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Troços e horários Rali V

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Troços e horários Rali Vinho da Madeira 19              

Sexta, 12 Julho 2019 Comente

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Quarta, 2 Janeiro 2019 Comente

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gilDepois da vitória nos Açores, Gil Antunes e Diogo Correia voltaram a sair na mó de cima no Rali de Mortágua, ao alcançarem o segundo lugar no Campeonato de Portugal de Ralis Duas Rodas Motrizes. Começaram por liderar o rali, no primeiro dia, mas as três superespeciais foram apenas um aperitivo para um segundo de prova que se adivinhava difícil. Ainda para mais, quando a dupla era responsável por abrir a estrada, uma tarefa ainda mais complicada quando se tratam de troços de terra e, por isso, muito sujos na fase inicial. “Mas não baixamos os braços, sabiamos que ia ser uma tarafa árdua, no entanto tentamos entrar com uma atitude positiva e com a vontade de vencer em alta”, disse piloto.

Apesar dos esforços, e de manterem uma toada no limite, Gil Antunes e Diogo Correia acabaram por cair até ao segundo posto. No final da manhã, na paragem para a assistência, optaram por não arriscar porque, depois da desistência em Fafe, não há margem para erros. Como a subida ao primeiro lugar era difícil, optaram por se resguardar e assegurar o segundo posto, que lhes permitiu ascender à mesma posição na tabela classificativa do campeonato. O navegador acrescentou que “o objetivo principal foi cumprido: amealhar pontos e manter acesa a luta pelo título de campeões. Estamos ainda mais entusiasmados com a restante temporada”.

Há pelo menos quatro pilotos na luta pelo cobiçado troféu mas “é assim que gostamos que a competição seja, com concorrentes fortíssimos que não nos permitam descansar nem perder a concentração por um segundo”, terminou o piloto.

A próxima ronda do Campeonato de Portugal de Ralis discute-se no Vodafone Rally de Portugal, mas, este ano, a dupla escolheu deixar essa prova de fora. Quer isto dizer que volta em Castelo Branco e, por isso, já na fase de asfalto. Será assim uma oportunidade de preparar bem a segunda metade da época, com cinco provas nesse tipo de piso.

etoaposmorPaulo Neto / Vitor Hugo foram obrigados a desistir no decorrer do Rali de Mortágua quando lutavam por um resultado que lhes poderia permitir ascender à liderança do Campeonato de Portugal de Ralis de 2RM.

A desistência no decorrer da 9ª especial de classificação do Rali de Mortágua foi muito inglória para a dupla Paulo Neto / Vitor Hugo. Quando lutavam abertamente pelo segundo lugar nas duas rodas motrizes um problema com a bomba de água deixou o Citroen DS3 R3T Max parado, obrigando à desistência.

"Não tivemos um início de rali fácil. Perdemos muito tempo nas super-especiais em Águeda e em Mortágua, ambas disputadas em asfalto e com pouca quilometragem, onde não quisemos também arriscar nada. A verdade é que partimos para o segundo dia já com um atraso grande face aquilo que era a nossa expetativa. Mesmo assim, e já com os troços em terra conseguimos ser regularmente competitivos e isso permitiu-nos entrar na discussão do segundo lugar nas duas rodas motrizes", afirma Paulo Neto, dizendo que "pouco a pouco fomos recuperando tempo e à entrada da nona especial de classificação estávamos a 3 segundos do segundo lugar, pelo que tínhamos que manter o nosso ritmo e a nossa concentração para tentarmos alcançar o segundo lugar. Porém, uma avaria com o Citroen deixou-nos parados e sem quaisquer hipóteses de continuar na prova, deitando literalmente por terra um resultado que era muito importante em termos de classificação no campeonato".

Depois do Rali de Mortágua, Paulo Neto referiu ainda que "vamos agora avaliar qual será a nossa próxima prova. Como afirmamos no início do ano a nossa temporada será decidida prova a prova. Não foi o resultado que queríamos em Mortágua, mas os ralis são mesmo assim e por isso só nos resta esperar que a sorte regresse já no próximo rali em que estivermos presentes".

A Paulo Neto Sport conta com a assistência técnica da P&B Racing e dos parceiros Weber, Baxi, Dominó, Listor, Italbox, Quantinfor, Total, Vitarte, Banhoazis, Peçintra e Cision, para esta temporada no Campeonato de Portugal de Ralis.

jpfposmort19Mostrou-se por demais inglório o acidente que definiu o final de prova José Pedro Fontes e Inês Fontes. Aconteceu no penúltimo troço, numa altura em que a dupla do C3 R5 do Citroën Vodafone Team defendia a liderança que detinha à entrada da ultima secção do Rali de Mortágua, impedindo a equipa de alcançar uma vitória que seria sua por direito, tal a demonstração de poder exercida nos troços da tarde de hoje.

"Tudo aconteceu na fase final do troço, numa zona que nem identificámos como perigosa, apesar de rápida e estretia. Num ressalto a traseira do carro escorregou e embateu com alguma violência, impedindo-nos de continuar em prova. È verdade que o desfecho foi negativo, mas não posso deixar de sublinhar a excelente performance que rubricámos e que tinham tudo para ser materializada num triunfo. Estou triste, mas não desanimado. Acho que temos condições para voltar a andar a este ritmo e lutar pela vitória em qualquer das provas que temos pela frente. Lamento o sucedido em boa parte por não poder dar à minha equipa um triunfo que parecia certo. Resta-me dar os parabéns ao vencedor e iniciar já a preparação do Vodafone Rally de Portugal. ", explicou José Pedro Fontes, ele que, tal como a sua navegadora Inês Ponte saíram ilesos de um acidente, que danificou apenas o C3 R5.

No que se refere ao rali, "depois das Super Especiais de ontem, troços com características muito próprias, o dia de hoje teve duas fases distintas: uma de manhã, em que os troços estavam muito duros, com muita pedra solta, o que degradou um pouco os nossos pneus, não nos permitindo chegar tão longe quanto queríamos, e outra de tarde em que, com uma melhor escolha de pneus, conseguimos impor as valências do nosso C3 R5. Vencemos 4 troços e preparávamo-nos para vencer o rali, só que o destino assim não quis..."

 

armmorArmindo Araújo e Luís Ramalho voltaram a subir ao pódio no Rali de Mortágua, ao terminarem a edição 2019 da prova organizada pelo Clube Automóvel do Centro na segunda posição da geral.

Numa prova extremamente disputada, os campeões nacionais foram uma das equipas que se intrometeu na luta pela vitória até à derradeira especial de classificação, terminando a menos de dez segundos dos vencedores. "Foi um rali muito disputado e onde quatro equipas conseguiram manter a incerteza quanto ao vencedor até final. Conseguimos um bom resultado em termos de campeonato e isso é importante. Logicamente que gostaríamos de ter repetido a vitória nesta prova, mas os nossos adversários estiveram um pouco melhor hoje", começou por dizer Armindo Araújo.

Com duas provas disputadas e ainda seis para disputar, a dupla do Hyundai i20 R5 regressará no final do mês de Maio ao activo aquando a realização do Rali de Portugal. "Vamos começar a preparar o próximo rali e trabalhar para que possamos estar ainda mais fortes", concluiu o piloto de Santo Tirso.

O Rali de Portugal será a terceira prova pontuável para o Team Hyundai Portugal | Armindo Araújo e vai para a estrada entre os dias 30 de Maio e 2 de Junho

TEOA 3ª prova do Campeonato de Portugal de Ralis teve uma jornada épica, com emoção até mesmo ao final de uma prova onde houve quase sempre incerteza quanto ao vencedor e houve também momentos dramáticos em termos desportivos.

A vitória final acabou por sorrir a Ricardo Teodósio com alguma sorte, mas a verdade é que o piloto algarvio fez por merecer essa sorte (até porque já tinha antes passado pela liderança da prova) e estava no lugar certo para assumir a liderança destacada do Campeonato de Portugal de Ralis.

Resumidamente, aquele que viria a ser um dos grandes protagonistas no final do rali, José Pedro Fontes, até nem teve um início de rali muito competitivo, mas a meio da prova, a mudança para pneus mais duros, permitiu que quatro vitórias consecutivas em troços lhe dessem a liderança da prova com uma boa margem, ao ponto de a dois troços do fim já ninguém acreditar que perderia esta prova. Contudo, um despiste no penúltimo troço do piloto do Citroen, recolocou Ricardo Teodósio na liderança e no caminho da vitória, a segunda da temporada e que prova a grande evolução que o algarvio tem feito na gestão (e rapidez) das suas provas.

Armindo Araújo nunca passou pela liderança da prova, mas andou muito próximo de lá estar a meio do rali, quando venceu a sexta especial e tinha o primeiro lugar a 1,8s de distância. O piloto do Hyundai tentou sempre andar no ritmo dos primeiros no segundo dia, acabando por ser decisivo o tempo que perdeu nas curtas super-especiais do primeiro dia disputadas em asfalto. Mesmo assim, o segundo lugar acaba por ser um resultado muito bom para se manter na luta pelo título.

Miguel Barbosa viria a terminar no terceiro lugar e, mais uma vez, acaba o rali de forma completamente oposta à forma como começou... onde foi o líder do rali até à 5ª especial. Uma má escolha de pneus e de ste-up para a segunda fase do rali, tornou o Skoda inconduzível e foi inevitável perder muito tempos para os primeiros classificados.

Com o 4º lugar da geral, Pedro Meireles ainda deu um ar da sua graça e das potencialidades do VW Polo ao vencer um troços quando a luta pelo primeiro lugar estava ao rubro, mas um início muito cauteloso de rali, atrasou muito o piloto que nunca discutiu nesta prova os lugares do pódio.

A partir do 4º lugar, todos os restantes pilotos ficaram a mais de 2 minutos da liderança, com Paulo Meireles em 5º lugar, fazendo valer a sua experiência na frente da maior juventude de Pedro Almeida, Joaquim Alves e Miguel Correia.

Daniel Nunes deu "banho de bola" nas duas rodas motrizes ao vencer categoricamente a categoria sem qualquer constestação. Gil Antunes limitou as perdas com o bom segundo lugar, enquanto Hugo Lopes e Paulo neto ficaram pelo caminho.

COMANDANTES SUCESSIVOS
Miguel Barbosa (Pec 1 a 5); Ricardo Teodósio (Pec 6 a 8); José Pedro Fontes (Pec 9 e 10); Ricardo Teodósio (Pec 11 a 12)

VENCEDORES DE TROÇOS
Miguel Barbosa (5); Ricardo Teodósio (2); Pedro Meireles (1); Armindo Araújo (2); José Pedro Fontes (4)

CLASSIFICAÇÃO FINAL
mortaguafinal19

CLASSIFICAÇÃO CAMPEONATO
1º Ricardo Teodósio, 70,68 pontos;
2º Ricardo Moura, 46,39;
3º Miguel Barbosa, 39,82;
4º Bruno Magalhães, 32,00;
5º Armindo Araújo, 31,94.

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