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Cacho4Alejandro Cachón / Alejandro 'Jandrin' Lopez são os "Campeões" da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2021, títulos que apenas garantiram no derradeiro rali de uma copa que, de há quatro anos para cá, se corre nos mais diferentes palcos da Península Ibérica, numa coorganização entre a Peugeot Portugal e a Peugeot Espanha.

Foi uma decisão tirada a ferros, que apenas se tornou definitiva no final das 6 Especiais em asfalto que serviram de palco ao sexto e último confronto do ano, com vantagem para os novos "Campeões" que, assim, se impuseram a Alberto Monarri / Ángel Vela, dupla que apesar de ter vencido este Rally RACC Catalunya – foi a sua primeira vitória do ano – apenas logrou os louros de Vice-Campeões.
Outra das duplas em destaque nesta prova que encerra a Temporada 4 da copa ibérica da Peugeot foi a dos "Campeões" de 2018, Roberto Blach / José Murado, num sólido 2º lugar final, logo à frente dos agora "Campeões" de 2021 Cachón / 'Jandrin', num rali que teve no final sete exemplares do 208 Rally4, cumprindo os 112,02 quilómetros cronometrados de troços.
Vêm das Astúrias os "Campeões" desta Temporada 4, que terão a sua consagração oficial na Cerimónia de Entrega de Prémios da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2021, evento a realizar em data e local a anunciar. Aí estarão em destaque os laureados, mas também todo o conjunto de mais de 20 pilotos, cerca de 30 navegadores e respetivas estruturas que adotaram os competitivos PEUGEOT 208 Rally4 como cavalo de batalha e contribuíram para mais uma época de enorme e saudável competitividade, em que a discussão dos títulos se prolongou até à derradeira prova.
Realizou-se hoje a sexta e última prova da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2021, tendo como palco as seis Especiais da 1ª Etapa do Rally RACC Catalunya - Costa Daurada, rali que foi, também, o segundo da época integrado no calendário do Mundial de Ralis (WRC), depois do Vodafone Rally de Portugal, em maio. Foram duas sequências de três troços de suster a respiração, pois estava em jogo não só a vitória no rali catalão, como a própria atribuição dos títulos de "Campeões" da iniciativa coorganizada há quatro anos pela Peugeot Portugal e Peugeot Espanha, assente na estrutura logística da Sports & You.

Em luta pelos títulos de 2021 estiveram Alejandro Cachón / 'Jandrín' e Alberto Monarri / Ángel Vela, os únicos que, à partida deste rali, podiam almejar tal resultado, após uma época de seis provas, divididas entre Portugal e Espanha. Ambos enfrentaram os 112,02 quilómetros cronometrados deste rali, juntamente com seis outros adversários, igualmente espanhóis e aos comandos dos seus Peugeot 208 Rally4.

Finda a contenda, coube a Alberto Monarri e Ángel Vela subir, pela primeira vez este ano, ao lugar mais alto do pódio para o champanhe da vitória numa prova da copa, mas a festa maior fazia-se entre os elementos da equipa adversária, fruto da conquista de uns muito suados títulos de "Campeões" por parte de Alejandro Cachón / 'Jandrín'. A dupla das Astúrias apenas somou os 17 pontos do 3º lugar, resultado que, somado à vantagem que trazia, se revelou mais do que suficiente para bater os adversários Monarri / Vela, eles que garantiram os 25 pontos da vitória e um adicional de 4,15 pontos pelos cinco melhores tempos em troços (da ES2 à ES6; o melhor tempo na ES1 foi de Roberto Blach / José Murado).

Descontado o pior resultado do ano do pecúlio de cada um (segundo o Regulamento Desportivo, apenas se contabilizam as melhores 5 pontuações da época, do total de 6 ralis), Cachón / 'Jandrín' terminam a época com 112,9 pontos válidos, impondo-se por 6,77 pontos e sagrando-se, assim, "Campeões" da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2021.

Importante referir que associado a esses títulos, Alejandro Cachón e Alejandro 'Jandrín' Lopez garantem o acesso ao valioso Prémio Final, que se traduz num Programa Oficial em 2022, em Portugal ou Espanha, aos comandos de um carro da categoria "Rally2", de entre as propostas do catálogo da Stellantis Motorsport, e na estrutura de ralis da Sports & You.

A palavra aos protagonistas
São naturalmente grandes os festejos em redor dos novos "Campeões", entre os elementos da equipa RaceSeven, familiares e amigos. Entre abraços e muitos "enhorabuenas y felicitaciones", Alejandro Cachón resumiu, assim, a época agora terminada e os objetivos nela alcançados: "Estamos muito muito felizes! Foi um ano difícil, em que nos propusemos conquistar um título que nos escapou por muito pouco no ano passado. Conseguimo-lo num rali complicado de gerir, pois estamos habituados a atacar e a lutar pelos melhores tempos e não a gerir o andamento em função dos adversários, aqui controlando o do Monarri, que connosco lutava pelo título. No final, o nosso 3º lugar foi suficiente para somar os pontos que precisávamos e, assim, eu e o 'Jandrin' somos os 'Campeões' da copa 2021".

Apesar da vitória nesta última prova do ano, o título fugiu a Alberto Monarri, piloto da Mavisa Sport: "Estamos contentes com esta vitória. Fizemos o que pudemos, fomos os mais rápidos em 5 das 6 Especiais e vencemos um rali que, infelizmente, foi pouco participado, complicando-nos um pouco as contas. Lutámos pela copa até final, mas o Alejandro fez o que lhe competia, sem falhar, garantindo, assim, o título. Os meus parabéns para eles. Agradeço, ainda, a toda a minha equipa por esta vitória".

Fora dessa luta particular pelo título, mas discutindo os lugares do pódio neste rali, esteve o "Campeão" de 2018, Roberto Blach, que resumiu, assim, o dia: "Foi um bom rali, em que vimos logo no primeiro troço que podíamos lutar pela vitória, mas depois os que se seguiram começaram a ficar muito sujos e escorregadios, pelo que decidimos reduzir um pouco e conservar a segunda posição. Acabamos o ano satisfeitos e vendo que temos ritmo para lutar pelos lugares da frente". Acrescente-se que para além deste 2º lugar, Blach conquistou o troféu da Junior Cup, galardão que se atribui em cada rali ao melhor de entre os pilotos com menos de 25 anos (nascidos em ou após 1 de janeiro de 1995).

O Rally RACC Catalunha em resumo
Uma primeira sequência por três troços aguardava os oito PEUGEOT 208 Rally4 que ontem (quinta-feira) se haviam apresentado em Salou, na Cerimónia de Partida deste Rally RACC Catalunya, última jornada da Temporada 4 da copa ibérica, traçado competitivo que se repetiria na íntegra à tarde.

Curiosidade é o facto de os três mais rápidos em (quase) todas as 6 Especiais terem sido (quase) sempre Alberto Monarri / Ángel Vela, Alejandro Cachón / Alejandro 'Jandrín' Lopez e Roberto Blach / José Murado, ainda que o seu ordenamento variasse (mas não muito) de troço para troço. Apenas os rookies Iago Gabeiras / Brais Mirón e os bem mais experientes Óscar Palomo / Alberto Chamorro vieram desarrumar, cada um deles por uma vez, essa lógica, na ronda da tarde.

Começando por Villaplana 1, o primeiro melhor tempo ficou na posse de Blach, sendo, nos seus 20 km, meio segundo mais rápido do que Monarri, que, por seu turno, ganhou 13,8 segundos a Cachón. Depois, nos 21,8 km de La Granadella 1, seria Monarri a impor-se, ganhando 11,3 segundos a Blach (ascendendo ao 1º lugar) e 18,4 segundos a Cachón, piloto que, por estratégia, preferia não arriscar, mantendo-se atento à posição do seu rival. Ao final do troço não chegariam Delbín Garcia, (transmissão). A fechar a manhã estavam os 14,21 km de Riba-Roja 1, onde Monarri garantia, de novo, o melhor crono, batendo Blach e Cachón por 5,9 e 6,7 segundos, respetivamente.

No final desta ronda, a classificação da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA apresentava Monarri / Vela como líderes provisórios, posição de destaque que não era suficiente para lhes assegurar o título, em face do 3º lugar ocupado por Cachón / 'Jandrín'. Entre eles estavam Blach / Murado, a 16,7 segundos dos madrilenos e com uma vantagem de 22,2 segundos sobre a dupla das Astúrias. Palomo / Chamorro eram 4ºs, a 3,9 segundos do pódio e com uma vantagem de 31,6 segundos sobre os rookies Gabeiras / Mirón. Atrás deles, separados por 9,2 segundos e em luta pelo 6º lugar, vinham os também estreantes Adrià Serratosa / Eric Bellver e os bem mais experientes Santiago García / Nestor Casal, equipa que não teve uma manhã isenta de dificuldades.

À tarde repetiam-se esses mesmos troços, começando por Villaplana 2, onde Monarri tirou 5 segundos ao tempo que fizera de manhã, com isso batendo Blach e Cachón, asturiano que continuava a manter uma cadência mais controlada, que lhe garantisse os objetivos. No polo oposto, Serratosa perdia quase 5 minutos neste troço. Depois, em La Granadella 2, Monarri voltava a vencer, seguido de Blach, para um top-3 em que, pela primeira vez, surgia Gabeiras, sendo que Cachón fazia o 4º melhor tempo. A fechar esta época de 2021, o troço de Riba-Roja 2 mais não serviu do que para se cumprir o alinhamento, garantindo Monarri o quinto melhor tempo em seis troços, à frente de Blach e Palomo. Já Cachón ficaria, de novo, com o quarto melhor tempo, mas sem que se mostrasse preocupado, pois o rali chegava ao fim e era hora de festejar, com os títulos de "Campeões" da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2021 alcançados por si e por 'Jandrin', o seu companheiro de notas.

PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2021 (6ª e última prova)
Rally RACC Catalunya - Costa Daurada – Classificação Final*
1º Alberto Monarri / Ángel Vela, a 1h10m56,2s
2º Roberto Blach (1º Junior Cup) / José Murado, a 34,0s
3º Alejandro Cachón (2º Junior Cup) / Alejandro 'Jandrín' Lopez, a 1m06,9s
4º Óscar Palomo / Alberto Chamorro, a 1m19,3s
5º Iago Gabeiras (3º Junior Cup) / Brais Mirón, a 2m02,5s
6º Santiago García (4º Junior Cup) / Nestor Casal, a 3m45,9s
7º Adrià Serratosa / Eric Bellver, a 7m34,4s

Todos em PEUGEOT 208 Rally4

Abandonos: Álvaro Muñiz / Javier Martinez, Hugo Lopes / Tiago Neves e Kevin Guerra / Aitor Cambeiro (falta às Verificações); Delbin García / Coral Barroso (ES2).

Os rankings finais da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2021 ficaram assim...
Fechadas as contas da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2021, o agora "Campeão" de Pilotos Alejandro Cachón totalizou 112,9 pontos válidos, impondo-se a Alberto Monarri (106,13), a Óscar Palomo (55,76) e a Roberto Blach (49,83) pontos, pilotos que ultrapassaram Álvaro Muñiz (48,40), um dos ausentes da prova catalã. No sexto lugar deste ranking e na posição de "Melhor Português" termina Pedro Almeida (39,63 pontos), frente a Miguel Campos (37,34) e Ricardo Sousa (32,0), fechando-se o top-10 com Santiago García (30,0) e José Maria Reyes (27,0). Classificaram-se 21 Pilotos. Mais detalhes na Tabela de Pontuações em anexo.

No que se refere aos Navegadores, atrás de Alejandro 'Jandrin' Lopez (112,9 pontos) e de Ángel Vela (106,13) ficaram Javier Martinez (46,4), Axel Coronado (43,26) e José Pintor (41,76). Hugo Magalhães (36,63 pontos) terminou a época na 6ª posição à geral e melhor co-piloto luso, impondo-se a Luis Marques (32,0). Pontuaram 26 dos 29 Navegadores que alinharam na copa 2021. Mais detalhes na Tabela de Pontuações em anexo.

A dupla das Astúrias Alejandro Cachón e Alejandro 'Jandrín' Lopez escreve, assim, os seus nomes no Palmarés de "Campeões" da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA, sucedendo aos portugueses Pedro Antunes / Pedro Alves (2020) e aos galegos Daniel Berdomás / David Rivero (2019) e Robert Blach (2018; no primeiro ano da copa apenas se atribuiu o título de Pilotos; José Murado foi, também nesse ano, o seu co-piloto).

Seguir-se-á, em data a anunciar, a Cerimónia Oficial de Entrega de Prémios da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2021, aos "Campeões" e a todo o conjunto de pilotos, navegadores e equipas que, com empenho e dedicação, contribuíram para uma Temporada 4 de sucesso nesta iniciativa, batalhando entre si aos comandos dos fiáveis e competitivos Peugeot 208 Rally4 nas cerca de 50 Especiais que, no seu conjunto, se dividiram pelos seis ralis que, este ano, se realizaram em Portugal (três em pisos de terra) e Espanha (três em asfalto).

Coorganizada pela PEUGEOT Portugal e pela PEUGEOT Espanha e com a gestão logística a cargo da Sports & You, a PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2021 tem a parceria da Pirelli, no domínio dos pneus, entre outros apoios: Vodafone, RACC e ACP. Destaque, também, para a associação de imagem ao ISAG - Instituto Superior de Administração e Gestão e à iniciativa Race for Good.

* Classificação provisória, dependente da publicação dos resultados oficiais pela organização da prova. Os resultados desta sexta prova da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2021 são contabilizados ao final da 1ª Etapa do Rally RACC Catalunha. As equipas que o entenderem poderão continuar em prova, mas qualquer resultado que venham a alcançar, à geral ou no grupo, neste rali do WRC, não terá influência nas pontuações da copa.

PS-40anosA PEUGEOT Sport celebra 40 anos de idade. Nascida em outubro de 1981, então como Peugeot Talbot Sport, tornar-se-ia, anos mais tarde, PEUGEOT Sport, estando sempre envolvida, com paixão e sucesso, em todos os circuitos e estradas do planeta, nos grandes campeonatos e nos eventos mais lendários. Pioneira, a equipa de competição francesa tem colocado em ação as máquinas mais extremas e os pilotos mais emblemáticos. Desde 1895, quando alcançou a vitória na Paris-Bordeaux-Paris, naquela que foi a primeira corrida cronometrada do mundo, a Marca sempre considerou o desporto como um acelerador de progresso. Com o mais recente PEUGEOT 9X8 e o programa Hypercar para o Campeonato de Endurance (WEC) da FIA, a PEUGEOT Sport entra na sua quinta década com a ambição de acrescentar novas vitórias à sua grande aventura desportiva, que representa, na perfeição, a sua busca pela excelência e a partilha de emoções.

As estatísticas podem ser, por vezes, pouco mais do que simbólicas, mas não há como fugir ao facto de que a Peugeot Sport colheu muito mais vitórias extraordinárias do que o número de anos que se passaram desde sua criação em outubro de 1981, testemunhando a qualidade contínua desta estrutura e a solidez da sua estratégia desportiva. "O desporto é um laboratório tecnológico excecional para os automóveis", refere Linda Jackson, Diretora Geral da PEUGEOT. "É um formidável acelerador da investigação e do progresso. Na nossa marca é essencial para o desenvolvimento dos nossos automóveis e para os nossos futuros planos de mobilidade. Estes 40 anos da PEUGEOT Sport são um sucesso, uma fonte de orgulho e, sobretudo, uma base para as nossas realizações atuais e, acima de tudo, do futuro. É este património que guia o nosso futuro."

Criada por Jean Todt, a Peugeot Talbot Sport, mais tarde PEUGEOT Sport, produziu modelos lendários, como os inesquecíveis PEUGEOT 205 T16, 405 T16, 206 WRC, 306 Maxi, 905 ou, mais recentemente, os PEUGEOT 908, 208 T16 Pikes Peak, 2008 DKR, 3008 DKR e 208 WRX, todos eles antecessores do já revolucionário PEUGEOT 9X8. Integrado no coração da estratégia de eletrificação da PEUGEOT, este último representa a ligação profunda entre as equipas de competição e de design.
Em campeonatos nacionais e mundiais, bem como em eventos lendários, as mulheres e os homens da Peugeot Sport estiveram, nos últimos quarenta anos, à altura de cada desafio que se lhes apresentou, transmitindo a sua paixão e profissionalismo, dois valores essenciais que continuam a inspirar as equipas atuais.

No retrovisor da PEUGEOT Sport estão imagens espetaculares e históricas dos vários títulos no Campeonato do Mundo de Ralis ou, mais recentemente, do Campeonato do Mundo de Rallycross, os sucessos nas Etapas do Dakar, em épocas diferentes, vitórias nas 24 Horas de Le Mans ou na "corrida das nuvens" em Pikes Peak, bem como outras nos mais diversos circuitos franceses, para além dos pódios alcançados na Fórmula 1, como fornecedor de motores.

Em 40 anos, a equipa conquistou:
• 5 títulos de Construtores no Campeonato do Mundo de Ralis (1985, 1986, 2000, 2001 e 2002);
• 4 títulos de Pilotos no Campeonato do Mundo de Ralis (Timo Salonen, Juha Kankkunen e Marcus Grönholm, este por duas vezes);
• 3 títulos de Pilotos e Construtores no Intercontinental Rally Challenge (2007, 2008 e 2009);
• Títulos em Campeonatos Nacionais de Ralis em múltiplos países; em Portugal, a PEUGEOT sagrou-se 6 vezes Campeã de Marcas (1997, 2001, 2002, 2007, 2008 e 2009) e alcançou 7 títulos de Campeã de Pilotos (Adruzílo Lopes em 1997, 1998 e 2001, Miguel Campos em 2002 e Bruno Magalhães em 2007, 2008 e 2009);
• 3 vitórias nas 24 Horas de Le Mans, em 1992 com a equipa Yannick Dalmas / Derek Warwick / Mark Blundell, em 1993 com Christophe Bouchut / Eric Helary / Geoff Brabham, e em 2009 com o trio Marc Gene / David Brabham / Alex Wurz;
• 3 vitórias na subida vertiginosa de Pikes Peak, em 1988 (Ari Vatanen), 1989 (Robby Unser) e 2013 (Sébastien Loeb),
• Títulos em Campeonatos de Superturismo, incluindo um dos mais prestigiados, na Alemanha, com o 406 (Laurent Aïello),
• 7 vitórias no Rally Dakar (1987 com Ari Vatanen, 1988 com Juha Kankkunen, 1989 e 1990 com Ari Vatanen, 2016 e 2017 com Stéphane Peterhansel e 2018 com Carlos Sainz),
• 1 título do Campeonato do Mundo de Rallycross em 2015.

Para conduzir estas máquinas, que tantas vezes deixaram a sua marca nas suas épocas e nas suas disciplinas, os pilotos puderam sempre confiar nas equipas de competição conscientes, rigorosas, combativas e inovadoras da PEUGEOT. Ao conceber e executar estes programas, em ralis, em rally-raids e em circuitos espalhados por todo o mundo, foram elas as responsáveis por elevar - e por continuar a fazê-lo - os valores da marca PEUGEOT. Entre este grupo de líderes de pessoas destacam-se alguns grandes nomes, tais como Jean Todt, Corrado Provera, Jean-Pierre Nicolas, Bruno Famin, etc., cuja enorme determinação foi sempre a mesma, reunir as equipas, inovar, inspirar e procurar vencer.

Com o desporto automóvel tão enraizado no ADN da marca, todos os programas da PEUGEOT Sport foram criados para refletir uma visão ou uma estratégia tecnológica do fabricante francês, em áreas como segurança, performance, consumos, eletrónica, assistência à condução, novas energias, etc.

Atualmente, a eletrificação incorporada no programa Hypercar com o PEUGEOT 9X8 no Campeonato WEC da FIA e nas 24 Horas de Le Mans simboliza os planos da PEUGEOT para a mobilidade de amanhã. Simultaneamente contribui para os trabalhos de pesquisa, enquanto os pilotos testam e trazem novas ideias, para benefício dos condutores, num ciclo virtuoso entre as pistas e as estradas.

O 40º aniversário que a PEUGEOT Sport celebra este mês de outubro, embora seja um marco importante, é apenas um passo na longa estrada de descobertas, experiências e aventuras enriquecedoras que ainda estão para vir.

serrassolta21Desportivamente o Rali Serras de Fafe e Felgueiras foi muito interessante de seguir na luta pela vitória, quase até final da prova. Porém, e mesmo sendo uma prova do ERC, não é de todo compreensível fazer um troço em Boticas, obrigando a uma longa e desajustada deslocação. Bem sabemos que existe rali onde as Câmaras pagam, mas o dinheiro não deve nem pode justificar tudo!!!

Ni Amorim, presidente da FPAK, realçou o facto de ter chegado a haver, neste rali, "oito pilotos de nacionalidades diferentes nos dez primeiros lugares, o que é bom para o turismo português, pelo impacto que tem no exterior". É igualmente importante para o automobilismo português: "É uma prova referência, com troços emblemáticos. E agora Portugal com duas provas no ERC é algo inédito na Europa e motivo para nos orgulharmos".

Sendo uma prova do ERC, e estando alguns pilotos do CPR inscritos no europeu, não se compreende que nos resumos televisivos do Eurosport, não tenham dado destaque (nem uma imagem passaram), por exemplo, a Armindo Araújo, que terminou "só" o primeiro dia (e no rali) no terceiro lugar.

Na hora de fazer o balanço do Rally Serras de Fafe e Felgueiras, que pela primeira vez integrou o calendário do Campeonato da Europa (FIA ERC), Carlos Cruz, presidente do Demoporto – Clube de Desportos Motorizados do Porto, organizador da prova, revelou-se satisfeito: "De um modo geral, o nosso objetivo foi cumprido. É evidente que há sempre um ou outro detalhe a aperfeiçoar, em termos de futuro, sobretudo a nível de itinerário, mas estamos satisfeitos pela forma como o rali decorreu. Claro que preferíamos que não tivesse chovido na segunda metade da primeira etapa, mas quanto a isso nada podemos fazer. De qualquer modo, e por aquilo que constatei, tanto equipas como pilotos ficaram agradados com a prova que lhe foi proporcionada. Esperamos, na edição de 2022, que o Rally Serras de Fafe e Felgueiras volte à sua data de sempre, que é no mês de março, o que poderá significar, e oxalá se confirme, o adeus da pandemia".

Ainda em relação a 2022, se é um dado adquirido que o Rally Serras de Fafe e Felgueiras vai sofrer alterações, quando a detalhes Carlos Cruz não quis antecipar nada: "Ainda não tenho nada definido em concreto, mas uma das hipóteses é apresentar as mesmas classificativas de outra maneira, com novas variantes. É justo e imperioso agradecer o esforço de todas as edilidades envolvidas no rali, Fafe, Felgueiras e Vieira do Minho, endereçando ainda os parabéns aquela cuja classificativa, embora não sendo nova, foi elogiada por todos: Boticas".