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fontesfimorTerminou a edição de 2018 do Rali de Mortágua, terceira prova do Campeonato de Portugal de Ralis e segunda do programa desportivo do Citroën Vodafone Team para o ano de 2018. A prova levada a cabo pelo Clube Automóvel do Centro não correu de feição para a equipa que agora já só pensa na muito importante etapa que tem pela frente e que passa pela estreia do nóvel C3 R5, na próxima ronda do campeonato, o Vodafone Rali de Portugal.

Esta derradeira prova de fogo para o carro bi-Campeão não teve o desfecho que a equipa pretendia. Uma sucessão de percalços impediram a dupla Fontes/Babo de ir além do 14º lugar, isto apesar de um final de rali em grande nível e com tempos que os colocaram entre os mais rápidos, numa fase em que a luta pelas posições cimeiras estava ainda ao rubro.

Ovbiamente descontente com o resultado final, José Pedro Fontes esclarecia que "num rali inteiro apenas consegui cumprir três especiais em condições normais. Desde erros na escolha de pneus, passando por um furo e até ao embaciamento do para-brisas que me obrigou a parar a meio de um troço, deste vez tudo parecia estar contra mim... Foi um rali especialmente duro, em que a instabilidade das condições climatéricas também teve um papel importante. Na verdade, quando conseguimos andar sem problemas, colocámo-nos entre os mais rápidos.."

O piloto do Citroën Vodafone Team não esconde a excitação que por este dias se vai vivendo no seio da equipa, tudo porque está para muito breve a estreia do novo Citroën C3 R5: "Para nós é motivo de alegria e as próximas três semanas, até ao Vodafone Rali de Portugal, vão ser de trabalho árduo em torno do novo carro. Agora já só pensámos no C3 R5 e naquilo que temos que fazer para nos apresentarmos a 100% no Porto a 17 de Maio, ainda para mais tratando-se de uma prova tão importante, tão exigente e com uma exposição mediática inigualável. Todavia, nós ansiamos por essa responsabilidade acrescida e todos estamos prontos para 'dar o peito às balas' nestas semanas que nos separam da estreia do novo C3 R5."

Cumpridas as primeiras duas provas do programa do Citroën Vodafone Team para 2018 – apesar de o ter disputado, a equipa não elegeu como pontuável o Rally dos Açores – a equipa tem agora cerca de três semanas para ultimar detalhes em relação à estreia da nova montada, o Citroën C3 R5 que se apresentará no Vodafone Rally de Portugal, prova organizada pelo Automóvel Clube de Portugal, e que estará na estará na estrada entre os dias 17 e 20 do próximo mês de Maio.

mortagualogo18Inscritos Rali de Mortágua 2018.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

mortaguainscritos18

gagoO Grupo MCoutinho vai inscrever em 2018, o jovem piloto Diogo Gago na Copa Ibérica Peugeot 208 R2. Este é um regresso de um Grupo com uma profunda ligação à competição e ao desporto automóvel e pleno de simbolismo, uma vez que em 2018 se assinalam os 50 anos de parceria entre o Grupo MCoutinho e a Marca Peugeot.

A gestão desportiva ficará entregue a Mex Machado dos Santos que assume a direcão deste projeto, no que é praticamente uma passagem de testemunho, tendo sido ele próprio vencedor do Troféu Peugeot por duas vezes, em 2005 e 2006, também integrado na equipa do Grupo MCoutinho.

Diogo Gago, atualmente com 26 anos, é reconhecido como um dos valores mais seguros no panorama dos ralis nacionais, com várias vitórias no seu currículo a nível nacional e internacional, tendo participado em 2015 no Campeonato da Europa de Ralis, como prémio pela vitória em 2014 no Campeonato Júnior da Peugeot 208 Rally Cup.

A divulgacão dos pormenores deste projeto ocorrerá muito em breve e a primeira aparicão de Diogo Gago será já no Rali dos Acores como teste para a época.

filipaA piloto Filipa Sanguedo já idealizou o seu programa de provas para a presente temporada, voltando a marcar presença no Campeonato de Portugal de Ralis com o seu Opel Adam R2.

Na época passada, a piloto do Porto evoluiu do Adam Cup para um bem mais competitivo Adam R2, focando os seus planos na evolução e adaptação a esta nova máquina, apostando em algumas provas de asfalto do Nacional de Ralis e também em mais alguns eventos extra campeonato de forma a acumular mais alguns quilómetros.

Para o presente ano a piloto do Opel pretende continuar o trabalho desenvolvido até agora e renova a aposta no escalão máximo dos ralis em Portugal pretendendo estar à partida das 5 provas em piso de asfalto do Campeonato de Portugal de Ralis, estando ainda a possibilidade de mais alguns eventos extra campeonato, como é o caso do Motorshow Porto e do Rali Viana do Castelo, onde a piloto tem sido uma presença assídua nas últimas edições.

Com a nova alteração no agrupamento das provas do CPR 2018, onde primeiro se irá disputar todas as provas de terra e só depois as de piso de asfalto, a sua primeira prova será a 8 e 9 de junho, com a realização do Rallye Vidreiro, a primeira prova a ser disputada em piso de asfalto!

insideposfafeDaniel Nunes / Rui Raimundo obtiveram um segundo lugar no Rali Serras de Fafe nas duas rodas motrizes, enquanto Pedro Paixão / Luís Neves terminaram a prova depois de um azar no primeiro dia.

No Rali Serras de Fafe a Inside Motor volta a estar em grande nível, sobretudo com a prestação da dupla Daniel Nunes / Rui Raimundo, conseguindo um segundo lugar nas duas rodas motrizes do Campeonato de Portugal de Portugal. A competência e eficácia da equipa, permitiram que Pedro Paixão / Luís Neves tivessem de novo o Peugeot 208 R2 em condições no segundo dia, depois de capotarem no primeiro, que os levou ao 5º lugar nas duas rodas motrizes, na prova de estreia em terra.

"Depois de uma prova com pisos tão duros, os nossos dois Peugeot 208 R2 conseguiram chegar ao final da prova demonstrando a fiabilidade do carro e do trabalho que temos vindo a desenvolver. Parabéns a ambos os pilotos que estiveram em excelente nível", refere Joaquim Batalha, responsável da Inside Motor.

Segundo Daniel Nunes o Rali Serras de Fafe "correu quase na perfeição. Imprimi um ritmo forte logo no troço inaugural. Continuei a atacar e a acreditar que era possível, dando sempre o meu máximo, mas nunca consegui acertar com o set-up ideal para as condições em que se encontrava o piso. Penso que residiu aí a diferença para os nossos principais adversários, com os quais travei uma grande luta. Sempre provamos ser muito rápidos na terra, agora voar não consigo. Só posso estar satisfeito com o segundo lugar, mas quero também dar os parabéns à Inisde Motor que foram incansáveis para tentar por o carro a meu gosto".

O estreante em ralis de terra, Pedro Paixão, diz que "o balanço da prova é positivo apesar de todas as dificuldades que passamos. A ideia era pontuar e acumular quilómetros em pisos de terra e conseguimos isso. Capotámos no primeiro dia e isso fez nos perder um bocado da confiança que estávamos a ganhar aos poucos, mas rapidamente nos voltamos a encontrar e continuamos a evoluir no dia a seguir! Gostei muito da experiência!".

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