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netoA FPAK já publicou (esperamos que sem enganos) o regulamento do Campeonato de Portugal de Ralis 2018.

A primeira nota vai para os dois únicos campeonatos nacionais que serão disputados ao nível de pilotos: o absoluto e o de duas rodas motrizes.

Nas provas não internacionais (os pneus são marcados e limitados a um máximo por prova, até 8 novos + 2 usados). Na primeira prova de cada piso (asfalto ou terra) são autorizados 10 pneus novos.

O CPR é composto por oito ralis em nove ralis possíveis, contando para apuramento de pontuação final (absoluto e duas rodas motrizes), somente os sete melhores resultados, entre os oito escolhidos/indicados. A escolha dos ralis a pontuar será feita até ao fecho das inscrições da 4ª prova.

Os grupo RC3, RC4 e RC4 só pontuarão em seis provas e os vencedores serão encontrados peloes cinco melhores resultados.

A FPAK decidiu aindar manter os pontos extra (5 pontos a dividir pelo número de troços). Um troço que seja interrpompido não será atribuida a pontuação extra.

VER REGULAMENTO

Para acompnhar o Campeonato de Portugal de Ralis a FPAK criou uma Taça FPAK de Ralis.

VER REGULAMENTO

VER REGULAMENTO TÉCNICO

algarvelogoO Rali Casinos do Algarve foi de longe o melhor rali a pontuar para o Campeonato Nacional em 2017.

Foi por assim dizer um Rali Casinos do Algarve que fez jus à sua história, que retomou a tradição de grandes provas do Nacional de Ralis de gerações passadas, com muitos troços, que permitiram a qualquer adepto apanhar uma “barrigada” de ralis em cerca de 24 horas de competição.

Foi igualmente um rali muito bem estruturado, a pensar no espetador e adepto de ralis, mas também nos que estiveram envolvidos diretamente na prova em si.

Apesar de ser uma prova internacional, que também já tinha sido no passado, o Rali Casinos do Algarve acabou por ser disputado à geral por pilotos portugueses, num rali que teve também muita emoção até ao derradeiro troço.

Mantendo os troços em asfalto, mantendo a zona em que é habitualmente disputado, ficou provado que se pode evoluir uma prova e, com isso, obter benefícios para a modalidade.

antunesNo seu primeiro ano completo de Campeonato Nacional de Ralis, Pedro Antunes logrou obter o título absoluto ao nível das duas rodas motrizes.

O piloto de Torres Vedras não se limitou apenas a gerir quando já se encontrava em vantagem no campeonato, tendo sido de forma muito consistente o mais rápido entre os pilotos que utilizavam carros de duas rodas motrizes, mesmo não dispondo do carro mais competitivo do plantel.

Uma boa preparação das provas, juntamente com uma boa equipa técnica, foram alguns dos seus argumentos ao qual se juntou a sua rapidez.

O título nas duas rodas motrizes ficou muito bem entregue, depois de um bom punhado de vitórias e de ter ainda vencido a categoria no European Rally Tprohy.

A intenção do piloto será apostar no novo Troféu Ibérico com o Peugeot 208 R2, assim consiga montar o seu projeto, pois o seu objetivo é continuar a evoluir como piloto.

hyundaiO Diretor da Equipa  Hyundai Michel Nandan faz uma análise retrospetiva da temporada de 2017, dizendo que a inconsistência de rali para rali acabou por ser decisiva para não ter alcançado os títulos.

Michel, de que forma resume a temporada de 2017 da Hyundai Motorsport?
Resumidamente posso dizer que, de uma maneira geral, a temporada de 2017 teve boas performances, mas oportunidades perdidas. Iniciámos o ano com novas normas e com um carro novo, o Hyundai i20 Coupé WRC, e por isso foi sempre difícil prever onde é que os pilotos seriam competitivos. Alguns consideraram-nos favoritos, mas sabemos que nem sempre o que preveem corresponde à realidade. O resultado final pode não ter sido aquele que desejávamos, mas saímos desta temporada muito unidos enquanto equipa.

Começando pelos aspetos positivos, o que retém de 2017?
Assegurar quatro vitórias, o máximo alcançado pela equipa numa só temporada, e ver o nosso Hyundai i20 Coupé a destacar-se e por vezes até mesmo a dominar. As nossas duplas adaptaram-se rapidamente ao novo carro e Thierry Neuville conseguiu estar muitas vezes nos lugares da frente. Dani e Hayden também tiveram alguns momentos próximos ao nível de performance de Thierry enquanto Andreas conseguiu destacar-se nos três eventos realizados connosco. Independentemente de alguns desafios enfrentados, a equipa demonstrou potencial, adquiriu uma vasta experiência e acima de tudo realizou um ótimo campeonato. Competimos na frente contra uma forte concorrência.

Quais foram os principais problemas para a equipa?
No geral, apresentamos alguma inconsistência de um rali para o outro. Fomos competitivos, mas ocorreram alguns erros em diversas áreas, os quais combinados ajudaram na perda do campeonato. As nossas duplas também são as primeiras a admitir que existiram erros ou falta de confiança em certos momentos da temporada. Tudo ajudou, mas não estamos a culpar ninguém. Precisamos de aperfeiçoar alguns aspetos e é nisso mesmo que nos focamos para enfrentar a temporada de 2018.

O que achou da competição?
Desde o início do ano que esta foi uma temporada fascinante para o WRC. Isso deve-se à M-Sport, Toyota e Citroën. Foi sem margem para dúvidas uma competição muito renhida e que ninguém previa, depois de tantos anos a ser dominada por um só fabricante. Nunca pensamos que o campeonato estaria entregue à M-Sport. Estas batalhas despertaram o melhor de todos nós e mantiveram-nos na luta até ao final. O jogo está aberto para 2018!

Olhando para 2018, qual é a estratégia?
As corridas que vimos no Rali do País de Gales e no Rali da Austrália foram encorajadoras, com muitas das nossas duplas a lutarem pelos lugares da frente. Isto é o que queremos ver em 2018, ou seja, puxar pelos nossos rivais até ao limite até ao final das provas. Precisamos de aperfeiçoar os problemas que foram observados com o carro – insegurança e inconsistência – enquanto continuamos a fazer as muitas coisas que temos vindo a fazer de modo adequado – excelente trabalho de equipa, dedicação e determinação. Esperamos que seja outra temporada fascinante, mas uma que nos dê ainda mais vitórias e uma oportunidade de conquistar o campeonato. Pessoalmente estou ansioso pelo Rali de Monte-Carlo.

Rumo a 2018!

Embora a temporada de 2017 tenha terminado, as dúvidas já começam a surgir no que respeita ao Campeonato do Mundo de Ralis FIA 2018, o qual terá início com o Rali de Monte-Carlo a decorrer a 25-28 de janeiro. A temporada será oficialmente lançada num evento especial que decorrerá no Autosport International Show em Birmingham, Reino Unido, quinta-feira dia 11 de janeiro.

Hyundai Motorsport – Dados da Temporada de 2017

13 rounds do campeonato

4 vitórias (Rali da Corsega, Rali da Argentina, Rali da Polónia, Rali da Austrália)

12 pódios individuais

4 pódios duplos (Rali da Corsega, Rali de Portugal, Rali da Polónia, Rali d Austrália) 91 vitórias em etapas

56 pontos na Power Stage