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croniRALI FAFE MONTELONGO

ATÉ QUE ENFIM...

E de repente, vindo do nada, o DEMOPORTO organiza e põe na estrada uma prova de asfalto do Campeonato da Europa de Ralis bem no meio da "ansiedade pandémica"

Muito ainda se vai culpar o COVID 19 pela inoperância e paralisia das instituições e pessoas

Máscaras para um lado, álcool gel (ou parecido) para outro....

Não andes, não fales, não te sentes sem se limpar e vai daí dá cá uma cotovelada...

Tá tudo bem... Fixe e a família? .... ou seja .... Não tens COVID pois não? e lá por casa ?

E depois de meses e meses de disparates em cima de disparates, graves decisões que feriram de morte empresas e empresários, projetos e investimentos, e conseguiram pôr a economia em estado de coma...

E para que serviram confinamentos, sacrifícios de quarentenas absurdas, comércio e serviços encerrados ou a fechar às 20 horas como se o papão COVID atacasse a partir dessa hora.

E o "pico" foi aplanando, e o Serviço Nacional de Saúde não foi estrangulado, porque rapidamente os números começaram a melhorar enchendo de orgulho as cabecinhas pensadoras..

Então e agora que os números estão assustadoramente mais elevados...mais que nunca... É impensável parar o país porque a economia não resistiria !!!

Tudo isto faz-me recuar tão simplesmente à Primavera de 2019, que sem COVID, sem máscaras, sem alcool gel mas com gripe sazonal, aquela que aparece todos os anos e que também é altamente contagiosa, morreram em Portugal entre Março e Junho 3800 pessoas dos efeitos secundários de GRIPE - Virus SARS do grupo do COVID 19
E que é das máscaras, do distanciamento social do alcool gel e etc e tal

Está aqui uma história muito mal contada...

Mas voltando ao Rali Fafe Montelongo... ATÉ QUE ENFIM !!!

Apesar de todas as dificuldades que esta organização deveria ter tido para organizar e executar um Rali do Campeonato Europeu em tempo record, com a imposição das regras e restrições associadas aos eventos desportivos que são do conhecimento geral, O Rali Fafe Montelongo 2020 obteve, na nossa opinião, nota muito elevada

A preocupação com o distanciamento social imposto, a separação dos parques de assistência para os rapazes do Europeu e a rapaziada cá do cantinho, a montagem de toda uma estrutura na estrada que permitisse que a provas se disputassem com a maior segurança e competitividade.

As especiais que fizemos no dia de Sábado, além de estarem bem desenhadas encerravam um misto de rapidez e condução, com "muita mão de obra" que fizeram a nossa delícia...Há muito tempo que não tinha tanto "gozo" a disputar umas especiais de classificação..

Depois, e para que a exemplo dos ralis anteriores, este Rali de Asfalto não se transformasse num Rali de Terra, a organização cuidou de colocar varas de aço rodeadas de pneus nas bermas, para que ao reconhecer e mesmo no rali essas curvas não se pudessem transformar num mar de terra batida.

Todas as especiais estavam sinalizadas, desde o CHC ao CHP e ao STOP com pequenas placas identificativas para que não houvesse dúvidas de onde até onde se estendia a classificativa...

E mais, todos os cruzamentos sinalizados no Road Book, estavam sinalizados na estrada com o respetivo número da figura do Road Book e com um seta indicativa de direção... que maravilha !!!

Tão fácil tornar um Rali agradável e competitivo, tornando tudo mais agradável para os verdadeiros interpretes desta festa ... os pilotos!!!

Quanto à nossa prova, tudo se conjugou para que não houvesse qualquer problema com o nosso carro e com a equipa, decorrendo tudo dentro das espectativas, e realizando uma performance ao nosso melhor nível, dentro do que podemos e sabemos!!!

Levando em conta também que os 120 CV do nosso motor Pinto não podem ombrear com a grande maioria dos nossos concorrentes... até mesmo os da classe H75.... Que diferença !!!

Mas é o que temos e a mais não somos obrigados !!!

E o Campeonato de Portugal de Ralis Clássicos com mais de uma dúzia de concorrentes... Até parecia a sério !!!
Tão a sério, que até o S. Pedro se emocionou e deixou que o Sol brilhasse e transformasse o Rali , com previsões de muita chuva, num rali parcialmente seco, bem mais do agrado de pilotos e das "gentes" que apesar dos avisos não deixou os seus créditos por mãos alheias e povoou as bermas.

Se houve distância social... Não reparei... e se querem saber... Também não liguei...

....Estava a divertir-me...

Victor Calisto

calistfaffi20O Campeonato de Portugal de Clássicos de Ralis teve no Rali Fafe Montelongo, a sua quarta prova da temporada, na qual Vitor Calisto / António Cirne a bordo da Ford Escort RS 2000 MK1, obtiveram um pódio entre os Históricos 75.

"O Rali Fafe Montelongo foi para nós um dos melhores ralis que disputei nos clássicos. Em primeiro lugar porque teve a maior lista de inscritos do ano, demonstrando que os clássicos estão a ganhar cada vez mais adeptos. Em segundo lugar, porque consegui realizar esta prova sem que o Ford Escort tenha dado algum problema, o que revela o excelente trabalho que a Inside Motor tem vindo a fazer no carro. Depois porque foi um rali onde tive um bom ritmo de prova, não cometi erros, o que nos permitiu voltar a terminar mais uma prova desta competição. Por último, destaco ainda, a utilização dos novos pneus Pirelli de asfalto que usamos no carro. É certo que as condições atmosféricas estiveram muito instáveis, com o piso de asfalto a estar sempre muito escorregadio, mas mesmo assim deu para perceber que estes Pirelli permitem-nos ser mais competitivos", afirma Vitor Calisto.

Desportivamente o Rali Fafe Montelongo, segundo Vitor Calisto, "decorreu dentro daquilo que esperávamos. Andámos ao ritmo que nos é possível andar e tendo um dos carros menos competitivos do plantel também não podemos aspirar a fazer muito melhor daquilo que temos feito em todas as provas. A somar ao 11º lugar da geral, entre os 16 concorrentes que partiram para esta prova, conseguimos mesmo assim obter um pódio entre os Histórico 75 o que nos permite manter a liderança nesta classe e, também, manter-nos entre os primeiros da classificação geral do Campeonato de Portugal de Clássicos de Ralis".

RUIDepois de ver o ambicioso calendário internacional que tinha preparado para 2020, ficar fora de hipótese, devido ao surto pandémico, Rui Madeira vai finalmente "a jogo", no ano em que comemora 30 anos de carreira. Serão 4 os ralis que contarão com a presença do consagrado piloto arquiteto e todos em território nacional.

São três décadas de carreira para o arquiteto de Almada que, em Depois de uma longa espera, chegou a hora de ouvir rugir o motor do Mitsubishi Lancer, saído então das oficinas da Ralliart, com que Rui Madeira e Nuno Rodrigues da Silva vão novamente competir, comemorando os 30 anos de carreira do piloto que 1995, deu a Portugal o título da Taça FIA de Grupo N, dando então a Portugal o primeiro grande triunfo no Mundial de Ralis.
De fora ficam as provas inicialmente previstas, com a exceção do Spirit, pois, como lamenta Rui Madeira, foram "todas anuladas devido ao COVID-19, gorando assim os nossos planos internacionais. É uma situação totalmente compreensível, devido a este momento grave e único que atravessamos e devemos é realçar a coragem dos organizadores, principalmente os nacionais, que estão a conseguir montar provas e, pelo que vem sucedendo, com todas as garantias de segurança e com sucesso competitivo. Estão de parabéns".
E será em terras beirãs que a dupla "mundialista" voltará a estar no habitáculo do seu Lancer. O Constálica Rali de Vouzela terá honras de abertura das "hostilidades" por parte da dupla. A prova organizada pelo GAS e que vai para a estrada nos dias 26 e 27 de setembro, será em asfalto e, em jeito de antecipação, Rui Madeira garante que "estaremos lá para não só andar rápido, mas para dar espetáculo e assim honrar os pergaminhos dos nossos patrocinadores e da nossa carreira. Estamos muito contentes por finalmente poder competir e Vouzela tem tudo para nos agradar, pois, pelo que sabemos, tens excelentes especiais e é um rali que, ano após ano, tem vindo a ganhar prestígio".
Seguir-se-ão os ralis Spirit, Luso e Camélias, num calendário que "dentro dos condicionalismos, se revela bem aliciante para nós e para quem nos apoia".

Época internacional poderá acontecer em 2021

Frustrados os planos iniciais para o ano corrente, Rui Madeira não esconde que "gostaria de fazer transitar para 2021, o ambicioso projeto que tínhamos garantido para este ano. Vamos falar com os nossos patrocinadores e logo veremos se receberemos luz verde para concretizar as presenças em ralis internacionais de grande prestígio, dentro dos que se inserem no espírito Legends", não rejeitando a hipótese de alinhar "no Rali Fafe Montelongo, se este conseguir entrar, no próximo ano, para o Europeu de Históricos. Gostaríamos muito de lá ir competir com o Lancer, medindo, uma vez mais, forças com os melhores da Europa".

PROGRAMA 2020
Rali de Vouzela, 26 e 27 de setembro
Rali Spirit (Porto, Portugal), 22 a 24 de outubro
Rally do Luso, 7 e 8 de novembro
Rali das Camélias, 1 de dezembro

spirit copy"Tempos excecionais exigem ralis de exceção" – é sob este lema que terá lugar, entre 22 e 24 de outubro, a sexta edição do RallySpirit!

Fruto das inusitadas circunstâncias que o mundo atravessa, o evento dará prioridade à saúde pública. A prova disputar-se-á, assim, em 2020, sob a égide das indispensáveis medidas protocolares de segurança sanitária e ao abrigo do plano de contingência traçado pela FPAK (Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting), sob as orientações da DGS (Direção-Geral de Saúde), para a máxima proteção de todos os agentes envolvidos.

Face à atual situação, a decisão de realizar o evento não se afigurou fácil, mesmo se o caminho mais simples seria o da anulação. Todavia, após elevada ponderação, entendem os responsáveis da X Racing (entidade promotora) que os adeptos do RallySpirit e a economia local merecem todo o empenho para ajudar a "virar a página" de um momento tão difícil como o que estamos a viver. É assim, neste contexto, que a organização e as Câmaras Municipais envolvidas deram "luz verde" à viabilização do RallySpirit 2020, ainda que plenamente conscientes que, uma evolução negativa ou agravamento da situação da saúde pública, durante os mais de três meses que faltam para a prova se disputar, poderá condicionar, em definitivo, a sua realização em 2020.

Vivenciando uma experiência a todos os títulos diferente, o RallySpirit 2020 não deixará, contudo, de respeitar a sua génese, proporcionando momentos únicos a equipas, pilotos e espectadores, que voltarão a desfrutar dos mais míticos carros de ralis de todos os tempos.

Aliás, o facto de pela primeira vez integrar o calendário do "Slowly Sideways Europe" – a par de algumas das melhores provas de "Rally-Legends" mundiais, como é o caso do "Eifel Rallye Festival", do "Alsaces Rallye Festival" e do "Rallye Festival Valles Pasiegos" – confirma a meritória evolução, ano após ano, do RallySpirit e do seu cada vez maior reconhecimento internacional.

"Grupo B" estão garantidos!
Num ano de especial contenção e prudência, não está prevista a presença de um Top Driver internacional (a exemplo do que aconteceu com Miki Biasion em 2016, Ari Vatanen em 2017, François Delecour em 2018 e Stig Blomqvist em 2019). Mas isso não significará menos emoções na estrada, uma vez que a organização da X Racing volta a prometer um parque automóvel muito exclusivo, com um bom número de "Grupo B", que tornará o RallySpirit 2020 numa edição tão especial quanto as anteriores.

Quanto ao esquema competitivo idealizado pela X Racing e CAST (Clube Automóvel de Santo Tirso), a prova de 2020 tem como principal alteração a mudança do seu centro nevrálgico, que passa agora a estar localizado em Barcelos, cidade responsável por acolher o arranque e o final da prova. Contudo, Vila Nova de Gaia e o Porto, continuam a contribuir para o carácter singular e mítico da prova, com passagens garantidas pela emblemática Marginal de Gaia e Avenida dos Aliados (Porto), frente à Câmara Municipal do Porto.

Para Pedro Ortigão, um dos responsáveis da X Racing, "a viabilização do RallySpirit 2020 representa um grande esforço da nossa parte e foi devidamente ponderada por todos, com a consciência de que, a três meses da prova, ou avançávamos agora ou teríamos de adiar o evento para 2021. Assumindo o risco, já começamos a trabalhar nesta sexta edição, onde será muito importante cumprir e fazer cumprir as medidas excecionais de saúde pública que estiverem em vigor, de forma a garantir a segurança de todos. Em todo o caso, estaremos naturalmente atentos ao evoluir da situação e, em caso de força maior, também estamos preparados para voltar com a decisão atrás e inviabilizar o evento este ano".

Nestas circunstâncias, Pedro Ortigão refere também ser essencial "contar com a colaboração de todos, para que esta festa do automobilismo nacional volte a marcar encontro com o sucesso, até porque, desportivamente, estamos em crer não faltarão argumentos para colocar na estrada mais uma prova memorável."

Uma palavra merece ainda o final da bem-sucedida parceria do RallySpirit com a empresa Altronix, o principal patrocinador desde a primeira edição e que muito ajudou a torná-lo num marco incontornável no panorama dos ralis nacionais e agora também internacionais. A Altronix deixa, portanto, de dar o nome ao RallySpirit, mas nunca deixará de estar ligada à sua história.

calisto copyRALI DE CASTELO BRANCO

O PRIMEIRO APÓS....

Que disparate.... recomenda-se distanciamento social... confinamento.... afastamento---- morte lenta... etc e estes gajos a fazer ralis na Beira-Baixa....que afronta... IDIOTAS !!!!
Pois é foi o primeiro após a invasão do planeta terra
COVIDS invisíveis do planeta COVID vieram em Dia D "de invasão" e estropiaram, incapacitaram e, manietaram a mais avançada civilização, como se de uma construção na areia se tratasse destruída pelo aproximar da maré cheia
Feriram de morte física e psicologicamente a raça humana e feriram de morte as economias
Pararam o Mundo
E não é que já estávamos todos avisados...
Durante este terrível período de isolamento, até me deu para ligar a televisão, e deparei-me a ver um filme de seu nome "CONTÁGIO" realizado á mais ou menos dez anos e que conta toda a história como se fosse hoje... IMPRESSIONANTE !!!!
E não é que já estávamos avisados...
Mas nunca queremos acreditar que não é só aos outros que acontece, pois com a globalização o outro lado do mundo é já aqui ao lado...
Foram-se negócios, projetos, empregos, ideias e que rapidamente foram substituídos por medo, incerteza e solidão...
... E quando vai isto acabar...?
::: Como vai ser o futuro...?
Será que a vida em sociedade nunca mais vai voltar a ser o que era ?
E de repente tudo ruiu.... Nem trabalho....nem lazer...
E o nosso desporto do coração também foi atingido mortalmente....
Pararam todas as atividades a nível Mundial... Anuladas provas fundamentais como o nosso Rali de Portugal e os grandes Campeonatos Internacionais
E passados três meses.... A luz ao fundo do túnel
Alguma abertura, regras mais apertadas e vamos lá tentar fazer um baile de máscaras para ver como corre...
Renasceu a esperança, voltaram os sorrisos... ia haver o Rali de Castelo Branco
E a rapaziada da Escuderia, sem se poupar a esforços, quis montar um aprova acima de qualquer suspeita
Inscrições online
Verificações administrativas on line
Verificações técnicas com a presença apenas de um único elemento da equipa
Restrição de entrada a público e viaturas no Parque de Assistência
Eliminação do Shakedown, Qualyfing e da Superespecial
E de repente entre Campeonato de Portugal de Ralis, Clássicos e GT e ainda do Campeonato Regional a Escuderia de Castelo Branco teve quase 100 inscritos e foi obrigada a limitar as inscrições.
Tinha-se instalado a Fome de Ralis
E num traçado bonito, a que já nos habituou, foi desenhada esta prova, que chamou público e atenção mas resguardando sempre as indicação de segurança em termos de saúde, para que o renascer das cinzas não tivesse um fim anunciado
E num fim de semana de Calor Extremo a capital da Beira-Baixa foi invadida no Sábado e no Domingo (4 e 5 de Julho) por temperaturas máximas de 42º que tornaram tudo muito complicado para pilotos e máquinas
E eu, com 64 anos, a caminho rápido dos 65, idade que já me devia dotar de algum juízo, lá estava cantando e rindo, para, no meu caso participar na segunda prova do Campeonato de Portugal de Clássicos.
A primeira, o Rali da Bairrada, na região de vagos, anunciou a chegada dos invasores...
...esperemos que este tenha o condão de os mandar embora...!!!
E eu, gordo que nem um abade....agora com alguma desculpa para a inatividade dos últimos meses, estava pronto para envergar o meu instrumento de tortura
Meias, collants, t-shirt de material ignífugo
Fato de competição de três camadas (que ainda não pesei por respeito a mim próprio)
Sistema Hans, Balaclava, Capacete e Luvas tudo bem apertado com cintos de segurança de 6 apoios, e aí estávamos prontos a embarcar na "viagem ao centro da terra"... (só pela indumentária e pelo calor)
O suor a escorrer em bica, fazendo arder os olhos e a embaciar os óculos, o ar irrespirável dentro de uma viatura com dois retângulos a servir de janela e a quem roubaram o ar condicionado, era no mínimo uma cena digna de qualquer parágrafo de Dante
Mas o nosso corpo, e isto é bem verdade, tem um poder de adaptação e de resiliência extraordinário, e lá fomos especial atrás de especial cumprindo cada um das sete que compunham o Rali
E parece-me que sempre valeu a pena ter reclamado intensamente o ano passado por o Campeonato de Portugal de Clássicos Ralis não ter um percurso igual ao do Campeonato de Portugal de Ralis... é que este ano - finalmente - o percurso é o mesmo - aliás como se impunha e era justo.
Mas, "no melhor pano cai a noda" e desde que fizemos o reconhecimento do percurso, há 8 dias, que nos apercebemos que se a organização nada fizesse para proteger as bermas das especiais, e com a continuação dos treinos e do rally , este rapidamente se iria tornar num, belo rally de terra, para o qual toda a gente apetrechou os seus carros com pneus de asfalto.
Se outra solução não houvera, estamos convencidos que com alguma paciência, tempo e vontade, teria sido possível, com baixo custo, delimitar as bermas mais importantes e que antecipadamente já sabíamos que iriam invadir o asfalto da especial, com umas varas de aço (iguais às usadas na cofragem da construção civil) e que funcionariam como elemento dissuasor, permitindo, no entanto que o Rali fosse de asfalto e não este misto de qualquer coisa, que o tornou muito mais perigoso.
E depois no final, a entrega de prémios foi abolida, e muito bem, tendo a organização entregue troféus iguais a todas as equipas, e que só com a legenda com a classificação que será enviada pelo correio para cada piloto, se tornarão efetivamente os troféus que cada um conquistou.
Mas se a entrega de prémios e o pódio final foi abolido, porque é que todos os carros tiveram de passar no pódio, com o piloto e o navegador a saírem da viatura e a serem entrevistados?
Faria diferença nessa altura entregar os troféus personalizados a cada um ?
Há ideias que por serem tão boas e tão inovadoras, não passam disso mesmo, sendo apenas realidade virtual.... Valeu a pena pela intenção !!!
E posto isto, apenas nos resta dizer que lá fomos arrastando o nosso esqueleto bem quentinho, pelas especiais, tendo como prémio uma vitória no Grupo 2-H75 e o quarto lugar da geral, que se tornou em segundo, pois um dos concorrentes que ficaram á nossa frente estava em Rali 2 e o outro não estava sequer inscrito no Campeonato, e por esse motivo não pontuaram.
Assim ao fim de duas provas, lideramos a competição à Geral e o Grupo 2-H75....
.... e candeia que vai à frente...
Uma palavra final para o muito público que compareceu à chamada, mas sempre com distâncias sociais asseguradas para que não se possa dizer...
Ralis... Que Disparate...Parem lá com isso !!!
Victor Calisto