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Nacional

TEOA 3ª prova do Campeonato de Portugal de Ralis teve uma jornada épica, com emoção até mesmo ao final de uma prova onde houve quase sempre incerteza quanto ao vencedor e houve também momentos dramáticos em termos desportivos.

A vitória final acabou por sorrir a Ricardo Teodósio com alguma sorte, mas a verdade é que o piloto algarvio fez por merecer essa sorte (até porque já tinha antes passado pela liderança da prova) e estava no lugar certo para assumir a liderança destacada do Campeonato de Portugal de Ralis.

Resumidamente, aquele que viria a ser um dos grandes protagonistas no final do rali, José Pedro Fontes, até nem teve um início de rali muito competitivo, mas a meio da prova, a mudança para pneus mais duros, permitiu que quatro vitórias consecutivas em troços lhe dessem a liderança da prova com uma boa margem, ao ponto de a dois troços do fim já ninguém acreditar que perderia esta prova. Contudo, um despiste no penúltimo troço do piloto do Citroen, recolocou Ricardo Teodósio na liderança e no caminho da vitória, a segunda da temporada e que prova a grande evolução que o algarvio tem feito na gestão (e rapidez) das suas provas.

Armindo Araújo nunca passou pela liderança da prova, mas andou muito próximo de lá estar a meio do rali, quando venceu a sexta especial e tinha o primeiro lugar a 1,8s de distância. O piloto do Hyundai tentou sempre andar no ritmo dos primeiros no segundo dia, acabando por ser decisivo o tempo que perdeu nas curtas super-especiais do primeiro dia disputadas em asfalto. Mesmo assim, o segundo lugar acaba por ser um resultado muito bom para se manter na luta pelo título.

Miguel Barbosa viria a terminar no terceiro lugar e, mais uma vez, acaba o rali de forma completamente oposta à forma como começou... onde foi o líder do rali até à 5ª especial. Uma má escolha de pneus e de ste-up para a segunda fase do rali, tornou o Skoda inconduzível e foi inevitável perder muito tempos para os primeiros classificados.

Com o 4º lugar da geral, Pedro Meireles ainda deu um ar da sua graça e das potencialidades do VW Polo ao vencer um troços quando a luta pelo primeiro lugar estava ao rubro, mas um início muito cauteloso de rali, atrasou muito o piloto que nunca discutiu nesta prova os lugares do pódio.

A partir do 4º lugar, todos os restantes pilotos ficaram a mais de 2 minutos da liderança, com Paulo Meireles em 5º lugar, fazendo valer a sua experiência na frente da maior juventude de Pedro Almeida, Joaquim Alves e Miguel Correia.

Daniel Nunes deu "banho de bola" nas duas rodas motrizes ao vencer categoricamente a categoria sem qualquer constestação. Gil Antunes limitou as perdas com o bom segundo lugar, enquanto Hugo Lopes e Paulo neto ficaram pelo caminho.

COMANDANTES SUCESSIVOS
Miguel Barbosa (Pec 1 a 5); Ricardo Teodósio (Pec 6 a 8); José Pedro Fontes (Pec 9 e 10); Ricardo Teodósio (Pec 11 a 12)

VENCEDORES DE TROÇOS
Miguel Barbosa (5); Ricardo Teodósio (2); Pedro Meireles (1); Armindo Araújo (2); José Pedro Fontes (4)

CLASSIFICAÇÃO FINAL
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CLASSIFICAÇÃO CAMPEONATO
1º Ricardo Teodósio, 70,68 pontos;
2º Ricardo Moura, 46,39;
3º Miguel Barbosa, 39,82;
4º Bruno Magalhães, 32,00;
5º Armindo Araújo, 31,94.

mortaua19Fotos: Rui Fonseca (Proíbida a reprodução de fotos sem indicação da fonte)
Evento: Rali de Mortágua 2019
Data: maio 2019
Site: www.ralisonline.net

 

mortaguaplaca19Inscritos Rali de Mortágua 2019.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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mortaguaplaca19Troços e horários Rali de Mortágua 2019

 

 

 

 

 

 

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nunoDepois de uma primeira abordagem muito positiva feita no Rali Serras de Fafe, Nuno Madeira vai regressar nos dias 3 e 4 de maio ao Campeonato de Portugal de Ralis para disputar o Rali de Mortágua aos comandos de um Ford Fiesta R5. O piloto SGS Car, que disputa regularmente o Campeonato de Portugal de Todo-o-Terreno será desta feita acompanhado pelo experiente José Janela.

Sendo a SGS Car, concessionária Ford, Nuno Madeira pretende, na prova organizada pelo Clube Automóvel do Centro, reafirmar o potencial daquele que considera ser o melhor dos R5. "A estreia em Fafe excedeu as minhas expetativas. Durante o rali fiquei muito longe de utilizar o limite do carro a nível de motor, mas foi, todavia, uma boa oportunidade para testar a minha condução num rali de terra. Consegui na altura perder apenas 27 segundos em 8 km para um dos melhores pilotos do mundo", salienta Nuno Madeira.

"Agora com um pouco mais de experiência sinto que ainda posso fazer melhor com este Ford que é muito fácil de conduzir. Vou ter pela frente um rali de terra. Vai ser ótimo poder competir numa prova com estas características e com troços que percorrem paisagens tão interessantes. O objetivo também passa por me divertir e poder desfrutar ao máximo de mais esta experiência, mas, acima de tudo, demonstrar novamente a fiabilidade do Ford Fiesta R5.", adianta Nuno Madeira.

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