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pilotosRicardo Teodósio: ""Tivemos de dar tudo o que tínhamos para superar os nossos adversários. Num rali disputado de início ao fim, em troços muito desafiantes e rápidos, com trocas de liderança constantes, foi na Power Stage que conseguimos fazer a diferença, apesar de já sermos líderes à chegada da última especial do rali. Acima de tudo foi uma grande emoção entrar no campeonato a ganhar, começando desde já a dar retorno do investimento feito pelos nossos parceiros. Depois do esforço feito por toda a equipa na pré-temporada para viabilizar a nossa participação no CPR, entrar a ganhar é um grande prémio para todos quantos estão envolvidos neste projeto. Esta foi só a primeira vitória de um campeonato onde temos de manter este registo para chegar ao fim como Campeões Nacionais".

Armindo Araújo: "Tivemos alterações meteorológicas muito significativas, comparativamente ao teste que realizamos no início da semana e sentimos que não estávamos tao rápidos como desejaríamos. Fomos ao longo do rali fazendo algumas alterações, na tentativa de podermos ser mais fortes, mas andamos sempre atrás do prejuízo. Temos que dar parabéns aos vencedores que, desta feita, foram mais fortes que nós. Desportivamente estivemos sempre com uma distância que nos permitiu pensar em chegar à vitória, quer no CPR como na geral. Gostaríamos de ter saído com outro resultado, mas, em termos de campeonato, foi um resultado importante. Num rali disputa quase à décima de segundo os erros pagam-se caros e temos que pensar agora em estarmos ainda mais competitivos no Rali de Portugal".

Bernardo Sousa: "Muito satisfeito com a nossa exibição e com o resultado. Esta foi a primeira prova após uma longa paragem e sabíamos que ia ser duplamente difícil, pois à concorrência forte juntava-se a nossa falta de ritmo competitivo. O resultado é muito positivo e motivador, sendo ainda de realçar que conseguimos fazer bons tempos nas especiais, dando-nos força para continuar a trabalhar e a lutar por chegar ainda mais à frente. O 5º lugar final nas contas do campeonato recompensa positivamente todo o esforço que estamos a fazer para montar este projeto. Aliás, ainda não temos orçamento para toda a época e, por isso mesmo, o nosso foco vai ser rali a rali, lutando por resultados positivos e tentando estimular os patrocinadores a nos apoiarem com o que falta para competir durante todo o campeonato".

Miguel Correia: "Estamos muito felizes com o resultado e por ter conseguido disputar a prova mesmo até ao fim. Houve esperança em poder fazer melhor, e a vitória passou-me sempre pela cabeça. Por alguma coisa somos uma equipa e o feito não é só meu, pois o António Costa e a ARC Sport fizeram um excelente trabalho. Agora o meu pensamento já está no Rally de Portugal".

José Pedro Fontes: "nunca consegui fazer um set-up correcto para este rali. Há mais trabalho para fazer na afinação para terra e isso reflectiu-se este fim-de-semana, em que, na realidade, só na última secção conseguimos realmente impor um ritmo forte. Não estamos contentes com o resultado final até porque sabemos que o Citroën C3 Rally2 pode ir muito mais longe."

Luís Miguel Rego: "Este não foi o teste ideal, pois surgiram demasiadas ocorrências desagradáveis. Penso mesmo que nunca disputei um rali com tantas paragens. Demasiados troços com acidentes, impediram-nos de alcançar os nossos objetivos. No entanto, fiquei satisfeito por conseguir rolar no ritmo dos pilotos mais rápidos. A equipa fez um excelente trabalho".

Ernesto Cunha: "Abdicámos da pontuação para a Copa Ibérica, porque iríamos encontrar maiores dificuldades nos troços, devido ao elevando número de R5 em prova. Apesar do incansável trabalho da The Racing Factory, a quem agradeço pela difícil tarefa de garantir que o carro ficava novamente pronto em poucas horas, não foi possível tê-lo a 100% desde a partida. Lutámos bastante com o Peugeot para conseguir terminar o primeiro dia. Já no sábado, foi possível arrancar para a etapa com um pouco mais de ritmo e segurança sem pôr em causa os pontos do CPR 2RM.O Rui Raimundo foi um componente essencial para que eu não tivesse desistido logo antes do início da prova. Não deixou de procurar soluções para que conseguíssemos estar à partida com todas as condições de segurança".

Paulo Neto: "Estava desejoso por fazer quilómetros com o carro num rali de terra. No primeiro dia não estive confortável, mas no segundo dia as coisas já correram melhor, apesar de um furo. Sinto-me mais adaptado e acabo por fazer um balanço positivo. Embora haja pouco tempo de intervalo, quero aproveitar para fazer a totalidade do Rally de Portugal, o que será um grande desafio".

Gil Antunes: "Sabemos que explorámos novos limites com o nosso Dacia, pois o andamento deste evento a isso obrigou, e, nesse sentido, sentimos que demos um passo em frente na nossa evolução. Ao mesmo tempo, trabalhámos ao nível das afinações, o que é sempre muito importante. Num balanço, sentimos que saímos mais fortes deste rali."

Daniel Nunes: "foi uma estreia muito positiva. Estou muito contente com que o que conseguimos fazer, apesar de, como é sabido, termos andado muito pouco antes do rali... Ainda assim, acho que deixámos bem patente a capacidade do Ford Fiesta e a forma como a equipa se encaixou nesta nova realidade. Precisamos de quilómetros com o carro já que, só assim poderemos explorar todo o seu potencial. Aquilo que fizemos este fim-de-semana, aqui em Amarante, é uma pequena amostra daquilo que a equipa pode alcançar este ano. Adicionalmente, contámos com uma muito importante ajuda de um engenheiro da M-Sport, que nos acompanhou durante toda a prova e que nos ajudou a perceber um pouco melhor o que o carro permite, de como podemos melhorar, onde e como fazer ajustes, enfim, uma ajuda importantíssima, principalmente nesta fase de aprendizagem".

Ricardo Sousa: "foi um rali difícil, mas o resultado final é positivo. O programa de testes previsto não foi suficiente para o trabalho que era necessário fazer neste início de temporada, por isso decidimos ir fazendo alterações durante o rali para percebermos melhor este novo Peugeot. As várias especiais anuladas não ajudaram, mas sentimos sempre boas sensações e vamos ter de trabalhar muito até ao Rali de Portugal. O carro tem um grande potencial, mas não conseguimos extrair tudo o que tem para dar, o que é normal nesta primeira prova. Não sabíamos a que nível estávamos na competição e agora temos mais termos comparativos para analisar e melhorar. Quero agradecer o apoio dos nossos Patrocinadores e o trabalho exemplar da equipa RF Competição, assim como todo empenho do Luis, e claro que quero a gradecer ao meu Pai e a toda a minha família mais este passo concretizado na minha evolução como piloto".

Hugo Lopes: "Começámos muito bem o rali, impondo um ritmo forte que nos permitia estar a discutir as primeiras posições. Na segunda PEC tivemos um problema com um amortecedor que nos fez perder algum tempo, mas ainda com tudo em aberto partimos para o 2º dia de prova focados em recuperar posições. Uma estratégia diferente, relativamente à escolha de pneus, penalizou-nos quando a PEC mais longa do rali foi anulada devido ao acidente de outro concorrente. No final do rali saímos satisfeitos, tivemos sempre um bom ritmo e sabemos que há margem de progressão e onde evoluir. Acima de tudo conseguimos mostrar do que somos capazes e honrámos toda a equipa, parceiros e patrocinadores!"

 

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