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CPR

soltasrcb24O Rali de Castelo Branco não deixa de ser um dos mais espetaculares do ano. As características dos seus troços são do mais desafiante que existe em Portugal em termos de ralis, pela enorme rapidez dos troços, proporcionando também ralis interesantes e disputados ao segundo. Porém, a excessiva rapidez dos seus troços, notou-se mais uma vez este ano, pelas médias exageradas dos troços, mas também pelo violento acidente de Hugo Lopes, que felizmente não trouxe consequências muito graves nem para piloto nem para a sua navegadora Magda. Sem perder as suas características em algumas zonas o recurso a chicanes talvez fosse a melhor opção.

Ainda estamos longe da temporada de 2025, mas o Campeonato de Portugal de Ralis nunca esteve tão emocionante, no que aos clubes diz respeito, como agora. Paira no ar um certo nervosismo sobre eventuais descidas e subidas de "divisão". Não se percebe como é que as regras não são claras a esse nível, para todos os clubes, e a verdade é que a eminência de uma descida de divisão faz com que as organizações estejam mais profissionais e mais atentas a certos aspetos que anteriormente ninguém ligava. Um deles é que, tirando o Rali Vinho Madeira, todas as provas de asfalto do CPR deste ano, vão ter importantes e significativas diferenças no seu traçado face a 2024, sinal de que nenhum clube quer continuar a fazer mais do mesmo.

Parabém mais uma vez à FPAK, pelo terceiro ano da Iniciativa do FPAK Junior Team, uma nova fornada de pilotos está a chegar e alguns deles já deram cartas em castelo Branco. Sabemos que os custos têm que ser baixas, mas não se pode (ou não se deve) por em causa a segurança, ainda por cima quando estamos a falar de jovens pilotos. Vem isto a propósito dos pneus usados pelos Kia Picanto que deixaram alguns pilotos com os nervos em franja, pois num rali destes que é muito rápido, sujo nas trajetórias e com os pisos muito quentes, nem sempre a aderência foi a palavra de ordem.

Mais uma vez a solução de fazer uma super-especial e uma Power Stage a terminar bem no centro da cidade de Castelo Branco foi uma aposta ganha pela Escuderia Castelo Branco. Sem dúvida que estes troços reuniram milhares de pessoas e o ambiente foi muito bom.

Também se deve dar os parabéns à Escuderia Castelo Branco por ter editado um Guia do Rali em papel, mas também por conseguir ter uma presença forte nos meios de comunicação regionais locais. Não perder estas raízes, apesar das redes sociais, é muito importante para a dinamização local dos ralis.

fontes24cb2Terminou, ao início da tarde deste quente sábado de Junho em Castelo Branco, a quinta prova pontuável para o Campeonato de Portugal de Ralis (CPR). Organizada pela Escuderia de Castelo Branco, a prova beirã marcou o arranque da fase de asfalto da presente temporada e contou com animação de princípio a fim na luta pelos lugares cimeiros - envolvendo três pilotos e outras tantas marcas – tendo a dupla José Pedro Fontes/Inês Ponte estado sempre entre os protagonistas.

Com uma exibição mais consistente no primeiro dia de rali, o piloto portuense acabou por rubricar o segundo lugar final na prova, com uma diferença para o líder de menos de 12 segundos, fosso este resultou de uma manhã exigente, na qual não teve argumentos para contrariar os dois principais rivais.

Na última secção da prova, o andamento da dupla do Citroën C3 Rally2 recuperou algum tempo, venceu duas especiais e voltou a assumir o segundo lugar à geral no rali – que tinha perdido de manhã – tendo mesmo arrecadado a pontuação máxima referente à vitória no Power Stage, que encerrou as hostilidades neste Rali de Castelo Branco.

Firmemente apostado em lutar pela vitória, José Pedro Fontes confessava, no final do rali, que "queríamos ter ganho e não conseguimos. A manhã de sábado não nos correu de feição e o tempo que perdemos era, ainda para mais num rali tão curto, impossível de recuperar. Sinto que andámos bem, travámos duelos muito acesos, primeiro com o Kris Meeke e, depois, com o Armindo Araújo e, de facto, a vitória acabou por nos escapar por muito pouco. Resta-nos dar os parabéns aos vencedores e sublinhar que dentro de pouco mais de um mês estaremos na Madeira para nova batalha."
Cumpridas que estão cinco das oito provas deste ano, o Campeonato de Portugal de Ralis vai agora gozar umas mini-férias, regressando entre dias 1 e 3 de agosto para disputar o Rally Vinho Madeira, que anualmente anima as estradas de asfalto da Pérola do Atlântico e no qual a dupla José Pedro Fontes/Inês Ponte e o Citroën C3 Rally 2 estarão presentes, uma vez mais para lutar pela vitória no CPR.

Classificação Final:
1º Armindo Araújo/Luís Ramalho (Skoda), 55m49,4s
2º Citroën Rally Team – José Pedro Fontes/Inês Ponte (Citroën C3 Rally2), a 11,9s
3º Roberto Blach/Mauro Barreiro (Skoda), a 54,6

arrtArmindo Araújo e Luís Ramalho foram os grandes vencedores da quinta prova do Campeonato de Portugal de Ralis que, em Castelo Branco, teve o seu primeiro rali em pisos de asfalto. Com uma excelente exibição, a dupla do Fabia RS obteve a sua quinta vitória na prova albicastrense e conseguiu encurtar a distância que a separa da primeira posição do campeonato.

Num rali muito disputado, como é habitual em Castelo Branco, Armindo Araújo esteve sempre na discussão das primeiras posições e depois de solidificar a segunda posição nas especiais da manhã, chegou à liderança a três especiais do final. "Conseguimos uma excelente vitória e estamos muito contentes com o desfecho deste rali. Fizemos uma grande exibição, andamos sempre num ritmo muito elevado, acreditamos sempre e só isso permitiu que pudéssemos subir ao primeiro lugar quando o nosso adversário sentiu um problema na tarde de hoje. A partir daí mantivemos o nosso foco, aumentamos a diferença para quem nos perseguia e garantimos uma saborosa vitória. Foi a primeira deste ano e a quinta nesta prova. Estamos todos muito satisfeitos", afirma o piloto de Santo Tirso

carreiraDepois do terceiro lugar conquistado no Rally de Lisboa, Danny Carreira (agora com Valter Cardoso como navegador) não deu hipóteses à concorrência no Rali de Castelo Branco e Vila Velha de Ródão. Não só fez o pleno de vitórias em classificativas, como, não raras vezes, intrometeu o Clio Rally5 entre carros de categorias mais competitivas.

À chegada a Castelo Branco e depois de dois dias disputados em estradas bastante rápidas e com temperaturas superiores aos 30 graus, o piloto sublinhou: "Não estava à espera de impor esta superioridade. Acreditei que podia ganhar um outro troço, mas nunca todos. O segredo deste resultado reside no trabalho que todos desenvolvemos: desde o Valter, à equipa, que me proporcionou um carro espetacular. Estive muito confortável durante os dois dias, pelo que não posso estar mais satisfeito".

Emocionante foi a luta pelo segundo lugar, com três equipas a partirem para a "Power Stage" separadas por escassos 8,8 segundos.

No final, vantagem para a dupla Pedro Pereira Jr./Tiago Silva, mas com o jovem piloto a admitir. "Apesar do segundo lugar ser um resultado bastante bom, não estou nada satisfeito com o andamento. O carro é fantástico, mas não nos entendemos com estas classificativas tão rápidas. Na minha carreira, nunca me tinha acontecido andar tão longe do mais rápido, pelo que toda equipa tem de analisar o que aconteceu e encontrar explicações".

Com Ricardo Cunha como navegador, Nuno Coelho conquistou o primeiro pódio da época no Clio Trophy Portugal. "O carro esteve espetacular e acumulámos quilómetros. É verdade que podíamos ter sido mais rápidos, mas preferimos não correr grandes riscos. Está-se a andar muito depressa e, neste rali, o Danny esteve inacessível. Pela minha parte, estou a divertir-me bastante a fazer o troféu".

Depois da vitória no Rally de Lisboa, Gil Antunes (desta vez, com Fábio Ribeiro como navegador), não teve uma prova isenta de percalços. No troço inaugural do Rali Castelo Branco e Vila Velha de Rodão perdeu quase um minuto na sequência de um furo e depois ainda sofreu uma penalização de 10 segundos por antecipar a partida numa especial. "Depois destes azares fizemos a recuperação possível. Andámos num bom ritmo, fizemos tudo para ainda chegar a um dos lugares do pódio, mas o mais importante é que conquistámos importantes pontos para o troféu".

Depois da desistência no Rally de Lisboa, Carlos Marreiros Jr., com Ricardo Barreto como navegador, terminou num positivo quinto lugar. "Acumulei quilómetros, experiência e melhorei os tempos nas segundas passagens pelas classificativas. O carro é espetacular, por isso, estou satisfeito com o resultado", sublinhou o jovem algarvio.

Com a sexta posição, a dupla Luís Caetano/David Monteiro conquistou importantes pontos para o troféu. "Num rali bastante rápido, andámos sem correr riscos, com o objetivo de ganhar experiência com o carro".

Com o consagrado Nuno Rodrigues da Silva como navegador, Paulo Barata foi o sétimo classificado. "O balanço é muito positivo. Já desfrutei do carro, que é espetacular e aprendi também muito com o Nuno. Venham as próximas provas para continuar a divertir-me", sublinhou o piloto.

O algarvio Vasco Tintim, com Nuno Duque como navegador, terminou na oitava posição o Rali de Castelo Branco e Vila Velha de Rodão. "Mais uma estreia num rali, mas gostei bastante da experiência. O carro é espetacular e os quilómetros que acumulei foram importantes para divertir-me ainda mais nas próximas provas", afirmou o piloto.

Depois da desistência por acidente no Rally de Lisboa, a dupla Henrique Azenha/Hugo Marques não escondeu a satisfação pela conquista do nono lugar. "Estou muito contente, pois não cheguei a Castelo Branco com a moral em alta. A confiança foi aumentando ao longo da prova, consegui fazer tempos no ritmo do Tintim, pelo que não se pode pedir mais a alguém com a minha inexperiência e idade", destacou o decano do Clio Trophy Portugal.

Depois da saída de estrada no dia inaugural, a dupla José Pedro Quintas/Nuno Carvalhosa regressou na segunda etapa, em "Super Rally", fazendo quilómetros e acumulando experiência com o Clio Rally5, que vão ser importantes para o futuro.

Nos dias 30 e 31 de agosto, o Constálica Rallye Vouzela e Viseu é a prova que se segue, a terceira do calendário do Clio Trophy Portugal.

Classificação final do Rali Castelo Branco e Vila Velha de Rodão

1º Danny Carreira/Valter Cardoso, 1h03m13,6s

2º Pedro Pereira Jr./Tiago Silva, a 1m55,4s

3º Nuno Coelho/Ricardo Cunha, a 2m01,7s

4º Gil Antunes/Fábio Ribeiro, a 2m05,7s

5º Carlos Marreiros Jr./Ricardo Barreto, a 3m51,6s

6º Luís Caetano/David Monteiro, a 3m55,3s

7º Paulo Barata/Nuno Rodrigues da Silva, a 6m06,5s

8º Vasco Tintim/Nuno Duque, a 9m13,2s

9º Henrique Azenha/Hugo Marques, a 9m33,1s

10º José Quintas/Nuno Carvalhosa, a 17m23,5s

Classificação do Clio Trophy Portugal

1º Danny Carreira, 43 pontos;

2º Gil Antunes, 40;

3º Pedro Pereira Jr., 37;

4º Nuno Coelho, 27;

5º Paulo Barata, 14;

6º José Pedro Quintas, 13;

Luís Caetano, 13;

8º Vasco Tintim, 11;

9º Carlos Marreiros, 10;

10º Henrique Azenha, 4.

 

guilhermeDiscutido ao segundo, o Rali de Castelo Branco - Vila Velha de Ródão viu a dupla Guilherme Meireles / Pedro Alves levar de vencida a terceira prova da PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL 2024, jornada que teve todos os ingredientes que sublinham a excelência da iniciativa monomarca organizada pela PEUGEOT Portugal: discussão ao segundo e emoção até final.

Após 110 km cronometrados, do conjunto dos 11 troços em asfalto (um deles neutralizado) deste rali corrido entre sexta-feira e sábado, a dupla do PEUGEOT 208 Rally4 n.º 31 derrotou os demais candidatos à vitória, entre eles, Pedro Pereira / João Aguiar, que ficaram a apenas 1,4 segundos desse objetivo, e Ricardo Sousa / Luis Marques, estes a 13,5 segundos.

O rali ficou ainda marcado por um violento despiste de Hugo Lopes / Magda Oliveira na ES5 (primeira de sábado). Foi a única desistência entre as 12 viaturas que iniciaram o rali, prova da robustez e competitividade dos PEUGEOT 208.

Em termos de pontuações e fruto do confortável avanço pontual que a dupla Lopes / Oliveira detinha à partida deste rali, a liderança da PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL 2024 mantém-se inalterada, em Pilotos e Navegadores, estando os adversários agora mais próximos, o que deixa tudo em aberto para discutir os títulos de 2024, algo que se decidirá nos dois ralis que faltam, na Madeira (agosto) e em Chaves/Verín (setembro).

DOMÍNIO INICIAL TERMINOU COM ACIDENTE APARATOSO

Pretendendo dar continuidade à hegemonia registada nos primeiros dois ralis da PEUGEOT RALLY CUP IBÉRICA 2024, ambos em terra, a dupla Hugo Lopes / Magda Oliveira apresentou-se à partida deste Rali de Castelo Branco - Vila Velha de Ródão visando novo primeiro lugar no primeiro de três ralis em asfalto. Se bem o planearam, melhor o fizeram no primeiro dia, com os melhores tempos em todas as quatro Especiais de sexta-feira, terminando a 1ª Etapa com uma significativa vantagem de 36,1 segundos sobre Guilherme Meireles / Pedro Alves e de 38,4 segundos sobre Pedro Pereira / João Aguiar.

Aguardavam-se, por isso, os troços de sábado para ver até onde os então líderes poderiam evoluir, algo que se esclareceria da pior forma na ES5, a primeira do dia, após falharem a abordagem a uma esquerda rápida, após uma reta, também ela feita com o acelerador no fundo. Neutralizado o troço, as preocupações recaíram, de imediato, no estado do piloto e navegadora, tendo ambos sido transportados ao hospital para avaliação. Apesar do aparato não houve, felizmente, grandes lesões, ainda que Magda Oliveira terminasse com uma clavícula partida, juntando-lhe umas quantas nódoas negras resultantes da violência do impacto.

Com isso passaram a ser outros os candidatos à vitória neste rali da Escuderia Castelo Branco: Meireles assumiu a liderança entre os concorrentes deste troféu, com 2,3 segundos de vantagem sobre Pereira, que tinha a idêntica distância a dupla Rafael Cardeira / Luis Boiça. Atrás perfilavam-se as restantes oito equipas PEUGEOT, incluindo Rafael Rêgo / Ana Gonçalves, eles que saíram de estrada logo na ES1, de sexta-feira, sem grandes danos, mas sem conseguir regressar por meios próprios à estrada, regressando no sábado com o estatuto de SuperRally.

VITÓRIA DISCUTIDA AO SEGUNDO

Nos restantes troços, Meireles seria o mais rápido na ES6, imitado por Cardeira na ES7. Atrás deles, Ricardo Sousa / Luis Marques evoluíam até ao 4º posto, recuperando do percalço técnico na SuperEspecial de sexta à noite, tendo atrás de si Pedro Silva / Roberto Santos, a 1,8 segundos.

Com o primeiro lugar preso por 3,4 segundos, discutido entre Meireles e Pereira, e a vice-liderança por mais 3,7 segundos, com Cardeira no 3º posto, mantinha-se a expetativa relativa ao que reservavam os pouco mais de 50 km cronometrados dos quatro últimos troços deste Rali de Castelo Branco.

Cheio de garra e sem nada a perder, o regressado Rêgo fez o melhor crono na ES8, troço em que Sousa subiu a 3º da geral e Silva a 4º, em contraponto à queda de Cardeira para 5º. Na especial seguinte, que Rêgo também venceu, Pereira ganhou quase 5 segundos a Meireles, reduzindo para 1,7 segundos a diferença para o líder. Dando continuidade a este rali discutido ao segundo, Sousa faz o melhor tempo na ES10, troço onde Guilherme ganha 1 segundo a Pereira.
Antes do derradeiro troço, 6,5 km de Power Stage, com 3-2-1 pontos extra reservados para os três mais rápidos, a diferença entre Guilherme Meireles e Pedro Pereira era de apenas 2,7 segundos, estando Ricardo Sousa a 13,7 segundos de uma potencial vitória. Nessa tão esperada ES11, os 3 pontos extra foram para Cardeira que, com esse feito, recuperou o 4º lugar final.

Finda essa derradeira batalha contra o cronómetro, eram, finalmente, conhecidos os vencedores da terceira de cinco provas do calendário de 2024 da PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL: Guilherme Meireles / Pedro Alves garantiam o troféu do 1º lugar, batendo por apenas 1,4 segundos a dupla Pedro Pereira / João Aguiar, que, por sua vez, suplantou a equipa Ricardo Sousa / Luis Marques por 13 segundos e meio.

Reunindo todos os elementos da equipa Racing4You, responsáveis pela preparação e afinação técnica do seu 208 Rally4 n.º 31, no pódio de consagração, montado no centro de Castelo Branco, Guilherme Meireles comentou assim este rali: "Estamos muito satisfeitos com esta vitória, conquistada ao longo de um rali muito disputado, em que os nossos principais adversários, nomeadamente o Pedro Pereira ao longo do dia de hoje, nos deram muito que fazer. A diferença entre nós, de pouco mais de um segundo, é espelho disso. Gostaria, também, de deixar um abraço especial ao Hugo e à Magda, desejando-lhes rápidas melhoras, e que ultrapassem esta situação rapidamente para que nos encontremos nas próximas provas."

TUDO EM ABERTO NA DISCUSSÃO DOS TÍTULOS DE 2024

Saindo em branco neste terceiro rali da PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL 2024, de um total de cinco, Hugo Lopes e Magda Oliveira mantêm-se líderes dos rankings de Pilotos e Navegadores, respetivamente, ambos com 54 pontos. Perdendo parte da vantagem considerável que detinham, viram aqui aproximarem-se Pedro Pereira / João Aguiar, que passaram a somar 46 pontos, seguindo-se Ricardo Sousa / Luis Marques (45 pontos), fechando o top-5 Guilherme Meireles / Pedro Alves (35 pontos) e João Andrade / Pedro Santana (32 pontos). O atual ranking contempla, à data, um total de 26 Pilotos e 29 Navegadores classificados.

CLASSIFICAÇÃO GERAL
RALI DE CASTELO BRANCO - Vila Velha de Ródão
3ª prova (de 5) da PEUGEOT RALLY CUP PORTUGAL 2024

1º Guilherme Meireles / Pedro Alves, 1h 00m 36,8s;
2º Pedro Pereira / João Aguiar, a 1,4s;
3º Ricardo Sousa / Luis Marques, a 13,5s;
4º Rafael Cardeira / Luis Boiça, a 40,6s;
5º Pedro Silva / Roberto Santos, a 44,4s;
6º João Andrade / Pedro Santana, a 1m 02,5s;
7º Daniel Nunes / José Janela, a 1m 17,8s;
8º Luis Morais / A. Rodrigues, a 2m 10,8s;
9º Paulo Roque / Marco Macedo, a 3m 36,6s;
10º Manuel Pereira / Pedro Magalhães a 7m 51,4s;
11º Rafael Rêgo / Ana Gonçalves a 1h 24m 56,1s.