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CPR

brunoacoresA fabulosa beleza natural da ilha de São Miguel e as exigentes especiais de terra do Azores Rallye tornam a prova insular num verdadeiro 'highlight' da temporada do Campeonato de Portugal de Ralis. Para Bruno Magalhães, este é um dos eventos mais significativos de uma carreira de 20 anos, um rali que já venceu em três ocasiões e onde pôde lutar pela vitória com pilotos do calibre de Kris Meeke, Andreas Mikkelsen ou Juho Hänninen, só para citar alguns.

Agora, o piloto do Team Hyundai Portugal aposta em recolher o máximo de pontos para o CPR, depois de ter começado a sua temporada de regresso ao campeonato com um top 5 no Rali Serras de Fafe.
"Não escondo que o rali dos Açores é uma das provas mais importantes da minha carreira, um rali espetacular ao nível das paisagens, dos troços e do público", começou por referir Bruno Magalhães.

"Já ganhei nos Açores para o IRC, para o Europeu de Ralis e para o Campeonato Nacional, por isso sei bem o significado de vencer um rali com esta história e esta exigência. Contudo, este ano o nosso projeto está centrado no CPR e é com esse objetivo que vamos começar o rali: recolher a maior pontuação possível para o campeonato. Se, adicionalmente, conseguirmos entrar na luta pelo pódio do Europeu, seria ótimo. Este ano há algumas novidades ao nível dos troços, o que é sempre aliciante. Grande parte da especial das Feteiras será feito ao contrário, e a especial das Sete Cidades volta a arrancar na Vista do Rei, por isso o desafio será ainda maior para toda a gente. São 220 quilómetros cronometrados de rali mas temos que andar sempre a fundo porque as diferenças normalmente são muito pequenas, troço a troço. Depois de Fafe fizemos uma análise profunda ao nosso rali e estou confiante que vamos apresentar-nos mais fortes nos Açores ao volante do nosso Hyundai i20 R5", concluiu o piloto navegado por Hugo Magalhães, dupla vice-campeã da Europa FIA de Ralis em 2017 e terceira classificada no ERC de 2018.

netoPaulo Neto / Vitor Hugo regressam novamente ao famoso Rali dos Açores, competição que integra o Campeonato da Europa de Ralis. Porém, a dupla portuguesa do Citroen DS3 R3T Max está concentrada nas contas das 2RM do Campeonato de Portugal de Ralis.

Depois de um início de temporada em Fafe, onde foram cumpridos os objetivos, com um 3º lugar nas duas rodas motrizes do Campeonato de Portugal de Ralis, Paulo Neto / Vitor Hugo partem para a segunda prova da competição, que se realiza de 20 a 23 de março, na Ilha de São Miguel, nos Açores, com ambições de trazer mais um bom resultado e muitos pontos na bagagem.

"O Rali dos Açores é uma prova sempre com um apoio muito especial, onde todos os pilotos recebem um extraordinário apoio dos adeptos locais que gostam de ralis. É também uma semana muito intensa e longa, que exige muito em termos de concentração da equipa mas também é muito exigente para o carro pelos mais de 200 quilómetros de troços em pisos de terra", afirma o piloto Paulo Neto, acrescentando que "este ano cerca de 40% da prova é diferente face a 2018, mas sabemos que a tipologia de troços não varia muito de ano para ano e não é por falta de conhecimento do rali que as coisas não irão correr como planeado".

Do ponto de vista desportivo, Paulo Neto refere que nesta edição de 2019 do Ralis dos Açores "o objetivo é tentar obter o máximo de pontos possível nas contas das duas rodas motrizes do Campeonato de Portugal de Ralis. Em 2018 fomos segundo classificados, pelo que este ano gostaríamos de melhorar o resultado, mas temos que pensar primeiro que é uma prova muito longa, onde existem sempre muitas incidências em que nem sempre é o piloto mais rápido que ganha, mas sim aquele que consegue gerir melhor a sua prova ao longo dos três dias de competição. Infelizmente nesta segunda prova das duas rodas motrizes do CPR a concorrência não é muita, mas é suficientemente forte, pelo que temos que estar atentos e muito concentrados de modo a alcançarmos os nossos objetivos".

A Paulo Neto Sport conta com a assistência técnica da P&B Racing e dos parceiros Weber, Baxi, Dominó, Listor, Italbox, Quantinfor, Total, Vitarte, Banhoazis, Peçintra e Cision, para esta temporada no Campeonato de Portugal de Ralis.

 

hugolopesDepois do pódio na abertura do Campeonato de Portugal de Ralis 2WD, Hugo Lopes e Nuno Mota Ribeiro estreiam-se nos famosos troços de terra do Azores Rally, a segunda prova da temporada. Dupla do Peugeot 208 R2 quer acumular uma boa pontuação para o campeonato.

O 2.º lugar na prova de 2 Rodas Motrizes do Campeonato de Portugal de Ralis em Fafe deixou boas indicações para a época de Hugo Lopes, jovem piloto de apenas 21 anos que está na sua segunda época ao volante do Peugeot 208 R2.

Agora, o promissor piloto de Viseu prepara-se para descobrir um dos mais emblemáticos ralis de terra da Europa, o Azores Rally, que se disputa entre quinta-feira e sábado. Um enorme desafio para Hugo Lopes, que antes deste rali nem sequer tinha estado no arquipélago dos Açores.

"Começámos o campeonato com um bom resultado em Fafe e agora o objetivo é voltarmos a lutar pelos primeiros lugares no CPR 2WD, apesar de ser um rali completamente novo para nós", afirmou Hugo Lopes. "Só depois dos reconhecimentos vamos perceber exatamente como são os troços, mas eu sempre sonhei fazer o rali dos Açores, pelo que via na televisão e pelo que ouvia dos outros pilotos. Vai ser uma enorme descoberta e uma aprendizagem importante para a minha carreira", apontou o jovem piloto português.

O navegador Nuno Mota Ribeiro também encara o Azores Rally como uma excelente oportunidade para ganhar ritmo e obter pontos importantes para o CPR 2WD: "Será um rali longo e difícil, com mais de 220 quilómetros cronometrados, por isso, se tudo correr bem, vamos certamente acumular aqui uma experiência importante. Queremos andar rápido mas sem cometer excessos, pois o grande objetivo é fazer uma boa operação em termos pontuais para o campeonato. Claro que no final de cada dia também vamos poder comparar o nosso andamento com o da concorrência direta no Nacional e os pilotos do ERC", referiu Nuno Mota Ribeiro.

teoRicardo Teodósio e José Teixeira protagonizaram um início de campeonato praticamente perfeito e agora querem manter a performance no emblemático Azores Rally, disputado entre os dias 21 e 23 de março. Dupla do Skoda Fabia R5 conhece bem as características da prova açoriana.

Com uma vitória indiscutível no Rali Serras de Fafe, Ricardo Teodósio e o navegador José Teixeira confirmaram que são sérios candidatos ao título no Campeonato de Portugal de Ralis, que prossegue agora nos famosos troços de terra do Azores Rally, entre quinta-feira e sábado. O piloto da Guia está naturalmente motivado pelo arranque da temporada mas sabe que o Azores Rally é uma prova com contornos especiais.

"É sempre um prazer correr nos Açores e, para mim, este é um dos ralis mais bonitos do campeonato. Segundo o que nos disseram, o rali deste ano tem cerca de 40% do percurso novo mas acredito que as características dos troços não serão muito diferentes. Estamos motivados pela vitória em Fafe e fizemos agora um upgrade ao nível do diferencial e caixa de velocidades, por isso acredito que conseguiremos um set-up muito próximo daquilo que eu gosto. Vamos obviamente tentar andar rápido mas sem cometer excessos, até porque tal como aconteceu com o Dani Sordo em Fafe, deveremos ter o (Alexey) Lukyanuk como referência para toda a gente, e depois obviamente o Ricardo Moura. Como sempre, vamos tentar lutar pelos primeiros lugares e dar espetáculo a um público que nos recebe sempre de forma fantástica", afirmou Ricardo Teodósio.

Para José Teixeira, o segredo para acumular uma boa pontuação nos Açores será "a consistência de andamento ao longo dos três dias do rali. São 220 quilómetros cronometrados, cerca do dobro de uma prova normal do CPR e por isso teremos de estar muito concentrados para andarmos rápido sem cometer erros. O rali dos Açores é sempre um dos pontos altos da nossa temporada e o objetivo é trazer de lá mais um bom resultado para o campeonato e participar nesta autêntica festa", concluiu o navegador algarvio.

pedroPedro Almeida está preparado para o desafio do Azores Rallye, segunda prova do Campeonato de Portugal de Ralis (CPR) e prova de arranque do ERC - Campeonato da Europa, onde o piloto está também inscrito, nas categorias ERC 1 e ERC Junior.

"Foi nos Açores que fizemos em 2018 a estreia ao volante de um carro R5 e por isso a prova em S.Miguel é-nos especial. Passado um ano percebemos que evoluímos bastante e temos a expectativa de melhorar a nossa performance nesta edição de 2019".

Nos Açores Pedro Almeida vai ter como navegador Nuno Almeida, prova em que também está inscrito no ERC e ERC Junior. "É a primeira prova destes dois campeonatos e queremos deixar em aberto outras possibilidades de participação no europeu, que é um campeonato competitivo e nos pode trazer aprendizagem importante para o futuro" disse o piloto, realçando no entanto que o primeiro foco é o CPR. "Em Fafe somamos pontos e fizemos um rali muito regular, uma prestação que queremos repetir e se possível melhorar, porque é no CPR que está o nosso foco".

O piloto de Famalicão acrescentou ainda a satisfação pelo comportamento do Skoda Fabia R5 em pisos de terra. "Deu-nos bons indicadores, que queremos explorar agora nos Açores. As especiais são mais longas, o que nos vai permitir tomar melhor conhecimento de algumas das características do Skoda Fabia R5, que tem sido exemplarmente preparado pela ARC".

Pedro Almeida vai nos Açores visitar o Lar Mãe de Deus, Instituição de Solidariedade Social que presta apoio a crianças e jovens em risco, uma ação patrocinada pelos parceiros do projeto de responsabilidade social que o piloto está a desenvolver em cada uma das regiões onde em 2019 passa a caravana do Campeonato de Portugal de Ralis.