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CPR

pascoalcbO bicampeão nacional de Ralis GT abriu a sua época nos ralis com um triunfo em Castelo Branco, resultado que Vítor Pascoal dedicou à memória de Domingos Mota. Piloto do Porsche 991 GT3 Cup, navegado por Ricardo Faria, superou condições difíceis no asfalto da Beira Baixa.

Foi um fim de semana particularmente exigente para Vítor Pascoal, sobretudo em termos psicológicos, devido ao recente falecimento de Domingos Mota, até então responsável técnico da equipa e um amigo próximo do piloto do Baião Rally Team. Concentrando-se sobretudo em chegar ao final da prova, Vítor Pascoal acabou por vencer todas as classificativas entre os GT, começando o ano com a pontuação máxima.

"Esta vitória é para o Domingos", dedicou Vítor Pascoal. "Lembrei-me dele em vários momentos durante o rali, até na altura das verificações, porque era ele que costumava levar o carro para ser verificado. Emocionalmente não foi fácil disputar esta prova, mas o facto de o asfalto estar muito sujo tornou tudo ainda mais difícil. Não são condições indicadas para os GT, por isso só o facto de termos chegado ao final já é positivo. Este resultado só foi possível com a ajuda de um grupo de amigos, que foram fundamentais para estarmos no rali e a quem tenho de agradecer por todo o apoio nesta fase", afirmou o piloto do Baião Rally Team, que vai agora preparar o Rali Vila Medieval de Ourém, agendado para 22 e 23 de agosto.

netoApesar de o resultado final não ter correspondência com andamento verificado, Paulo Neto / Vitor Hugo saíram do Rali de Castelo Branco com um enorme manancial de experiência ao volante do Skoda Fabia R5 em asfalto, cumprindo assim os objetivos para esta prova.

Paulo Neto / Vitor Hugo não tiveram a sorte do seu lado nesta edição 2020 do Rali de Castelo Branco, segunda prova do Campeonato de Portugal de Ralis, integralmente disputada em pisos de asfalto. Um furo, na fase inicial do rali, e a consequente troca de pneus em pleno troço, motivou um enorme atraso, que se saldou num 17º lugar final.

"Tínhamos dito que nesta prova queríamos, acima de tudo, fazer o número máximo de quilómetros ao volante do Skoda Fabia R5 em pisos de asfalto. Por esta perspetiva o balanço da nossa presença no Rali de Castelo Branco só pode ser considerado positiva. Enfrentamos um rali muito duro, muito exigente e com muito calor, o que tornou o nosso desafio ainda maior. Porém, acho que os quase 100 quilómetros de troços serviram para conhecer melhor o nosso Skoda, como também para evoluir a nossa condução ao longo do rali, como se prova pelos tempos que realizamos no segundo dia, onde tivemos uma performance muito mais consistente", afirma Paulo Neto, reconhecendo que "ao ritmo a que andamos no segundo dia e sem o furo do primeiro dia e ainda um pião, poderíamos ter terminado o Rali de Castelo Branco no Top10, até porque já rodamos próximo dos tempos de outros pilotos com mais experiência e conhecimento ao volante de viaturas R5".

Quanto ao rali em si, Paulo Neto reconhece que "foi uma prova muito interessante, competitiva e com muito público a assistir na estrada, provando que os ralis são um desporto muito acarinhado pelos seus adeptos. A Escuderia de Castelo Branco fez um enorme esforço para colocar esta prova na estrada e, por isso, está de parabéns. Queria também agradecer à ARC pelo excelente trabalho que desenvolveu".

A Paulo Neto Sport conta com os parceiros: Weber, Baxi, Dominó, Listor, Italbox, Quantinfor, AVF, Total, Vitarte, Peçintra e Cision.

 

ruifotocb20RALI CASTELO BRANCO

JULHO 2020

FOTOS MONDEGOSPORT

calistoDisputadas as duas primeiras provas do Campeonato de Portugal de Clássico de Ralis, Vitor Calisto / António Cirne, que tripulam um Ford Escort RS 2000 MK1, lideram esta competição, depois de somarem os pontos de um terceiro lugar no Rali de Castelo Branco.

Depois do Rali do Bairrada, o Rali de Castelo Branco foi a segunda prova do Campeonato de Portugal de Clássicos de Ralis, prova na qual Vitor Calisto / António Cirne marcaram presença. "Foi um rali muito difícil. Chegamos a medir a temperatura no interior do Ford Escort que marcava 71 graus!!! Foi nestas condições que disputamos este rali, sempre com o objetivo de fazer o melhor resultado possível, mas ainda nos deparamos com uma dificuldade adicional. Como partíamos para os troços depois dos concorrentes do Campeonato de Portugal de Ralis, apanhávamos o percurso muito sujo em muitas curvas, mais parecendo que estávamos a disputar um rali de terra. Acho que a Escuderia de Castelo Branco, que é um excelente clube e montou um excelente rali, devia ter mais atenção a esta aspeto pois isso influencia muito a prestação de todas as equipas que, como nós, partem para os troços mais atrás", explica Vitor Calisto.

Em termos desportivos, o Rali de Castelo Branco acabou, segundo Vitor Calisto, por "decorrer muito bem. Fizemos a nossa prova sem cometer erros e como o Ford Escort não teve qualquer problema conseguimos, face às incidências da prova, terminar num excelente 4º lugar da geral, mas somando os pontos de um terceiro lugar. Dessa forma, e como já tínhamos pontuado no Rali da Bairrada, acabamos por sair de Castelo Branco na liderança do Campeonato de Portugal de Clássicos de Ralis, o que é de facto uma excelente notícia para toda a equipa".

armindocbaposArmindo Araújo e Luís Ramalho voltaram a vencer o Rali de Castelo Branco, repetindo o resultado do ano passado, e somaram a segunda vitória consecutiva no Campeonato de Portugal de Ralis, em outras tantas provas disputadas.

Depois de terem assumido a liderança do rali, logo na classificativa de abertura, e terem travado uma luta bem quente, com dois dos seus diretos adversários, tão elevada quanto o calor que se fez sentir, a dupla do Skoda Fabia R5 Evo, entrou, no dia de hoje, novamente com um ritmo bem forte e conseguiu aumentar a distância para o seu mais direto perseguidor.

“Entramos de novo ao ataque e aumentamos a margem para o nosso adversário, que a partir da primeira especial de hoje passou a ser o Bruno Magalhães. Na parte da tarde usamos a mesma tática na segunda passagem pela classificativa de Dáspera e partimos para a última com dez segundos de vantagem. Podíamos ter imposto um ritmo mais elevado para tentar vencer a power stage, mas preferimos não correr nenhum risco que colocasse em causa a vitória”, referiu na chegada Armindo Araújo.

Duas provas, dois tipos de pisos diferentes e duas vitórias. Este é o saldo da temporada 2020 do Team Armindo Araújo/The Racing Factory. Com um Skoda em pleno quer em Fafe, quer aqui em Castelo Branco, o líder do campeonato não podia deixar de destacar o trabalho de toda a equipa e, obviamente, a sua satisfação pelo resultado. “Tal como na primeira prova, a minha equipa preparou-me um carro que me deu toda a confiança para lutar pela vitória. Fizemos um bom teste antes do rali mas não sabíamos como estaríamos posicionados em relação aos nossos adversários. Senti-me sempre bem com o Skoda e estamos muito contentes com este triunfo”, disse ainda o piloto tirsense.

Num rali marcado pelo plano de contingência imposto pela DGS, Armindo Araújo não esqueceu de agradecer a todos os que colaboraram com a organização para colocar esta prova em marcha. “À Escuderia, à FPAK pelo esforço que fizeram em manter o rali e a todas as equipas presentes e público, pelo civismo e comportamento exemplar, um tremendo obrigado”, concluiu.

Pontuação CPR: 1º Armindo Araújo - 68,51 pontos; 2º B. Magalhães - 50,80; 3º R. Teodósio – 39,76; 4º M. Correia – 24; 5º J.P. Fontes – 21,42