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netoalga11Um terceiro lugar no Rali Casinos do Algarve, entre os concorrentes do Campeonato de Portugal de Ralis 2L/2RM, permitiu a Paulo Neto / Daniel Amaral terminarem no pódio desta competição em termos absolutos.

O bom final da temporada 2011 de Paulo Neto / Daniel Amaral permitiram a esta dupla alcançarem um conjunto de excelentes resultados, que estão de acordo com os objectivos traçados para esta temporada.

"Depois da boa prestação em Mortágua, o Rali Casinos do Algarve foi o seguimento lógico da nossa evolução. Fizemos bons resultados ao longo das especiais desta prova e no final do rali com um pouco mais de sorte até poderíamos ter ficado melhor classificados" afirma Paulo Neto, acrescentando que "erramos na escolha de pneus para a secção da tarde, que nos limitou muito o andamento. Mesmo assim o terceiro lugar entre os concorrentes do CPR2, é muito positivo".

Com uma série de posições de relevo nas diversas tabelas classificativas da FPAK, com pódios na F2 (carros entre 1.601 a 2.000 cc), no Gr.A (Turismo) e na Taça Nacional de Ralis de 1.600 a 2.000 cc, Paulo Neto refere que "acabou por ser um bom ano, com resultados dentro daquilo que estavamos à espera, lutando contra adversários com outros meios e outra disponibilidade para se dedicarem a tempo inteiro aos ralis. Os meus parabéns ao João Silva, Campeão do CPR2 e para o Ivo Nogueira, que foi um digno vencido nesta competição".

barbosaalag11Com a realização do Rali Casinos do Algarve terminou o Campeonato de Portugal de Ralis 2011. Miguel Barbosa participou e terminou num excelente 6o lugar, tendo efectuado um rali muito cauteloso, por encontrar os pisos muito sujos e escorregadios, bem como pelas responsabilidades acrescidas, ao ser navegado por António Costa, que tentava alcançar nesta derradeira prova, o ceptro de Campeão Nacional de Navegadores.

Com a ausência forçada de Rui Raimundo, por motivos de saúde, Barbosa só teria de terminar a prova e obter pontuação, que permitisse a António Costa ser campeão, como explica: ”Com a ausência forçada do Rui, por proibição médica, convidei o António Costa, por ser uma mais-valia na evolução que pretendo na minha carreira e ao mesmo tempo, tentar ajudar a conquistar um titulo que dependia da conquista de 7 pontos. O António aceitou e com muito cuidado, chegamos aos objectivos pretendidos”.

Com o seu Mitsubishi Lancer EVO IX, em perfeitas condições, o piloto de Famalicão obteve os seus primeiros pontos no campeonato, sendo um piloto feliz quando pisou o pódio final, ”Esta prova fica para mim como uma referência, por ter obtido os primeiros pontos do campeonato e por ter ajudado o António a ser campeão. Por isso estou feliz. Durante o rali, forçamos e defendemos o andamento quando tal foi necessário, rolando sempre com muitas cautelas e sem qualquer problema no carro. Para que tudo fosse possível, destaco o excelente trabalho da minha equipa técnica, na preparação do Mitsubishi, agradecendo ainda a colaboração dos meus patrocinadores”, rematou Miguel Barbosa. Assim, termina a primeira época onde participou em algumas das provas do Campeonato de Portugal de Ralis, com o objectivo de aprender e evoluir na condução do Mitsubishi.

renatoRenato Pita conseguiu com o segundo lugar obtido entre os concorrentes da Taça de Portugal no Rali casinos do Algarve, ficar com o vice-título nesta nova competição que a FPAK institucionalização em 2011, juntando assim a idêntica performance no Open.

O piloto de Viana do Castelo, já pensa agora em 2012, estando a trabalhar para um de dois projectos. Manter-se no Open com o Lancer Evo VII, disputando 8 provas, ou então um outro projecto para o Campeonato de Portugal de Ralis 2l/2RM, com um novo carro, sendo este o projecto que deverá ganhar mais importância. Praticamente certa é a manutenção de Renato Pita com a estrutura da ARC Sport, parceria que se iniciou no recente Rali Casinos do Algarve.

Rali Casinos do Algarve

Renato Pita não escondeu a sua exasperação no final da prova, pois segundo o mesmo "é difícil entender porque é que a organização do rali não tomou medidas para limitar os efeitos de ter um piloto muito mais lento do que eu a partir à minha frente e que acabamos por ficar sempre atrás dele em todas as classificativas sem que o mesmo nos deixasse passar em nenhuma ocasião. Sabia-se que estávamos os dois a lutar pela vitória na Taça, e mesmo apesar de ser notório que o jogo não estava a ser limpo para connosco, permitiram que isso se prolongasse durante todo o rali o que é de todo incompreensível, para não dizer, inaceitável. A organização tinha de ter em conta que quando dois pilotos vão discutir um troféu e um deles é sempre alcançado pelo outro sem facilitar a passagem, deveriam ter pelo menos ampliado o tempo de partida entre nós, por razões óbvias, pois assim a verdade desportiva foi efectivamente posta em causa. Sei que desde o episódio passado em Mortágua que muito se disse neste meio dos ralis, mas quero demarcar-me deste tipo de questões. Fico bastante magoado por sentir que se pôs em causa a minha postura, e a honestidade de muitos outros nomes dos ralis nacionais, mas de uma coisa podem ter a certeza, se acontecesse de novo amanhã um concorrente estar numa situação de apuro e a precisar de ajuda, para mim isso vai estar sempre à frente de qualquer título ou vitória.
Comecei a correr há poucos anos, e desde esse tempo que tenho pautado a minha postura pela correcção para com os meus adversários e pelo desportivismo e não vai ser agora que isso vai mudar apenas porque me tenho de bater com adversários menos correctos o que não posso deixar de lamentar, mas os actos e palavras ficam com quem as toma, estranho apenas a passividade com que algumas coisas são feitas ou são ditas e ficam impunes com as entidades competentes aparentemente a assobiarem para o lado."

Temporada 2011

Sobre a época de 2011 Pita afirma que "este segundo lugar na Taça sabe efectivamente a pouco, pois demonstramos na estrada que somos os mais rápidos. Nas provas em que terminámos, as vitórias foram sempre uma constante, o que é um bom indicador da nossa competitividade. Os erros e problemas corrigem-se com a evolução e a forma como encaramos a participação neste rali é mais uma demonstração do nosso valor e das pessoas que colaboram com a minha equipa. Juntamos também o Vice-campeonato no OPEN deste ano ao nosso palmarés e assim no global, só posso estar muito satisfeito, pois cumprimos os nossos objectivos traçados no início de época, com a certeza de que estamos a evoluir no bom sentido e que podemos chegar ainda muito mais longe. Quero agradecer a todos os que me apoiam, à minha família, aos meus patrocinadores, BP Ultimate, Kumho Tyres, Castrol,
Bahco, Luna Hoteis, Municipio de Viana do Castelo, Cedênciamais, TW Stell, Kartódromo de Viana, Cision e Autopamplona. Gostaria também de agradecer à minha equipa, à ARC que nesta prova me prestou assistência, aos meus navegadores que estiveram comigo no Campeonato Open de Ralis e ao Jorge Carvalho que para além de um amigo foi uma peça importante nas provas da Taça de Portugal de Ralis. Obrigado a todos e até para o ano!"

gagojr11Depois de ter vencido de forma categórica o Troféu Fastbravo, Digo Gago estreou-se no Rali Casinos do Algarve ao volante do Peugeot 206 GTi. "Foi um experiência muito boa. É um carro realmente competitivo que gostei bastante de conduzir", disse o jovem algarvia, adiantando que para 2012 "ainda não está nada definido, mas está-se a trabalhar para se conseguir fazer o Desafio Modelstand".

Ivo Nogueira fez uma excelente prova no Rali Casinos do Algarve, mas os travões do Citroen DS3 R3T traíram o piloto no derradeiro troço da prova. Para 2012 o jovem do Porto está apostado em voltar a repetir o Nacional ao volante do Citroen DS3.

Regressando ao ralis no Algarve, Octávio Nogueira tripulou um Citroen Saxo S1600. Num rali que estava a correr de forma positiva, Octávio Nogueira não conseguiu terminar a prova depois de no derradeiro troço ter uma saída de estrada.

A Citroen já disse aos pilotos que correm com os Citroen (DS3 e C2) no Nacional de Ralis que em 2012 irá manter os prémios monetários aos pilotos. Uma boa notícia para que alguns pilotos possam estar a pensar em evoluir em termos competitivos nos ralis.

meireles111O team JMC / Galp Formula fechou o ano 2011 conforme começou, a vencer. Ainda que a ausência de alguns dos pilotos que foram os seus principais adversários ao longo da temporada possa ter facilitado a vida ao piloto Vimaranense, este teve ainda assim adversários de respeito e que o obrigaram a imprimir um ritmo forte durante todo o rali.

No final Pedro Meireles estava feliz com o resultado final, “ pois é sempre bom vencer o rali e mais ainda quando passamos por uma época com bastantes problemas. Por outro lado, gostava de ter podido imprimir um ritmo ainda mais forte, mas durante as 5 especiais que compunham a 1ª secção do rali, tive graves problemas de travões que me impossibilitaram de o fazer. O problema era tão grave que penso que o que nos ajudou bastante foi o facto de as especiais estarem húmidas nessa secção e aí os carros de 2 rodas motorizes terem mais dificuldades em fazer bons tempos. Já na 2ª secção, jogamos claramente pelo seguro, optando por  manter os pneus intermédios e controlar o andamento dos nossos adversários. Apesar de todos esses cuidados ainda apanhamos um grande susto devido a um furo nos últimos quilómetros da ultima especial do rali que nos fez perder mais de 30 segundos”.

Com este excelente resultado, Pedro Meireles ascendeu ao 3º lugar do CPR e consegue assim, esconder um pouco os vários problemas que teve ao longo do Ano. “ Não foi um campeonato nada fácil para nós devido a vários factores, mas num ano em que conseguimos duas vitórias em ralis e terminamos no pódio do CPR, achamos que temos motivos para estar satisfeitos com a nossa prestação”, finaliza Meireles.