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Troços e horários do Ral

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O Rali Vinho Madeira estará na estrada dias 3 e 5 de Agosto, sendo pontuável para o TER (Troféu Euro

Sábado, 24 Junho 2017 Comente

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Ni Amorim eleito para pr

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Ni Amorim foi o vencedor, na noite desta segunda-feira, das eleições para a presidência da Federação

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Sábado, 20 Maio 2017 Comente

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rvmlogoO Rali Vinho Madeira estará na estrada dias 3 e 5 de Agosto, sendo pontuável para o TER (Troféu Europeu de Ralis) Nacional de Ralis e Campeonato da Madeira.

 

 

 

 

 

 

vinhomadeirahorarios17

niamorimNi Amorim foi o vencedor, na noite desta segunda-feira, das eleições para a presidência da Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting (FPAK), com 47 votos, contra 44 de Manuel Mello Breyner, que ao fim de um mandato viu ser-lhe retirada a confiança por parte da maioria dos associados daquele organismo.

"Sinto uma grande satisfação e, ao mesmo tempo, orgulho por ser eu o escolhido para liderar a FPAK, sinal inequívoco de que o rumo seguido pelo Executivo anterior estava longe de corresponder aos anseios dos associados, mas também tenho consciência da responsabilidade que a partir de agora, face às expetativas criadas, recai sobre os meus ombros. É tempo de cerrar fileiras e colocar mãos à obra, porque há muito trabalho a fazer. Serei, podem ter a certeza, um presidente da FPAK de todos os associados, incluindo daqueles que não votaram em mim hoje, e conto com a colaboração de todos", declarou Ni Amorim, o antigo piloto que vai, a partir de agora, presidir à Federação de Automobilismo e Karting até 2020.

Ni Amorim será o quinto presidente da história da FPAK, que foi fundada em 1994 – sucedendo à Comissão Desportiva Nacional (CDN) como organismo federativo –, depois de César Torres, Vasconcelos Tavares, Luís Pinto de Freitas e de Manuel Mello Breyner.

ÓRGÃOS SOCIAIS DA FPAK – 2017/2020

Presidente Fernando Amorim

DIRECÇÃO

Vice-presidente Álvaro Portela

Vice-presidente Fernando Campos Ferreira

Vogais Camilo Figueiredo

Francisco Armando Reis Fidalgo

Francisco Mora

João Ferreira

João Rito

Pedro Calado

Rúben Gabriel Macedo

ASSEMBLEIA GERAL

Presidente Dr. Amorim Pereira

Vice-presidente Drª Ana Sofia Ferreira da Costa

Dr. Paulo Norberto Meireles de Sousa

Dr. Augusto Roxo

CONSELHO DE COMISSÁRIOS

Presidente Claudino Romeiro

Vice-presidente Rui Carvalho

Gonçalo Nuno Silva

António Faria

Miguel Glória

CONSELHO DE DISCIPLINA

Presidente Tiago Rodrigues Bastos

Vice-presidente João Carlos Pereira Medeiros

Carlos Carvalho

Joaquim David Silva Romeiro

José Ricardo Branco Gonçalves

TRIBUNAL DE APELAÇÃO

Presidente Rui Moura

Vice-presidente José Manuel Leite

Ângelo Moura

Tiago Cardoso da Silva

Joana Moreira Dias Frias Roxo

CONSELHO FISCAL

João Monarca Pires & Associados, SROC, Ldª

João Alberto Monarca Pires

Cristina Maria do Coito Roque

CONSELHO GERAL

Álvaro Castelo Branco
Ana Isa Cabral
António Nunes da Silva
António Sequeira
Augusto Roxo
António Miguel Sequeira
Barbosa Ferreira
Carlos Barbot
Carlos Cruz
Daniel Matos
José Lopes Rodrigues
João Mira Gomes
Jorge Conde
José Guilherme Aguiar
Luís Palha da Silva
Mário Figueiredo
Paulo Barros Vale
Pedro Couceiro
Rui Faria
Rui Macedo Silva

insidevidr17posDaniel Nunes / Rui Raimundo e Gonçalo Inácio / Paulo Marques terminaram o Rali Vidreiro com prestações positivas, mas os resultados foram bem distintos.

Com uma fase inicial muito positiva, Daniel Nunes / Rui Raimundo começaram por lutar pela liderança das duas rodas motrizes, mas uma saída de estrada atrasou muito esta dupla. Já Gonçalo Inácio / Paulo Marques tiveram uma estreia muito positiva ao volante do Peugeot 208 R2, terminando com um resultado muito interessante.

"Os nossos dois Peugeot 208 R2 estiveram de novo em grande forma, demonstrando grande fiabilidade e competitividade mesmo perante carros mais competitivos no Campeonato Nacional de duas Rodas Motrizes. Foi pena a saída de estrada do Daniel Nunes, pois estava a fazer uma grande prova, tendo ganho troços. O Gonçalo Inácio fez uma prova inteligente, foi evoluindo a sua performance com o 208 e terminou o rali já mais à vontade com o carro", explica Joaquim Batalha, responsável da Inside Motor.

Daniel Nunes: "o balanço é muito positivo. Apesar do resultado estar longe da exibição. Preparamos este rali com vontade de marcar a diferença e ser eficazes. No primeiro dia correu tudo perfeito, acabando o mesmo a 6 segundos da liderança. A nossa estratégia era atacar nos trocos sujos e sinuosos da zona da Mata Mourisca para depois na mata de São Pedro perdermos para a concorrência que fazia muito mais velocidade de ponta que o nosso Peugeot. Entramos na segunda etapa muito fortes e com muita confiança. Porém, um erro meu com algum exagero deitou por água abaixo um resultado de relevo que era a nossa ambição. Mais uma vez a estrelinha não estava do nosso lado. São ralis!!! Graças ao público continuamos em prova e continuamos a provar que fomos rápidos e até ganhamos especiais. A Inside Motor está de parabéns preparou um carro a altura da vitória que eles bem mereciam. Vamos voltar ainda mais confiantes para dar um resultado que a equipa merece".

Gonçalo Inácio: "o resultado foi positivo e os objetivos foram cumpridos. Conseguimos terminar a prova sem sustos, fui evoluindo com calma, havendo um longo caminho para conseguir acompanhar o ritmo dos primeiros. Mesmo assim, terminamos com um bom 13º lugar da geral, 4º das duas rodas motrizes e segundo entre os RC4".

marianaMariana Carvalho e Ana Monteiro entraram no Rali Vidreiro – Centro de Portugal apostadas em conseguir um bom resultado. A dupla do C2 R2 estava novamente na luta pelo primeiro lugar entre as Senhoras quando um tubo partido levou ao abandono no asfalto da Marinha Grande.

O rali organizado pelo Clube Automóvel da Marinha Grande era a terceira prova da época de Mariana Carvalho, que sempre gostou dos rápidos troços da zona de São Pedro de Moel. Além disso, a navegadora Ana Monteiro é natural da região (Leiria) e como tal o Rali Vidreiro – Centro de Portugal trazia boas perspetivas para a dupla do Citroën C2 R2.

O dia de sexta-feira foi positivo para a piloto de Famalicão, que depois na manhã de sábado manteve o segundo lugar entre as Senhoras no troço que abriu o dia. Só que na PEC5, Assanha da Paz (9.86 kms), o carro francês começou a perder rendimento e obrigou mesmo Mariana Carvalho a parar definitivamente após quatro quilómetros, quando um tubo do óleo cedeu.

"Estávamos animadas porque os troços de São Pedro tinham corrido bem e só tivemos um pequeno percalço na Super Especial que nos fez perder tempo. O primeiro troço de sábado também foi normal mas logo nos primeiros quilómetros da PEC5 percebemos que o carro estava a falhar e decidimos parar e tentar perceber o que se passava. Quando abrimos o capô vimos óleo por todo o lado e simplesmente não era possível chegar ao fim do troço sem danificar ainda mais o carro. Foi pena porque são coisas dos ralis mas que, obviamente, nos deixam sempre tristes porque pouca ou nada podemos fazer. Não tivemos muita sorte com a mecânica nestes três ralis mas pelo menos sinto que evoluímos sempre que o carro esteve em condições", afirmou Mariana Carvalho, que na altura da desistência tinha uma vantagem superior a dois minutos sobre a equipa que ocupava o terceiro lugar do pódio entre as Senhoras.

Desta forma, a vitória na prova feminina do Rali de Castelo Branco (em março) foi o ponto alto da temporada de Mariana Carvalho e Ana

Monteiro, que nesta altura não têm garantido mais nenhum rali do Campeonato Nacional.

 

arcvidrEram seguramente três pontos de vista diferentes, para as três equipas que a ARC Sport apoiou no Rali Vidreiro Centro de Portugal. Três abordagens diferentes a uma prova do Campeonato Nacional de Ralis, que acabou por demonstrar que qualquer um dos três pilotos presentes tem enormes possibilidades de evolução.

Joaquim Alves e Luís Ramalho pretendiam colocar o Ford Fiesta R5 perto do ideal e acabaram dentro das suas previsões no 4º lugar da classificação geral.

"Tirámos excelentes conclusões em relação ao comportamento do carro, que está mais próximo da afinação ideal em asfalto, mais ainda falta um degrau. Este foi seguramente um teste positivo, embora acreditasse que poderia ter estado mais perto dos pilotos da frente. É o tal degrau que ainda nos falta subir. De qualquer forma estou bastante satisfeito com esta participação no Rali Vidreiro. Em relação a próximos compromissos, ainda vou decidir se irei estar presente no Rali da Madeira em agosto", afirmou Joaquim Alves.

António Costa que desta vez se fez acompanhar por Ricardo Faria no Renault Clio R3 da ARC Sport, já tinha mostrado andamentos muito eficazes entre os principais concorrentes às duas rodas motrizes. Desta vez e depois de resolvido um problemas elétrico que limitou as suas prestações no primeiro dia de prova, voltou a discutir os melhores tempos.

"Ficou além das expectativas, apesar de tempos fabulosos em alguns troços. Depois de resolvido o problema elétrico do Clio, que nos limitou muito o andamento, ficou de novo provado que podemos discutir a vitória nas duas rodas motrizes. Foi pena o furo que tivemos logo no início da primeira especial de São Pedro, que também nos obrigou a perder demasiado tempo. Este ano pretendo fazer mais alguns ralis da Taça, porque há falta de apoios para as provas do Campeonato Nacional de Ralis", afirmou António Costa.

De regresso ao CNR e ao volante do Mitsubishi Lancer Evo IX, Paulo Caldeira e Ana Gonçalves mostraram nas especiais do Rali Vidreiro total confiança e uma evolução muito positiva, para quem participa apenas pela 3ª vez numa prova pontuável para o nacional da especialidade.

"Estamos mesmo muito animados com a nossa prestação nesta prova. A afinação do carro estava soberba e a navegadora esteve excelente ao longo de todo o rali da sua terra", afirmou sorridente Paulo Caldeira, referindo-se à sua mulher que o navegou nesta prova. "Penso que a nossa participação foi bastante positiva, pois nem todos conseguem tempos tão perto dos dez primeiros, logo no 3º rali do nacional em que participam. Este ano vamos tentar fazer mais algumas provas. Se aparecerem patrocinadores, até pode ser que decida ir até ao Rali da Madeira", disse o piloto natural de Freixo de Espada à Cinta.

Para a ARC Sport foi mais uma missão cumprida. Três carros à partida e três carros à chegada, com resultados positivos em relação a comportamentos e afinações pretendidas.

"Para além do problema elétrico no Renault, que condicionou o resultado do António Costa, estamos bastante satisfeitos com o desfecho da nossa participação. Mesmo assim, e depois de resolvidos os problemas no Renault o António demostrou que pode discutir a liderança entre as duas rodas motrizes. Quero deixar também os meus parabéns ao Joaquim Alves e ao Paulo Caldeira que estiveram em excelente plano, demonstradas que foram, evoluções muito positivas. Quanto a toda a equipa, voltaram a demonstrar grande entrega e excelente profissionalismo", disse Augusto Ramiro, responsável pela casa de Aguiar da Beira.