faceralis

 

posvendaclick

Open

constaliapre18A 5.ª edição do Constálica Rallye Vouzela reforça o estatuto deste evento no panorama do desporto automóvel nacional. A prova, pontuável para o Campeonato Centro de Ralis e com organização desportiva do Gondomar Automóvel Sport (GAS), pretende continuar a ombrear com os melhores ralis nacionais.

Este ano adivinha-se um acréscimo de interesse, quer no plano desportivo, quer na divulgação de um território que no ano passado viveu o grave flagelo dos incêndios na região Centro do país.
Inúmeras novidades foram cuidadosamente preparadas para a 5.ª edição do Constálica Rallye Vouzela, pensando nos participantes mas também no envolvimento do numeroso público que segue a prova. A estrutura organizativa quer oferecer mais competitividade às equipas, mas também não foi esquecido o já referido flagelo dos incêndios, estando a ser preparada uma onda solidária com as populações afetadas no passado mês de Outubro.
O sucesso organizativo e promocional sustentado ao longo das primeiras quatro edições deu origem a uma prova que vai para a estrada nos dias 1 e 2 de Setembro, e que continuará a beneficiar das excelentes condições da Constálica como base operacional de todas as operações.

Super-especial noturna antevê emoções fortes

Embora conservando a espetacularidade das especiais de asfalto no município de Vouzela, a Promolafões, entidade promotora do Constálica Rallye Vouzela, aprimorou o figurino desportivo do evento.
A edição de 2018 começa no dia 1 de setembro (sábado) com a já tradicional Super-Especial noturna, em ambiente urbano, amplamente elogiada pelos pilotos nas edições anteriores e que estreia uma nova zona espetáculo.
No domingo, disputam-se três classificativas de asfalto que perfazem 80 km cronometrados no total. A especial de Moçâmedes, completamente nova, terá duas passagens pelos seus 8,5 kms. Também o famigerado troço da Senhora do Castelo foi redesenhado, apresentando-se de com início e final novos, percorrendo três vezes a extensão total de 6 kms.
Finalmente, a conhecida especial de Penoita que, em vez dos seus habituais 8 kms, passou a ter 14 kms, o que traduz na perfeição a inovações introduzidas pela estrutura organizativa.

Vouzela e concelhos limítrofes unidos no renascer das cinzas

Mas as novidades, todavia, não se ficam por aqui, já que o parque fechado vai ser alvo de transferência de uma freguesia para outra, privilegiando a possibilidade de levar as emoções do rali a outras paragens dentro do mesmo concelho. Trata-se de um conjunto de alterações que pretendem 'estender' a mão solidária a todos aqueles que foram afetados pelos fogos florestais de Outubro de 2017.
Estes são também gestos enormes e valiosos de quem organiza, sem deixar de pensar no semelhante, numa corrente que atravessa o espírito da solidariedade, numa tentativa de esquecerem, nem que seja por um só dia, os palcos da tragédia. O automobilismo também tem o condão de oferecer sem pedir nada em troca, apenas ajuda e solidariedade.
O Constálica Rallye Vouzela está e estará, naturalmente, com a comunidade da região, para mais uma grande prova de união e coragem coletiva. Nos próximos dias 1 e 2 de Setembro, mês e meio antes de se assinalar o primeiro ano da tragédia, toda a estrutura organizativa manifesta o seu apoio e solidariedade para com as famílias afectadas pelo grande flagelo dos incêndios.
Além das emoções no capítulo organizativo e desportivo, todos os que integram o Constálica Rallye Vouzela terão igualmente no pensamento e os esforços com a região de Lafões, o país e as suas gentes.

 

arminmad18O Campeonato de Portugal de Ralis está de visita à ilha da Madeira e a caminho das derradeiras provas da temporada. O Rali Vinho Madeira, a sétima e penúltima prova do calendário trará, no seu final, uma maior definição quanto ao lote de pilotos que poderão discutir o título absoluto de 2018. Armindo Araújo e Luís Ramalho lideram a classificação e partem, para a prova insular, focados em conseguir o melhor resultado possível para as contas do CPR.

Sem competir nas estradas da Perola do Atlântico desde 2006, Armindo Araújo espera conseguir lutar pelas primeiras posições da classificação. "É ótimo voltar a disputar um rali como este e que não deixa nenhum piloto indiferente. As classificativas da Madeira têm características muito particulares o que tornam a prova muito exigente. Temos de perceber que a oposição estará muito forte, pois tem vindo a disputar este rali todos os anos, mas vamos lutar pelas primeiras posições como fazemos em todas as provas", começa por dizer o piloto de Santo Tirso.

Com muitos pilotos locais em máquinas tão competitivas como o Hyundai i20 R5 do Team Hyundai Portugal | Armindo Araújo, a discussão pela vitória à geral na prova organizada pelo Club Sports Madeira passará certamente por algumas destas equipas. Para o líder do campeonato "o nosso principal objetivo é naturalmente as contas do CPR. Obviamente que todas as equipas presentes gostariam de poder vencer uma prova como o Rali Vinho Madeira e nós não somos exceção. Com basicamente duas provas distintas dentro de uma temos que nos focar no mais importante e isso é claramente a matemática que nos permita chegar ao título no final do ano", concluiu Armindo Araújo

teovence18Bem tinha dito Ricardo Teodósio que só lhe faltava a vitória, e após um final épico, o algarvio abriu o livro no último troço e arrecadou a sua primeira vitória absoluta no Campeonato de Portugal de Ralis.

Foi não só uma vitória histórica como relevante, pois foi obtida perante toda a concorrência, num rali difícil (com as condições climatéricas a mudarem) e no qual não faltou emoção.

Porém, o grande derrotado foi Pepe Lopez, já que as estúpidas Super-especiais continuam a fazer vítimas rali após rali. O Espanhol dominou o rali, venceu mais troços que todos os pilotos, mas uma penalização (de 3 minutos) por engano no percurso da super-especial, acabou por relegar para o 7º lugar final.

Depois do espanhol, parecia que era José Pedro Fontes a assumir o protagonismo, chegando a ter uma vantagem na liderança de mais de 12s para João Barros e mais de 15s para Ricardo Teodósio, na entrada da derradeira secção, numa demonstração de que o seu novo C3 R5 tem um enorme potencial, pelo menos no asfalto. Porém, a derradeira secção foi "complicada" para Fontes (escolha de pneus de chuva), que não resistiu ao ataque de Ricardo Teodósio, perdendo mais de 20s e com isso a vitória, que foi para o algarvio.

João Barros ainda chegou a rodar no segundo lugar, mas mesmo não tendo o ritmo competitivo dos seus adversários, só não aguentou o ataque de Teodósio, pois conseguiu ficar na frente de Armindo Araújo, que terminou o rali bem mais confiante do que o tinha começado.

O desconhecimento que tinha deste rali, pode ter sido o principal problema de Armindo Araújo, mas o piloto da Hyundai pode também ter já começado a gerir a sua liderança no campeonato, numa prova em que se esperava um pouco mais, depois da demonstração de superioridade no Vidreiro.

Notas menos positivas para as prestações de Miguel Barbosa e Pedro Meireles, já que ambos estiveram longe de entrar na luta pelo pódio do rali.

Não menos épica foi a luta no Troféu Peugeot, com Pedro Antunes e Diogo Gago a andarem para lá do que é possível com estes 208 R2. Os dois pilotos trocaram por diversas vezes de posição na frente da corrida, mas Diogo Gago viria a dar um toque no derradeiro troço (para o qual partia com 1,1s de desvantagem), obtendo Pedro Antunes uma excelente vitória, que foi também uma vitória entre os concorrentes das duas rodas motrizes do CPR.

Nesta classificação, Paulo Neto obteve um segundo lugar, seguido por Daniel Nunes, com qualquer destes pilotos a ter diversos problemas ao longo do rali.

Nos RGT, Vitor Pascoal terminou sozinho e venceu, nos Clássicos venceu Cipriano Antunes, enquanto na Taça a vitória foi para Manuel Martins no Peugeot 206 GTi. Para terminar, refira que entre o Regional Centro o vencedor foi para José Gomes em Citroen Saxo Kit-Car.

LÍDERES SUCESSIVOS
Pepe Lopez (Pec 1 a 4); José Pedro Fontes (Pec 5 a 9); Ricardo Teodósio (Pec 10)

VENCEDORES DE TROÇOS
José Pedro Fontes (2); Pepe Lopez (6); Ricardo Teodósio (1); João Barros (1)

CLASSIFICAÇÃO FINAL
classralicaste18

 

josepinto(Por Paulo Homem)

Faleceu hoje o José Pinto, por muitos conhecido como o senhor do programa da RTP 2 "Rotações".

O "religioso" programa sobre automobilismo era obrigatório todas as semanas e o rosto da sua apresentação foi o do José Pinto.

Tive a oportunidade de o conhecer pessoalmente e até trabalhar com ele, embora num curto registo, mas a imagem que me fica era o do respeito que me merecia por me trazer as imagens, via Rotações, do que lia em alguns jornais da especialicidade sobre desporto automóvel, já lá vão umas décadas.

Para mim o Rotações é uma referência do automobilismo, um género de telejornal do automobilismo, que ainda hoje faz falta nas nossas televisões... e tudo por causa do José Pinto.

Também não me esqueço das grandes transmissões da RTP no Rali de Portugal e, por isso, um muito, muito obrigado a ti José Pinto.

Até sempre JOSÉ PINTO!!!

 

 

fontesO Rali de Castelo Branco irá marcar a estreia do novo C3 R5 do Citroën Vodafone Team em asfalto em Portugal, sendo elevadas as expectativas de José Pedro Fontes e Paulo Babo à partida desta 5ª prova do Campeonato de Portugal de Ralis 2018."Vamos, finalmente, poder contar com o nosso C3 R5, um carro novo e que tem demonstrado enormes competências nos ralis em que já alinhou, quer em pisos de asfalto, quer em terra, como comprovam os ótimos resultados que a equipa oficial da Citroën Racing tem alcançado, com muitas vitórias em troços e presenças assíduas em vários pódios", comentou José Pedro Fontes.

Relativamente ao Rali de Castelo Branco, "sabemos que vai ser uma estreia, com tudo o que isso encerra, mas o facto de se tratar de um rali tipo sprint, em asfalto, que conhecemos muito bem, coloca as nossas expectativas num plano elevado. Temos tido toda a colaboração da Citroën Racing na preparação do nosso C3 R5 e, assim sendo, queremos apontar a um excelente resultado", acrescentou o piloto que conta com 3 vitórias neste rali: duas com a Citroën – em 2017 a meias com Inês Ponte e em 2015 com Miguel Ramalho – mais a de 2014, novamente com Inês Ponte (em Porsche).

No que se refere ao campeonato, "está na altura de começar a acumular um bom lote de pontos. Contando com esta prova, faltam 4 ralis para o final da temporada e muito pode ainda acontecer, pelo que vamos olhar para cada rali e só depois fazer a contabilidade final. É para isso que cá estamos, para lutar pelas vitórias, para conquistar pontos e, com isso, premiar o esforço de todas as entidades envolvidas neste projeto, nomeadamente os nossos patrocinadores e todo o staff da Sports & You, que nunca baixa os braços às vicissitudes".

Para preparar este Rali de Castelo Branco, a equipa esteve ontem (quarta-feira), na região de Celorico de Basto, para testar a nova viatura. Segundo José Pedro Fontes: "O C3 R5 mostrou-se muito agradável de conduzir em asfalto, sendo, tal como já esperava, uma ótima base de trabalho, com muito potencial e que, rapidamente, nos permitirá discutir as vitórias. Este teste permitiu-nos ter já uma boa referência de potenciais afinações para o Rali de Castelo Branco, sendo que temos, agora, que acumular quilómetros ao volante e no terreno de jogo, para ganharmos o mesmo 'feeling' vencedor que já tínhamos com o DS 3 R5."
Levando o nº 6 nas portas, o novo C3 R5 do Citroën Vodafone Team conta com as mais recentes soluções disponibilizadas pela Citroën Racing, decorrentes de um processo de longo desenvolvimento, que tem tido como palcos várias das provas do WRC. No nosso país, a preparação e assistência à viatura estará a cargo dos profissionais da Sports & You, contando sempre com o apoio da casa-mãe.

RALIS ONLINE TV

RALIS ONLINE TV 2