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Eventos

kumhoclassicosAo quarto ano de existência do Desafio Kumho Portugal, a ASR Tyres lança o DKK – Desafio Kumho Klássicos, que acompanhará o campeonato nacional.

Foi aos comandos de um Mitsubishi Evo que Nuno Mateus e Roberto Santos levaram os pneus Kumho à vitória no Campeonato de Portugal de Clássicos de Ralis 2020, dando aos pneus coreanos um dos mais importantes títulos alcançados na época passada e provando a enorme competitividade dos Kumho nesta competição muito particular.

Este ano, a presença Kumho no Campeonato de Portugal de Clássicos revela ainda mais ambição por parte da ASR Tyres, importador oficial dos pneus de competição da Kumho para Portugal, expressa no lançamento do Desafio Kumho Klássicos, incluído no 4º Desafio Kumho Portugal 2021.

Nesta sua primeira edição, o Desafio Kumho Klássicos (DKK) será disputado com divisão única, podendo participar todos os carros aceites pela regulamentação do Campeonato de Portugal de Clássicos de Ralis.

As inscrições estão abertas, contando já com várias confirmações, incluindo a dupla campeã nacional em título. A mesmas e todas as informações podem ser obtidas pelos contactos Este endereço de e-mail está protegido de spam bots, pelo que necessita do Javascript activado para o visualizar e 914392131.

Um dos aliciantes extra do DKK passa pelo facto dos participantes não só lutarem pela classificação e pontuação do desafio em si, mas disputarão também, nos ralis em que a calendarização se sobreponha, as pontuações e classificações dos outros desafios inscritos na edição 2021 do Desafio Kumho Portugal.

O Desafio Kumho Clássicos vai obviamente acompanhar o calendário do Campeonato de Portugal de Clássicos de Ralis que, nesta época, incluirá 5 provas. Para a classificação geral final do DKK, contarão 4 dos cinco resultados possíveis.

Após o tiro de partida no Rali da Bairrada, já nos próximos dias 28 a 30 de Maio, será no Rali Castelo Branco, entre 11 e 13 de junho que se disputará a segunda prova.

Quinze dias depois, os clássicos Kumho rumam ao Rali Fafe Montelongo (entretanto cancelado), antes de um interregno de verão que durará até ao início de setembro. Aí, de 3 a 5, é tempo do Rali Alto Tâmega, em pleno planalto transmontano.
A temporada fechará com o Rali Vidreiro Centro de Portugal Marinha Grande, que irá para a estrada de 8 a 10 de outubro.

abrantesO regresso do Kia Rally Cup no icónico Rali das Camélias foi coroado na estrada com a presença de cinco Kia Picanto GT.

Ao longo das 6 provas especiais de classificação do certame promovido pelo Clube de Motorismo de Setúbal (CMS), presenciou-se uma aguerrida batalha entre as duplas que se encontravam a bordo dos irreverentes Picanto. Mas, contas feitas, seriam Miguel Abrantes/Inês Veiga a levarem de vencida a competição reservada a estes carros, triunfando em 3 das 6 classificativas (a 3ª foi neutralizada pela Direção de Prova após um acidente que afetou outros concorrentes) e inscrevendo, assim, com inteira justiça, o seu nome como o primeiro vencedor do Kia Rally Cup 2021.

Na disputa pelo segundo lugar, assistiu-se a um fantástico confronto entre Pedro Ruivo/José Almeida, José Maria Monteiro/Carlos Mansinho, João Rebelo Martins/Pedro Pereira e Rodrigo Correia/Miguel Paião, quarteto que ao longo de toda a prova travou um bonito embate com sucessivas trocas de posição.

Os lugares do pódio acabariam por ser definidos à tangente na derradeira especial do rali, com vantagem para a dupla Pedro Ruivo/José Almeida, que terminou a prova no 2º posto e venceu a última classificativa entre a armada Picanto GT, à frente de José Maria Monteiro/Carlos Mansinho, que além de terem concluído a prova de estreia no 3º lugar, venceram a 5ª contenda do dia.

Depois de se terem batido de forma corajosa, João Rebelo Martins/Pedro Pereira concluíram o Rali das Camélias no 4º posto, a meros 6,5 segundos do pódio e com a noção de que, com mais rodagem, esse feito estará ao seu alcance nos ralis vindouros.

O mesmo pode ser dito da dupla Rodrigo Correia/Miguel Paião, classificada no 5º lugar. O mais novo piloto de sempre a participar numa prova de ralis continua a acumular quilómetros preciosos para a sua evolução e poderia ter alcançado voos mais altos. Um pião na PEC2 fê-lo perder segundos importantes.

Para Miguel Abrantes/Inês Veiga, a presença no Rali das Camélias superou todas as expectativas:

"Correu tudo na perfeição. Atacámos de manhã para ganhar alguma vantagem e ver onde se situavam os nossos adversários, e da parte da tarde procurámos gerir esse avanço e levar o carro até ao fim sem sustos pelo caminho. Temos de agradecer à Speedy Motorsport pelo trabalho realizado num Kia Picanto GT que voltou a estar irrepreensível em fiabilidade e competitividade".

Igualmente extenuados encontravam-se Pedro Ruivo/José Almeida, com o piloto a destacar a evolução alcançada num curto espaço de tempo: "É incrível o que faz o trabalho de equipa, o treino, a repetição e a vontade de melhorar. Vencer uma especial e classificar-me em 2º no meu terceiro rali apenas foi possível com o apoio de todos os que me ajudaram e continuam a ajudar nesta caminhada".

Já José Maria Monteiro/Carlos Mansinho saem da prova com a sensação de "dever cumprido" para quem se encontrava a participar pela primeira vez num rali. "Chegar ao fim já seria fantástico, mas juntar-lhe uma vitória numa classificativa foi a cereja no topo do bolo".

De acordo com João Rebelo Martins/Pedro Pereira, o resultado superou as expectativas: "Foi a nossa estreia na modalidade, por isso não tínhamos quaisquer expectativas sobre o resultado. Tive algum receio no primeiro troço, mas a partir daí a adaptação ao carro e às notas foi cada vez melhor. Entrámos no último troço ainda com hipóteses de chegar ao 2º lugar, numa bonita luta com o Pedro Ruivo e o José Maria Monteiro, mas não conseguimos. Fica a aprendizagem e a vontade de fazer melhor".

Para Rodrigo Correia/Miguel Paião, o susto da PEC 2 acabou por lhes retirar confiança para o remanescente da prova: "Não tivemos a mesma confiança desde esse momento, mas continuámos a nossa aprendizagem contra cinco bons pilotos no Troféu. Apesar da classificação, foi um bom rali e saímos daqui motivados para a próxima batalha".

kiarioDepois de ter sido forçada a interromper a época inaugural após a última edição do Rali do Vidreiro pelas contingências provocadas pela pandemia, o Kia Rally Cup está finalmente de regresso à estrada. No próximo fim-de-semana de 14 e 15 de maio, 5 bravos Kia Picanto GT irão percorrer as emblemáticas classificativas do Rali das Camélias acompanhados por uma novidade: a estreia do novíssimo Kia Rio Rally — viatura desenvolvida ‘in-house’ pela CRM Motorsport.

Integradas no Troféu Kia Rally Cup ao longo de uma das mais icónicas provas dos ralis nacionais, com passagens pelos concelhos de Cascais, Sintra e Mafra, estarão as duplas Miguel Abrantes/Inês Veiga, Pedro Ruivo/José Almeida, Rodrigo Correia/Miguel Paião, João Rebelo Martins/Pedro Pereira e José Maria Monteiro/Carlos Mansinho, cabendo a Tiago Raposo Magalhães, responsável da CRM Motorsport, a missão de estrear o novo Rio ao lado do seu habitual navegador e Diretor de Após-Venda da Kia Portugal, Tiago Carvalho.

“Não podia estar mais satisfeito com a adesão ao Kia Rally Cup no Rali das Camélias. Aos regressos do Miguel Abrantes, Rodrigo Correia e Pedro Ruivo com os seus respetivos navegadores acolhemos a entrada do João Rebelo Martins e a estreia na modalidade do José Maria Monteiro. Estou certo de que no final da prova haverá muitas histórias para contar, muitos momentos para recordar e que a saudável competição entre todos ao volante de carros iguais irá ser um dos destaques da prova”, antecipa Tiago Raposo Magalhães.

“Do mesmo modo, estou certo de que a nossa presença ao volante do Kia Rio Rally será bem acolhida, ao tratar-se da estreia nacional de um Rio com estas especificações. Um projeto desenvolvido de forma meticulosa pela CRM Motorsport ao longo de dois anos e que agora fará a sua estreia competitiva, com o objetivo de ensaiar o carro, provar afinações e avaliar os passos seguintes”, faz notar.

DESENVOLVIDO EM PORTUGAL

Pensado inicialmente como um carro para a categoria R2 e entretanto convertido numa viatura de homologação nacional Rally 4, aquando da introdução da nova regulamentação FIA, o Kia Rio Rally é um projeto inteiramente desenvolvido pela CRM Motorsport com recurso à mais alta tecnologia e a fornecedores de topo com créditos firmados no mercado internacional.

Além de uma caixa sequencial de 5 velocidades, conta com um motor de 1.0 litros Turbo com 200 cv de potência e um binário de 250 Nm para movimentar os seus 1180 kg de peso. Assume-se, portanto, como um balão de ensaio para projetos de duas rodas motrizes que poderá ser utilizado por qualquer dupla de pilotos que se encontre interessada em evoluir os seus dotes de condução ao volante de um carro rápido, fiável e seguro.

Já o Kia Picanto GT apresenta os argumentos que lhe são sobejamente conhecidos. Munido de um redondo motor com 150 cv e 250 Nm às 2500 rpm, trata-se de um carro extremamente fiável, com provas dadas em três disciplinas (Velocidade, Ralis e Montanha) e ideal para quem procura iniciar-se nos ralis ou cumprir uma temporada com custos ajustados à realidade do mercado nacional.

IGUALDADE PARA TODOS

O facto de se encontrarem integradas no Troféu Kia Rally Cup assegura equidade de condições para todas as duplas de pilotos, que utilizarão os mesmos pneus. Poderão, assim, medir-se mutuamente com a certeza de que, na luta ao cronómetro, serão elas — e não o carro — a fazer a diferença.

Naquela que será efetivamente a segunda prova da sua história após o já referido Rali do Vidreiro, o primeiro teste de 2021 do Kia Rally Cup está então marcado para o próximo fim-de-semana, por ocasião do Rali das Camélias. Um certame que apresenta um figurino em tudo idêntico ao que seria a prova de 2020, sucessivamente adiada devido à pandemia.

O rali contará com duas secções, seis provas especiais de classificação (PEC) com 59,68 km cronometrados e um total de 197,74 km, quando adicionadas as respetivas ligações.

Filipe Madureira 1A época de 2021 é de celebração para Filipe Madureira e Cristina Silva. Uma equipa movida pelo sabor da paixão das corridas, que conta com uma longevidade ímpar. O piloto celebra 25 anos de carreira e a sua esposa duas décadas de atividade nas lides automobilísticas, marcas ímpares que são o motor da nova temporada. Para celebrar, a equipa vai ter em exposição os carros, com as cores para a nova época, no NorteShopping, em Matosinhos, entre 11 e 18 de maio.

"Este é um ano muito especial para nós. E chegamos aqui graças ao apoio fundamental de todos os nossos parceiros que nos têm acompanhado. Por isso, foi uma decisão natural criar este espaço no NorteShopping antes do início da temporada, no final deste mês, no Rali da Bairrada. É a melhor forma de, no contexto atual e garantindo todas as normas de segurança, darmos a conhecer o nosso projeto ao público e, ao mesmo tempo, homenagearmos e agradecermos o apoio de todos os nosso parceiros", enalteceu o piloto.

Em exposição estará o Ford Sierra Cosworth com que Filipe Madureira irá alinhar no
Campeonato Portugal Clássicos de Ralis e o Ford Fiesta R1 que Cristina Silva vai utilizar em alguns eventos do Campeonato Portugal de Ralis. "É um grande prazer poder partilhar com os adeptos estes carros que tanto prazer nos dão pilotar. Durante uma semana, poderão vir ao NorteShopping e ver ao vivo os carros da equipa. Só não estaremos presentes, em atenção ao contexto que hoje vivemos. Mas estão todos convidados a aparecer", frisou.

Cristina Silva afirma que este é um momento revestido de simbolismo: "Somos uma equipa totalmente dedicada, com um grande gosto pelas corridas e pela velocidade. Se me dissessem há vinte anos que agora estaria aqui, não acreditava. Só com muito trabalho, empenho e dedicação é possível esta longevidade, e como neste caso somos dois no mesmo núcleo, precisamos de tudo isso em dobro", brincou a piloto, que acrescenta: "É mesmo muito especial estar aqui e obrigado a todos os que contribuíram para tornar este caminho possível. Estão sempre connosco em cada quilómetro", finalizou Cristina Silva.

ruiPiloto de Almada vai ter um ano intenso, mas diverso dos anteriores, ditado pelo contexto em que nos encontramos e que não vai ser dedicado a nenhuma prova em particular, mas caracterizado por participações em eventos especialmente escolhidos. Ao consagrado Mitsubishi Lancer EVO junta-se um Skoda Fabia R5 como "armas" a utilizar por Rui Madeira ao longo da época.

Rui Madeira continua a nutrir uma enorme paixão pelo desporto automóvel em geral e pelos ralis em particular, mas sente que na atual situação há outras prioridades. "Esta será certamente uma época diferente, pois em tempos de pandemia o nosso maior alento é a saúde de todos e o regresso à normalidade de um desporto que tanto amamos", começa por explicar.

Sente-se mesmo "honrado e privilegiado por poder montar, uma vez mais, um projeto desportivo. Quero agradecer aos meus patrocinadores, como a Galp, que me apoia há 28 anos, a MEO, a Delta Cafés e a Alugatudo. O seu apoio e a sua confiança dão-nos alento e vontade de continuar e de retribuir com excelentes participações em todas as provas!".
O piloto da margem sul adianta que a sua época esteve para se iniciar ao mais alto nível: "esteve perto de ter sucedido a participação no Rali Terras d´Aboboreira pois gostaria muito de pilotar um R5 em terra, mas a par de uma vida profissional cada vez mais exigente, tive o sentimento que não o faria da forma competitiva, pois são necessários muitos testes para acompanhar os mais jovens, e não queria de forma alguma, hipotecar a possibilidade de fazer um programa mais amplo com participações em provas Legends em que o convívio e a competição se aliam de forma única".

Mas Rui Madeira não tira o foco da sua intenção de alinhar em eventos que para si têm um significado especial e com um copiloto ao qual está ligado pela sua história desportiva. "Não será menos importante fazer o Rali das Camélias, navegado pelo Nuno Rodrigues da Silva, aos comandos de um Skoda Fabia R5, que já estava no programa de 2020, mas que a pandemia obrigou a que esta prova fosse só agora disputada", adianta o piloto de Almada cujo "objetivo será naturalmente o de lutar pela vitória, pois Sintra sempre foi o local que marcou a minha estreia como espetador de um rali e logo no épico Rali de Portugal de 1981, o que representa sempre uma motivação extra".

Mas competir com uma das máquinas de referência nos ralis atuais não será a única forma de Rui Madeira estar presente na competição, pois a aura do passado também o chama. E aos comandos do famoso Mitsubishi Lancer EVO, participará em Ralis Legends como o RallySpirit, a Transmiera Cantabria e o Rali Legends Luso, a par da forte possibilidade de participar no Rally Legends San Marino com uma viatura de topo dos anos 90, oportunidade que o consagrado piloto encara "com muito entusiasmo. É um convite praticamente irrecusável e estamos a concertar todos os pormenores. Iremos fazer o anúncio oficial oportunamente e julgo que vai ser algo que vai ter muito impacto!".

O piloto almadense admite que "a época vai ser variada", pois além deste preenchidíssimo programa ainda será "o embaixador do Rali de Lisboa. Esta é uma prova que me diz muito pois traz de volta à capital o fascínio dos ralis. Julgo que será uma das grandes novidades desportivas de 2021, inserida em Lisboa Capital Europeia do desporto.2021". A prova vai ter o centro nevrálgico na zona da Expo e uma "Street Stage" na Alta de Lisboa, sendo a Região Oeste a receber as restantes especiais do rali.

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