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haninenesdven10Com Mikkelsen por perto, Hanninen aumentou um pouco o ritmo e foi-se distanciando do piloto do Ford, para garantir mais uma vitória no IRC e assim carimbar definitivamente o título de 2010.

A Kris Meeke bastou gerir o seu andamento para terminar no 3º lugar, depois de Tierry Neuville ter furado no primeiro troço do dia e depois desistir após despiste.

Num rali em que terminaram pouco mais de 10 concorrentes, destaque ainda para o acidente de Tom Cave no Proton.

Classificação final (link)

1º Juho Hanninen - Skoda Fabia S2000 - 2h01m07,4s
2º Andreas Mikkelsen - Ford Fiesta S2000 - a 25,5s
3º Kris Meeke - Peugeot 207 S2000 - a 3m25,2s

LÍDERES DO RALLY:
Guy Wilks (SS1 e 2); Kris Meeke (SS3 e 4); Guy Wilks (SS5); Juho Hänninen (SS6 a 10)
VENCEDORES DE TROÇOS:
Guy Wilks (5); Kris Meeke (2); Juho Hänninen (5); Andreas Mikkelsen (1)

rphvence10Depois de uma equipa belga ter terminado no ano passado com a hegemonia dos pilotos nacionais no palmarés do Rally de Portugal Histórico, parece que o domínio das formações estrangeiras veio para ficar nesta quinta edição do Rally de Portugal Histórico: desta vez foram os espanhóis Ricardo Alonso/Moises Alvarez (Ford Escort RS) a levarem a melhor sobre a concorrência, sendo os mais regulares ao longo das 44 provas de classificação.

Aliás, a superioridade das equipas que nos visitaram foi grande, monopolizando os lugares do pódio, com José Grosso a ser o melhor piloto português, na quarta posição, e apenas mais dois portugueses - João Vieira Borges e Cipriano Antunes - entraram nos dez primeiros.

Para tanto, também muito contribuiu a grande hecatombe dos principais pilotos nacionais: José Grosso começou por liderar a prova, mas problemas mecânicos diversos e um furo acabaram por atrasá-lo bastante, não lhe permitindo melhor que a quarta posição; João Mexia sucedeu-lhe no comando, mas o piloto de Coimbra não foi muito mais longe, com problemas na caixa de velocidades a colocarem um ponto final na sua actuação; José Luís Nunes desistiu com problemas de motor, Paulo Grosso perdeu-se numa especial e acabou por "partir" também o motor do seu Escort e Aníbal Rolo teve uma saída de estrada no segundo dia que comprometeu qualquer hipótese de uma melhor classificação.

Perante tudo isto acabou por sobressair a natural superioridade dos pilotos estrangeiros: Ricardo Alonso andou sempre muito bem e cimentou a sua vantagem na ligação entre Arganil e Viseu, conseguindo depois defender muito bem essa vantagem, apesar de ter perdido algum do seu avanço na derradeira fase da prova, mas acabando por conquistar uma vitória totalmente justa.

A principal ameaça de Alonso acabou por ser o ex-campeão europeu de regularidade, o belga Jose Lareppe, que terminou na segunda posição, a 60,4 pontos, depois de uma segunda etapa menos conseguida.

O espanhol Marcos Adan acabou por assegurar o último lugar do pódio, devido sobretudo à sua elevada regularidade ao longo dos cinco dias de prova.

Classificação final: 1.º Ricardo Alonso/Moises Alvarez (Ford Escort RS), 1645,4 pontos;
2.º Jose Lareppe/ Joseph Lambert (Opel Kadett GTE), a 60,4pt;
3.º Marcos Adan/Gaspar Osorio (Porsche 911), a 82,4pt:
4.º Gustavo Martel/Nicolas Sanchez (Porsche 911 T), a 95,7pt;
5.º José Grosso/João Sismeiro (BMW 2002), a 112,5pt;
6.º Javier Ortega/Secundino Infiesta (Lancia Fulvia), a 146,7pt;
7.º João Vieira Borges/João Srôdio (BMW 635 CSi), a 224,2pt;
8.º Iñaki Presa/German Gonzalez (Ford Escort), a 284,5pt;
9.º.º Jhony Delhez/Eddy Gully (Ford Escort RS), a 327,7pt;
10.º Cipriano Antunes/Vicente Antunes (Audi quattro), a 594,5pt; etc.

Comunicado ACP

bannersataApesar de as duas edições do Sata Rali dos Açores no Intercontinental Rally Challenge terem sido um sucesso, a edição de 2011, mesmo constando do calendário provisório não está 100% garantido.

Claro que a intenção do Grupo Desportivo Comercial é levar para a estrada o Sata integrado no IRC, mas Francisco Coelho, Presidente da Comissão Organizadora disse, em declarações à RTP Açores, que era preciso mais e melhores apoios.

Mais uma vez a questão dos apoios a esta prova voltam a ser tema, com Francisco Coelho a reconhecer que é necessário uma maior envolvimento de entidades públicas e privadas para garantir a presença do Sata Rali dos Açores no IRC de 2011.

Face aos apoios que o Rali de Portugal recebe do Turismo de Portugal, também o Sata Rali dos Açores e o Rali Vinho Madeira, deveriam ser contemplados numa lógica de promoção destes dois destinos turísticos no Mundo.

Para 2011 o Grupo Desportivo Comercial vai organizar o Rali da Ribeira Grande e o Rali da Lagoa, afirmando a mesma fonte que até já existem dois potenciais patrocinadores para esta prova que foi anulado este ano.

skodaexscoa10Com apenas 21 concorrentes à partida, o Rally da Escócia foi ontem à noite para estrada para se disputar duas super especiais, terminando hoje a primeira etapa.

Guy Wilks foi o primeiro líder após ter vencido as duas super especiais nocturnas mas, no inicio da manhã acabaria por perder a primeira posição posição e chegou a ter uma ligeira saída de estrada na quarta especial. Posteriormente, Wilks conseguiu passar de novo para a liderança mas acabaria por ficar fora de prova após a sexta especial, devido à quebra de um veio de transmissão.

Kris Meeke também venceu uma das super especiais nocturnas, ao empatar com Wilks na segunda passagem. No inicio desta manhã, Meeke passou para a posição de líder mas, no entanto, acabaria por furar o pneu posterior direito, perdendo a liderança e 1 minuto para o mais rápido. Quando já tinha recuperado até à terceira posição, o piloto da Peugeot UK ficou sem travões na penúltima especial, terminando o dia em quarto da geral.

Juho Hänninen foi um pouco lento nas especiais nocturnas por estarem demasiado escorregadias. Com os problemas dos pilotos britânicos, o campeão IRC 2010 passou para a frente da prova na sexta especial e terminou o dia na liderança.

Andreas Mikkelsen também evitou problemas e até venceu a última especial do dia com os pneus Hankook, sendo para já, a maior ameaça de Hänninen pois, terminou a etapa a 11 segundos do campeão.

Thierry Neuville não foi dos pilotos mais rápidos mas, acabou por ser regular, sem problemas mecânicos e sem cometer erros, permitindo-lhe estar a ocupar a terceira posição, com Meeke a 15 segundos atrás de si.

Tom Cave subiu para quinto da geral na última especial, sendo agora o único piloto em prova com um Proton pois, Alister McRae desistiu no inicio da manhã com uma avaria no alternador e Keith Cronin perdeu mais de 23 minutos com problemas na direcção, acabando por desistir antes da penúltima especial.

LÍDERES DO RALLY:
Guy Wilks (SS1 e 2); Kris Meeke (SS3 e 4); Guy Wilks (SS5); Juho Hänninen (SS6 a 8)
VENCEDORES DE TROÇOS:
Guy Wilks (2); Kris Meeke (2); Juho Hänninen (4); Andreas Mikkelsen (1)

mexiaO segundo dia do Rally de Portugal Histórico foi marcado por uma intensa competição, com as provas de classificação da zona centro do país - Lousã, Vide, Arganil, Góis, Piodão, entre outras - a produzir algumas alterações importantes ao longo dos 435 quilómetros de percurso, e que permitiram a João Mexia/Nuno Machado (Porsche 911 Coupé) subirem uma posição na geral à chegada a Viseu, assumindo-se como os novos líderes da prova.

Aliás, à chegada à cidade de Viriato todos os concorrentes foram unânimes nas dificuldades de um dia com 160 quilómetros de provas de regularidade, onde a condução teve um papel fundamental para evitar penalizações mais elevadas face às médias propostas pela organização.

Mais regulares ao longo desta ligação iniciada na Figueira da Foz e bem motivados depois do excelente jantar e do espectáculo do Casino Figueira, João Mexia/Nuno Machado acabaram por confirmar o seu estatuto como uma das equipas favoritas à vitória final, terminando a etapa em Viseu com uma vantagem de 16,9 pontos, um magro pecúlio para o que falta ainda disputar.

Mas os grandes heróis do dia foram os espanhóis Ricardo Alonso/Moises Alvarez (Ford Escort RS) que, com um desempenho notável nesta segunda etapa, saltaram da 17ª posição para o segundo lugar da geral, tornando-se na principal ameaça à liderança.

Quintos à partida da Figueira da Foz, os belgas Daniel Reuter/Robert Vandevorst (Porsche 914/6) também tiveram um dia bem positivo, subindo dois lugares na geral, colocando -se à frente do ex-campeões europeus da especialidade, Jose Lareppe/Joseph Lambert, em Opel Kadett GTE. Menos bem estiveram os primeiros líderes da prova, José Grosso/João Sismeiro (BMW 2002), que caíram quatro lugares na classificação.

Classificação no final da 2.ª etapa:
1.º João Mexia/Nuno Machado (Porsche 911 Coupé), 815,7 pontos;
2.º Ricardo Alonso/Moises Alvarez (Ford Escort RS), a 16,9pt;
3.º Daniel Reuter / Robert Vandevorst (Porsche 914/6), a 32,1pt;
4.º Jose Lareppe/ Joseph Lambert (Opel Kadett GTE), a 43,2pt;
5.º José Grosso/João Sismeiro (BMW 2002 Tii), a 46,1pt;
6.º Gustavo Martel/Nicolas Sanchez (Porsche 911 T), a 50,5pt;
7.º Javier Ortega/Secundino Infiesta (Lancia Fulvia), a 73,9pt;
8.º Iñaki Presa/German Gonzalez (Ford Escort), a 82,8pt;
9.º José L. Nunes/Segarra Marques (Alfa Romeo 2000 GTV), a 125,6pt;
10.º José Familiar/Hugo Soares (Alfa Romeo 1300), a 190,2pt

Comunicado ACP