Ernesto Cunha ascendeu, assim, ao 2º lugar mas sem pensar em bater o líder, pois a diferença para o mesmo era já de uns longínquos 2 minutos e 10,3 segundos, gap que se elevou a 3 minutos e 38,6 segundos após a especial seguinte, onde Óscar Palomo voltou a ser o mais rápido. Ernesto Cunha viu Ricardo Sousa aproximar-se, para entrarem para a última especial separados por uma margem de 29,7 segundos.

Com o abandono do 'Campeão' de 2020, todos os demais haviam subido pelo menos uma posição à geral, ainda que Diego Ruiloba, com o 2º tempo na ES7, tenha ganho 25,8 segundos a Luis Morais, ultrapassando-o à geral e passando a ser o melhor entre os estreantes. Atrás deles assistia-se a outra luta, protagonizada pelos 208 Rally4 de Ferrán Aymerich e de José Loureiro, eles que quase se igualaram no tempo da ES7, para na ES8 o português lhe ganhar uns expressivos 48,1 segundos, roubando-lhe a 6ª posição na geral da copa. Os demais já tinham fossos muito significativos de tempo entre eles, pelo que mantinham as suas posições relativas.

E eis que chegava o tão aguardado derradeiro troço do Rally Serras de Fafe, o icónico Luilhas 2 que, com os seus 11,86 km e, no final, o famoso "Salto da Pedra Sentada (vulgo "Salto de Fafe"), se iria apresentar com o rótulo de Power Stage, no que seria uma estreia na PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2022. Só que, fruto do estado cada vez mais degradado dos pisos, a organização neutralizou essa ES9, impedindo que os 208 Rally4 a realizassem competitivamente e se batessem pelos pontos que estariam guardados para os três mais rápidos. Essa estreia fica, assim, adiada para a próxima prova da copa, em Mortágua.

Em face disso, Óscar Palomo e 'Xavi' Moreno garantiam, antecipadamente, uma merecida vitória na copa – começou a época a vencer, tal como o fizera em 2021 – acumulando o piloto de Madrid o troféu de Melhor Junior, com uma farta vantagem de tempo sobre os demais. Ernesto Cunha / Rui Raimundo e Ricardo Sousa / Luis Marques terminaram com uma diferença entre si de 29,7 segundos e os melhores rookies foram os espanhóis Diego Ruiloba / Andrés Blanco, batendo os portugueses Luis Morais / Helena Maia.

Finda a primeira prova do ano da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2022, a Classificação Geral (provisória) do Rally Serras de Fafe-Felgueiras-Cabreira e Boticas apresenta-se assim:

PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA - CLASSIFICAÇÃO GERAL*

1º Óscar Palomo (1º Júnior) / Javier 'Xavi' Moreno, a 1h02m25,1s

2º Ernesto Cunha / Rui Raimundo, a 3m38,6s;

3º Ricardo Sousa / Luis Marques, a 4m08,3s;

4º Diego Ruiloba (2º Júnior) / Andrés Blanco, a 5m01,5s;

5º Luis Morais / Helena Maia, a 6m05,5s

6º José Loureiro / Valter Cardoso, a 9m23,2s

7º Ferrán Aymerich (4º Júnior) / Roger Aymerich, a 9m55,6s;

8º Paulo Roque / Tiago Teixeira, a 18m12,4s

9º Alberto San Segundo / Eva Navas, a 19m51,4s; Nota: não pontua (Rally2/SuperRally)

Abandonos: Santiago Garcia (Junior) / Nestor Casal (não alinhou à partida); Roberto Blach (Junior) / Mauro Barreiro (não arrancou para o Dia 2); Andres Marieyhara / Aridai Bonilla (ES2, acidente); Delbín García (Junior) / Diego Cruz (ES3, saída de estrada); Pedro Antunes / Paulo Lopes (ES7, acidente); 12º Luis Martinez / Juan Varela (ES7, mecânica); lago Gabeiras (Júnior) / 'Jandrin' (ES7, amortecedor).

fafe2022ercMuito embora ainda seja prematuro falar do futuro do Rally Serras de Fafe-Felgueiras-Cabreira e Boticas enquanto prova do Campeonato da Europa (FIA ERC), como fez questão de sublinhar Carlos Cruz, presidente do Demoporto (Clube de Desportos Motorizados do Porto), organizador do mesmo, a verdade é que reina otimismo em relação aos anos que se seguem.

"Estamos felizes e satisfeitos pela forma como esta edição do rali decorreu, apesar de todas as adversidades resultantes das difíceis condições climatéricas que se fizeram sentir no sábado. Claro que preferíamos, como toda a gente, uma prova com sol, mas de um modo geral não surgiram problemas de maior. Por questões de segurança, porque para nós ela é sempre prioritária, tivemos que cancelar duas classificativas e, atendendo ao estado dos pisos, foi necessário um esforço suplementar para conseguirmos ambulâncias 4x4, o que não é fácil. Este dia de domingo, com a melhoria das condições meteorológicas, já foi mais tranquilo, pelo que o balanço é muito positivo", referiu aquele responsável.
O contrato de três anos com o promotor do FIA ERC – em que o Eurosport Events, em 2020 e 2021, deu lugar à WRC Promotor – terminou agora, mas Carlos Cruz acredita na possibilidade de ser possível manter este Rally Serras de Fafe-Felgueiras-Cabreira e Boticas no calendário do Europeu.

"Foi um orgulho, ao longo destes três anos e com o imprescindível apoio das autarquias da região, organizar este rali integrado no Europeu, sendo que nas duas primeiras edições o forte impacto da pandemia obrigou-nos a um esforço redobrado e creio, neste momento, ter razões para estarmos confiantes em relação ao futuro. O novo promotor ainda não fez qualquer proposta para os anos vindouros e vamos aguardar o que tem para nos dizer".

Por último, o presidente do Demoporto não deixou de realçar:
"Cumpre-me, mais uma vez, agradecer o esforço e empenho da Câmara de Fafe, assim como das suas homólogas de Felgueiras, Boticas, Vieira do Minho e de Cabeceiras de Basto, sem as quais o rali não teria o sucesso e a projeção que alcançou, tanto a nível nacional como internacional. Um agradecimento especial, também, aos bombeiros de Fafe, na pessoa do seu presidente, determinantes para podermos dispor de ambulâncias 4X4".

rpirelliA Pirelli começou o Campeonato Europeu de Ralis da melhor maneira possível, com a vitória da dupla espanhola composta por Nil Solans e Marc Marti, com um Volkswagen Polo GTI R5. Georg Linnamae e James Morgan, com um carro semelhante, foram terceiros, colocando dois carros equipados com pneus Pirelli no pódio.

Solans assumiu a liderança nas etapas iniciais de sábado, disputadas em condições lamacentas. O piloto teve a ajuda dos pneus Pirelli Scorpion KM6, que contam com uma banda de rodagem especial para otimizar a expulsão da lama e da água. Como resultado, o carro ofereceu uma boa estabilidade e controlo, mesmo perante condições extremas.

A equipa espanhola conseguiu manter a liderança durante as oito etapas de domingo, que decorreram em estradas de gravilha, normalmente arenosas, mas que, desta vez, se apresentavam lamacentas devido à chuva. Os pilotos equipados pela Pirelli recorreram aos pneus Scorpion KM6 na primeira etapa, antes de passarem para o Scorpion K8, que foi desenvolvido especificamente para lidar com este tipo de condições.

Terenzio Testoni, responsável Pirelli pelas atividades de rali, deixou as seguintes palavras: "Estamos muito satisfeitos com o desempenho das duas versões do nosso Scorpion nestes traçados de gravilha em Portugal, alguns dos quais fazem parte do WRC. O dia crucial foi sábado, com os pneus KM6 a permitirem que os dois Volkswagen pilotados por Solans e Linnamae conquistassem uma vantagem considerável sobre os seus perseguidores. Por seu turno, os KM8 permitiram a gestão dessa vantagem ao longo do dia seguinte. Estivemos sempre confiantes no desempenho destes pneus para Portugal, uma vez que foram os únicos compostos que trouxemos."