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Mundial

skodaexscoa10Com apenas 21 concorrentes à partida, o Rally da Escócia foi ontem à noite para estrada para se disputar duas super especiais, terminando hoje a primeira etapa.

Guy Wilks foi o primeiro líder após ter vencido as duas super especiais nocturnas mas, no inicio da manhã acabaria por perder a primeira posição posição e chegou a ter uma ligeira saída de estrada na quarta especial. Posteriormente, Wilks conseguiu passar de novo para a liderança mas acabaria por ficar fora de prova após a sexta especial, devido à quebra de um veio de transmissão.

Kris Meeke também venceu uma das super especiais nocturnas, ao empatar com Wilks na segunda passagem. No inicio desta manhã, Meeke passou para a posição de líder mas, no entanto, acabaria por furar o pneu posterior direito, perdendo a liderança e 1 minuto para o mais rápido. Quando já tinha recuperado até à terceira posição, o piloto da Peugeot UK ficou sem travões na penúltima especial, terminando o dia em quarto da geral.

Juho Hänninen foi um pouco lento nas especiais nocturnas por estarem demasiado escorregadias. Com os problemas dos pilotos britânicos, o campeão IRC 2010 passou para a frente da prova na sexta especial e terminou o dia na liderança.

Andreas Mikkelsen também evitou problemas e até venceu a última especial do dia com os pneus Hankook, sendo para já, a maior ameaça de Hänninen pois, terminou a etapa a 11 segundos do campeão.

Thierry Neuville não foi dos pilotos mais rápidos mas, acabou por ser regular, sem problemas mecânicos e sem cometer erros, permitindo-lhe estar a ocupar a terceira posição, com Meeke a 15 segundos atrás de si.

Tom Cave subiu para quinto da geral na última especial, sendo agora o único piloto em prova com um Proton pois, Alister McRae desistiu no inicio da manhã com uma avaria no alternador e Keith Cronin perdeu mais de 23 minutos com problemas na direcção, acabando por desistir antes da penúltima especial.

LÍDERES DO RALLY:
Guy Wilks (SS1 e 2); Kris Meeke (SS3 e 4); Guy Wilks (SS5); Juho Hänninen (SS6 a 8)
VENCEDORES DE TROÇOS:
Guy Wilks (2); Kris Meeke (2); Juho Hänninen (4); Andreas Mikkelsen (1)

bannersataApesar de as duas edições do Sata Rali dos Açores no Intercontinental Rally Challenge terem sido um sucesso, a edição de 2011, mesmo constando do calendário provisório não está 100% garantido.

Claro que a intenção do Grupo Desportivo Comercial é levar para a estrada o Sata integrado no IRC, mas Francisco Coelho, Presidente da Comissão Organizadora disse, em declarações à RTP Açores, que era preciso mais e melhores apoios.

Mais uma vez a questão dos apoios a esta prova voltam a ser tema, com Francisco Coelho a reconhecer que é necessário uma maior envolvimento de entidades públicas e privadas para garantir a presença do Sata Rali dos Açores no IRC de 2011.

Face aos apoios que o Rali de Portugal recebe do Turismo de Portugal, também o Sata Rali dos Açores e o Rali Vinho Madeira, deveriam ser contemplados numa lógica de promoção destes dois destinos turísticos no Mundo.

Para 2011 o Grupo Desportivo Comercial vai organizar o Rali da Ribeira Grande e o Rali da Lagoa, afirmando a mesma fonte que até já existem dois potenciais patrocinadores para esta prova que foi anulado este ano.

meekesemer10O campeonato italiano prosseguiu no passado fim-de-semana na ilha da Sardenha, com o Rally Costa Smeralda, onde se utilizaram algumas especiais do evento disputado este ano no IRC.

Kris Meeke marcou presença com um carro da Peugeot Itália e acabou por dominar a prova italiana do principio ao fim. Meeke não deu qualquer hipótese aos seus adversários, vencendo 5 dos 7 troços disputados.

Jan Kopecký venceu duas especiais mas, furou o pneu posterior direito do Skoda e ficou sem hipóteses de lutar pela vitória, após ter perdido mais de 40 segundos com o sucedido.
Os italianos esperavam mais de Andreucci mas, o seu maior adversário no campeonato (Luca Rossetti) despistou-se na segunda especial e deixou tudo mais fácil para o piloto da Racing Lions. A terceira posição para Paolo Andreucci, serviu para conseguir obter o seu quinto título no campeonato italiano.

Giandomenico Basso terminou em quinto mas viria a ser classificado na quarta posição pois, a organização reconheceu um erro na cronometragem durante a quarta especial, conseguindo desta forma, subir uma posição por troca com Renato Travaglia.

LÍDERES DO RALLY:
Kris Meeke (SS1 a 7)
VENCEDORES DE TROÇOS:
Kris Meeke (5); Jan Kopecký (2)

POS Nº PILOTO CARRO GR. TEMPOS
1º 8 Kris Meeke PEUGEOT 207 S2000 N4 1h 28m 34,9s
2º 4 Jan Kopecký SKODA FABIA S2000 N4 a 01m 07,7s
3º 1 Paolo Andreucci PEUGEOT 207 S2000 N4 a 02m 23,1s
4º 3 Giandomenico Basso FIAT PUNTO ABARTH S2000 N4 a 02m 46,8s
5º 5 Renato Travaglia FIAT PUNTO ABARTH S2000 N4 a 03m 06,6s
6º 10 Giovani Manfrinato MITSUBISHI LANCER EVO 9 N4 a 04m 12,8s
7º 14 Luigi Ricci SUBARU IMPREZA STI N14 N4 a 04m 52,2s
8º 12 Giuseppe Dettori FORD FIESTA S2000 N4 a 05m 45,9s
9º 7 Marco Signor SKODA FABIA S2000 N4 a 06m 24,4s
10º 20 A Sandrin RENAULT CLIO S1600 A6 a 12m 25,2s

Colaboração Ricardo Nascimento

 

 

 

mexiaO segundo dia do Rally de Portugal Histórico foi marcado por uma intensa competição, com as provas de classificação da zona centro do país - Lousã, Vide, Arganil, Góis, Piodão, entre outras - a produzir algumas alterações importantes ao longo dos 435 quilómetros de percurso, e que permitiram a João Mexia/Nuno Machado (Porsche 911 Coupé) subirem uma posição na geral à chegada a Viseu, assumindo-se como os novos líderes da prova.

Aliás, à chegada à cidade de Viriato todos os concorrentes foram unânimes nas dificuldades de um dia com 160 quilómetros de provas de regularidade, onde a condução teve um papel fundamental para evitar penalizações mais elevadas face às médias propostas pela organização.

Mais regulares ao longo desta ligação iniciada na Figueira da Foz e bem motivados depois do excelente jantar e do espectáculo do Casino Figueira, João Mexia/Nuno Machado acabaram por confirmar o seu estatuto como uma das equipas favoritas à vitória final, terminando a etapa em Viseu com uma vantagem de 16,9 pontos, um magro pecúlio para o que falta ainda disputar.

Mas os grandes heróis do dia foram os espanhóis Ricardo Alonso/Moises Alvarez (Ford Escort RS) que, com um desempenho notável nesta segunda etapa, saltaram da 17ª posição para o segundo lugar da geral, tornando-se na principal ameaça à liderança.

Quintos à partida da Figueira da Foz, os belgas Daniel Reuter/Robert Vandevorst (Porsche 914/6) também tiveram um dia bem positivo, subindo dois lugares na geral, colocando -se à frente do ex-campeões europeus da especialidade, Jose Lareppe/Joseph Lambert, em Opel Kadett GTE. Menos bem estiveram os primeiros líderes da prova, José Grosso/João Sismeiro (BMW 2002), que caíram quatro lugares na classificação.

Classificação no final da 2.ª etapa:
1.º João Mexia/Nuno Machado (Porsche 911 Coupé), 815,7 pontos;
2.º Ricardo Alonso/Moises Alvarez (Ford Escort RS), a 16,9pt;
3.º Daniel Reuter / Robert Vandevorst (Porsche 914/6), a 32,1pt;
4.º Jose Lareppe/ Joseph Lambert (Opel Kadett GTE), a 43,2pt;
5.º José Grosso/João Sismeiro (BMW 2002 Tii), a 46,1pt;
6.º Gustavo Martel/Nicolas Sanchez (Porsche 911 T), a 50,5pt;
7.º Javier Ortega/Secundino Infiesta (Lancia Fulvia), a 73,9pt;
8.º Iñaki Presa/German Gonzalez (Ford Escort), a 82,8pt;
9.º José L. Nunes/Segarra Marques (Alfa Romeo 2000 GTV), a 125,6pt;
10.º José Familiar/Hugo Soares (Alfa Romeo 1300), a 190,2pt

Comunicado ACP

grossoVencedora há dois anos, a dupla José Grosso-José Sismeiro (BMW 2002) entrou com o pé direito na quinta edição do Rally de Portugal Histórico, chegando à Figueira da Foz no comando da prova, depois de um dia em que se realizou uma prova de regularidade por sectores (PRS), na distância de 11,82 Km (três voltas à pista do Autódromo do Estoril) e uma prova de regularidade absoluta no Gradil.

O piloto de Leiria cimentou a sua liderança com uma excelente performance no Estoril, para depois limitar os prejuízos que a prova do Gradil causou em quase toda a caravana, obrigando, de uma forma algo surpreendente, a penalizações de certa forma pesada, que acabaram por baralhar um pouco a classificação.

Na verdade, José Grosso não foi além do 38º lugar no Gradil, mas como a maioria dos seus mais directos perseguidores acabou por não fazer muito melhor, o seu resultado permitiu-lhe mesmo assim conservar a primeira posição.

O mesmo se pode dizer de João Mexia Leitão-Nuno Machado (Porsche 911), que estiveram também em excelente plano na prova do Estoril, perdendo apenas 0,7 pontos para o mais regular e mesmo uma actuação menos conseguida no Gradil não os impediu de manter a segunda posição da geral.

Na terceira posição situa-se a primeira formação estrangeira, a dupla espanhola Marcos Adan-Gaspar Osorio (Porsche 911), quarta na primeira prova, mas mais eficientes no Gradil, o que lhes permitiu subir uma posição na geral.

No segundo dia de prova os concorrentes saem da Figueira da Foz pelas 08.30 horas para uma etapa com 435 Km. A neutralização da hora do almoço terá lugar em Arganil, entre as 13h00 e as 14h45, e chegada a Viseu está agendada para as 19h15. Ao final da tarde terá lugar a já habitual prova de PRS de Viseu (2,0 Km), na Avenida Europa, última dificuldade de um dia com 12 PRA.

Classificação no final da 1.ª etapa: 1.º José Grosso/João Sismeiro (BMW 2002 Tii), 438,6 pontos; 2.º João Mexia Leitão/Nuno Machado (Porsche 911 Coupé), a 0,7 pt; 3.º Marcos Adan/Gaspar Osorio (Porsche 911), a 1,8pt; 4.º Rui Salgado/Luis Godinho (Ford Escort RS2000), a 2,6pt; 5.º Daniel Reuter / Robert Vandevorst (Porsche 914/6), a 7,9pt; 6.º Aníbal Rolo/António Caldeira (Datsun 1600 SSS) a 9pt; 7.º Jhony Delhez/Eddy Gully (Ford Escort RS), a 11,8pt; 8.º João Vieira Borges/João Serôdio (BMW 635 CSI), a 14,8pt; 9.º Jose Lareppe/ Joseph Lambert (Opel Kadett GTE), a 17,2pt; 10.º Gustavo Martel/Nicolas Sanchez (Porsche 911 T), a 19,2pt; etc.

Comunicado ACP Sport