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apresenO programa da prova idealizada pelo Clube Automóvel do Centro, em conjunto com os municípios de Mortágua e Águeda, tem um percurso total de 296,82 km, dos quais 113,71 disputados ao cronómetro ao longo de 12 especiais, com muitas inovações à mistura.

Foi hoje apresentado o Rali de Mortágua com o selo da renovação para chegar ao público um espectáculo sem precedentes. É precisamente no dia 3 de Maio (sexta-feira) que as emoções do Campeonato de Portugal de Ralis regressam ao Continente, depois das aventuras e peripécias no Azores Rallye, embora se mantenham, pela terceira vez consecutiva esta temporada, os pisos de terra. A excepção à regra para as passagens urbanas de Águeda Street Stage Travocar (2,59 km) e Super-especial de Mortágua (2,06 km), a desenvolver, exactamente, no primeiro de dois dias de prova sob a égide do Clube Automóvel do Centro.

Antes, porém, a edição deste ano do Rali de Mortágua será conjecturada com a realização de um "Free Practice", às 8h30, a prova de "Qualifying", pelas 9h30. Tudo isto na distância de 4 km, será efectuada nas proximidades do Parque de Assistência, facilitando a tarefa aos concorrentes, dado que, neste mesmo percurso, será disputado o "Shakedown", a partir das 10h00. E, tudo isto, a fortalecer a manhã do dia 3 de Maio.
Na apresentação, Luís Santos, presidente do Clube Automóvel do Centro e director de prova, segmentou a competição, começando por agradecer a todos os parceiros e colaboradores, bem como todos os elementos que integram a segurança e bombeiros. Depois de endossar palavras de reconhecimento às Câmaras Municipais de Mortágua e Águeda, representadas pelo presidente José Júlio Norte e técnico superior da Divisão de Cultura e Desporto, João Paulo Lopes, respectivamente, Luís Santos evidenciou o plano organizativo.

Por outro lado, e à semelhança do ano passado, Águeda Street Stage Travocar, promovida pela Promolafões, «volta a fazer parte da terceira ronda do Portugal de Ralis, a desenvolver, por duas vezes, a partir das 19h30, nos principais arruamentos da Baixa e Alta da cidade aguedense», avançou o responsável.
Uma atmosfera de emoções fortes e uma adrenalina fora do normal para a comunidade local, a servir de aperitivo à superespecial nocturna de Mortágua, com as primeiras viaturas do Campeonato Centro de Ralis na estrada às 21h10.

«Para sábado, o Clube Automóvel do Centro preparou uma estrutura que confere à terceira prova do Campeonato de Portugal de Ralis, pontuável ainda para o Campeonato Centro de Ralis, Desafio Kumho Centro e Desafio Kumho Terra uma mudança radical no paradigma de uma competição desta natureza. Trata-se de duas zonas de provas especiais em que o público vai estar em "contacto" permanente com os concorrentes, já que estes efectuam seis passagens no mesmo local».

Uma novidade absoluta em termos nacionais, quiçá a nível mundial, em que duas classificativas, com início comum, permitem passar no mesmo local seis vezes, permitindo, de forma singular, que o público se mantenha no mesmo lugar, em Mortágua, sem que tenha de andar de um lado para o outro.

Outro dos "condimentos" do Rali de Mortágua, versão 2019, e que reúne a nata da modalidade nacional, prende-se com a realização de 12 provas de classificação, mais três do que o ano passado. Como já foi referido, a 1.ª, 2.ª, 5.ª, 6.ª, 9.ª e 10.ª provas especiais de sábado (4 de Maio) privilegia a criação de duas zonas para os espectadores, em que os concorrentes efectuam seis passagens no mesmo sítio (uma das zonas terá mais de 1 km de extensão e vários atractivos, como ganchos e salto).

A especial Mortágua-Moitinha (6,55 km), é percorrida às 10h10, 14h05 e 16h47; Mortágua-Chão de Calvos (5,66 km), terá início pelas 10h33, 14h28 e 17h10; Sobral-Tojeira (18 km), às 10h52 e 14h47; Felgueira (16h92 km), na estrada a partir das 11h35 e 15h30.

O Rali de Mortágua, terá o centro operacional de novo localizado nas instalações da Câmara Municipal de Mortágua, local onde funcionará o Secretariado e o Gabinete de Imprensa. O Parque de Assistência, a exemplo da edição do ano passado, ficará situado no Aeródromo de Mortágua.

Para o presidente da Câmara Municipal de Mortágua, que declarou ter-se sentido «apunhalado» pelo "seu" território não ser contemplado com o regresso do Rali de Portugal à região Centro, «a prova do Clube Automóvel do Centro vai continuar a trilhar o caminho sucesso». «Apesar da facada nas costas, vamos estar cá para ver o que reserva o futuro, mas uma coisa é certa: não vão conseguir fazer melhor que a organização do Rali de Mortágua, pela atitude, força e empenhamento que o Clube Automóvel do Centro sempre demonstrou», sublinhou José Júlio Norte.

«Espero, mais uma vez, uma grande adesão de equipas de pilotos e co-pilotos, e público em geral. Naturalmente que gostava que Mortágua estivesse nos planos do Rali de Portugal, até porque sempre apoiou a prova na região Centro. Mas cá estamos para dar um grande impulso ao Rali de Mortágua, até porque o Clube Automóvel do Centro tem dado mostras de saber organizar e com um enorme ângulo de visão para inovar», reforçou o presidente da Câmara Municipal de Mortágua.
Também o campeão nacional em título, Armindo Araújo, fez questão de aferir que «o Rali de Mortágua é uma prova muito bem organizada, mas muito difícil, o que não deixa de ser um desafio aliciante, porque são as dificuldades que nos move». «Estamos aqui com a mesma vontade do ano passado, ou seja, lutar pela vitória».

Rali de Mortágua acumula experiência internacional

A história da prova tem-se encarregado de registar um aumento significativo de pessoas que se deslocam a Mortágua por altura deste enorme acontecimento desportivo. Em termos competitivos, e a título de exemplo, o britânico Craig Breen, piloto oficial da Citroen no WRC, saiu de Mortágua em 2017 na qualidade de vencedor e, o ano passado, a vitória sorriu ao jovem japonês Arai Haroki (Ford Fiesta R5), que aproveitou a prova do Clube Automóvel do Centro para treinar para o Rali de Portugal. Também Katsuta Takamoto, o outro japonês da Tommi Makinen Racing em viatura idêntica, esteve na vila mortaguense para encerrar o pódio, numa prova em que o campeão nacional em título, Armindo Araújo, cotou-se o segundo mais rápido e o melhor entre os portugueses, iniciando em Mortágua a caminhada para alcançar o título.
Já com o estatuto de rali internacional garantido, o Rali de Mortágua, na estrada a 3 e 4 de Maio, acelera para mais um acréscimo de interesse, sobretudo pela qualidade superior dos pilotos e navegadores presentes.

A pouco mais de 15 dias da partida, a prova do clube conimbricense dá-se a conhecer pelas mais diversas formas e feitios, patenteando um cartaz com o Hyundai i20 R5 da dupla campeã nacional, Armindo Araújo e Luís Ramalho, a surgir em pano de fundo em aceleração vertiginosa pela floresta do concelho de Mortágua.
O ano passado a floresta apresentava-se calcinada pelos incêndios de Outubro de 2017, mas este ano, o cenário já se encontra mais verde, com a esperança de um futuro mais jubiloso. As cores vivas da viatura da marca sul-coreana contrastam com o cenário de fundo, com eucaliptos abrasados, numa singela homenagem a todos os mortaguenses que, de uma forma ou de outra, perderam os seus bens pelas chamas incontroláveis.
Como o Rali de Mortágua é uma das mais emblemáticas manifestações desportivas na região centro, o cartaz da prova deste ano não desfralda as espectativas da população e dos aficionados. Para trás ficou um quadro pintado a negro, com uma imensidão de área atingida. Há milhares de histórias de superação, resiliência, frustração e de oportunidade. O Rali de Mortágua é, por isso, mais um motivo de prosperidade. O sucesso, firme na região, país e no mundo, é para prosseguir com as cores da esperança.

António Baptista homenageado no Rali de Mortágua

A superespecial agendada para a noite do dia 3 de Maio, nos arredores de Mortágua e Vale de Açores, terá a designação de António Baptista, navegador que faleceu no início do mês de Março, em Coimbra, deixando uma enorme herança à família dos ralis. Uma homenagem que o Clube Automóvel do Centro presta a António Baptista como Homem, Navegador e Sócio, dando o nome do malogrado navegador à super-especial nocturna.
Recorde-se que a super-especial, com 2,06 km de extensão e a ser percorrida, como habitualmente, nos arredores de Mortágua e Vale de Açores, com grande parte do traçado no asfalto da Estrada Nacional 234, terá início pelas 21h10, onde um mar de gente emoldura o traçado para homenagear uma figura ímpar dos ralis nacionais e regionais.
António Baptista, que ostentava o número 29 no cartão de sócio do Clube Automóvel do Centro, terá nesta iniciativa o reconhecido que, ao longo de várias décadas, desempenhou em prol dos ralis, pelo que o Rali de Mortágua, terceira prova pontuável para o Campeonato de Portugal de Ralis, Campeonato Centro de Ralis, Desafio Kumho Centro e Desafio Kumho Terra, ganha um novo significado.

Na estrada a 3 e 4 de Maio, a prova do Clube Automóvel do Centro associa-se à dor dos familiares de António Baptista, à semelhança, aliás, do que aconteceu em 2017, ao criar a Prova Extra (Regional) – Critério de Ralis Jorge Amorim, com a finalidade de homenagear o sócio, Jorge Amorim, falecido em Fevereiro desse mesmo ano.

mortaguaplaca19(atualizado) Troços e horários Rali de Mortágua 2019

 

 

 

 

 

 

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mortagualogo19A aposta da qualidade na criação de relações de confiança com todos os agentes que nele estão envolvidos, directa e indirectamente, com particular destaque para as equipas, é um dos focos privilegiados para as manter satisfeitas e que lhes permite rotular o Rali de Mortágua de excelência.

Pelo segundo ano consecutivo, Águeda volta a abrir as “hostilidades” da terceira prova pontuável para o Campeonato Portugal de Ralis, com a cidade a receber a caravana às 19h00 do dia 3 de Maio, prosseguindo, no mesmo dia, com a tradicional super-especial urbana nocturna na vila de Mortágua. A prova continua no dia seguinte com uma “ementa” de emoções fortes.

Não é novidade para ninguém que a estrutura organizativa beneficia, também, os aficionados e público em geral, procurando, através dos recursos humanos disponíveis, criar as melhores condições no sentido de seguir, a par e passo, as incidências da competição. A história da prova tem-se encarregado de registar um aumento significativo de pessoas que se deslocam a Mortágua por altura deste enorme acontecimento desportivo.

Por exemplo, em 2017, o britânico Craig Breen, piloto oficial da Citroen no WRC, saiu de Mortágua na qualidade de vencedor e, o ano passado, a vitória sorriu ao jovem japonês Arai Haroki (Ford Fiesta R5), que aproveitou a prova do Clube Automóvel do Centro para treinar para o Rali de Portugal. Também Katsuta Takamoto, o outro japonês da Tommi Makinen Racing em viatura idêntica, esteve na vila mortaguense para encerrar o pódio, numa prova em que o campeão nacional em título, Armindo Araújo, cotou-se o segundo mais rápido.

Já com o estatuto de rali internacional garantido, o Rali de Mortágua, na estrada a 3 e 4 de Maio, acelera para mais um acréscimo de interesse, sobretudo pela qualidade superior dos pilotos e navegadores presentes. A pouco mais de um mês de novas “aventuras e peripécias”, a prova do clube conimbricense apresenta hoje, de forma oficial, do cartaz do Rali de Mortágua. O Hyundai i20 R5 da dupla campeã nacional, Armindo Araújo e Luís Ramalho, surge em pano de fundo em aceleração vertiginosa pela floresta do concelho de Mortágua.

O ano passado a floresta apresentava-se calcinada pelos incêndios de Outubro de 2017, mas este ano, o cenário já se encontra mais verde, com a esperança de um futuro mais jubiloso. As cores vivas da viatura da marca sul-coreana contrastam com o cenário de fundo, com eucaliptos abrasados, numa singela homenagem a todos os mortaguenses que, de uma forma ou de outra, perderam os seus bens pelas chamas incontroláveis.

Como o Rali de Mortágua é uma das mais emblemáticas manifestações desportivas na região centro, o cartaz da prova deste ano não desfralda as espectativas da população e dos aficionados. Para trás ficou um quadro pintado a negro, com uma imensidão de área atingida. Há milhares de histórias de superação, resiliência, frustração e de oportunidade. O Rali de Mortágua é, por isso, mais um motivo de prosperidade. O sucesso, firme na região, país e no mundo, é para prosseguir com as cores da esperança.

gilazores19Gil Antunes e Diogo Correia terminaram da melhor forma a viagem até ao Azores Rallye. Depois de uma ronda difícil e de forte competitividade no que ao campeonato Duas Rodas Motrizes diz respeito, a dupla vingou a desistência em Fafe para conquistar, na segunda jornada da temporada, o primeiro lugar do pódio.

Esta suada vitória foi, praticamente, isenta problemas e, para o piloto, “a concentração foi a chave para o sucesso porque, nos Açores, por ser um rali mais longo e bastante traiçoeiro, temos que estar a 100% no carro já que os erros pagam-se caro”. A equipa chegou ao comando da prova na manhã do segundo dia, no entanto foi alternando a liderança com Hugo Lopes/Nuno Mota Ribeiro, acabando por ganhar o rali com apenas 12 segundos de vantagem para os segundos classificados.

O Renault Clio R3T esteve ao nível pretendido e foi um forte aliado para esta conquista que se espera “ser a primeira de muitas nesta temporada que queremos que termine com o título de campeão nas nossas mãos. Depois do que aconteceu na primeira prova, este resultado fez-nos renascer e ganhar alento para cumprir a nossa missão”, disse o navegador.

Tão importante quanto o resultado é ter tido a oportunidade de acumular mais quilómetros cronometrados e, por isso mesmo, mais bens alimentares para a Casa do Gil. Esta nova parceria já foi para a estrada por duas vezes e, ao longo do ano, continuarão a ser doados legumes e frutas à instituição.
A próxima prova do Campeonato de Portugal de Ralis discute-se no Rali de Mortágua de 3 a 4 de maio.

pnetoacoDepois de uma prova muito difícil, Paulo Neto / Vitor Hugo trazem do Rali dos Açores um pódio nas 2RM do Campeonato de Portugal de Ralis, que lhes permitem estar dentro da luta pelo título de 2019.

Apesar da reduzida concorrência direta no Rali dos Açores, a verdade é que Paulo Neto / Vitor Hugo tiveram que superar uma série de dificuldades para concluir com êxito esta prova e somar um bom pecúlio pontual para as duas rodas motrizes do Campeonato de Portugal de Ralis.

"O Rali dos Açores é uma prova excecional e com o ambiente fantástico. A edição deste ano acabou por não ser muito diferente das anteriores neste aspeto, mantendo a prova todas as características que a tornam única no panorama dos ralis em Portugal", comenta Paulo Neto, dizendo que "também por essas razões o Rali dos Açores é sempre uma prova muito difícil e mais uma vez este ano não fugiu à regra, terminando com um derradeiro dia de competição muito complicado, em que a muito chuva, nevoeiro e lama, tornaram os troços quase impraticáveis, sendo uma vitória ter terminado esta prova".

Sobre a parte desportiva, Paulo Neto comenta que o Ralis dos Açores "só o facto de terminar a prova é positivo, o que nos permitiu desde logo arrecadar pontos importantes. Contudo, foi um rali em que tivemos alguns problemas. A começar por um furo logo ao terceiro troço, que nos afastou dos nossos adversários durante a 1ª Etapa, bem como algumas pequenas saídas de estrada, já que tínhamos dificuldades em inserir o carro nas curvas lentas mais fechadas. No início da 2ª Etapa, entramos mais fortes no rali, mas um problema com o diferencial levou-nos a perder muito tempo e que justificava os problemas sentidos na 1ª Etapa. Só nos restou tentar levar o carro até à meta, o que foi conseguido, com a vantagem de os pontos obtidos nos permitirem subir ao segundo lugar das contas das duas rodas motrizes no Campeonato de Portugal de Ralis.
Não queria terminar sem deixar de agradecer mais uma vez o enorme apoio que recebemos de todos os açorianos que acompanham esta prova, bem como aos meios de comunicação locais que dão um grande destaque a este evento.".

A Paulo Neto Sport conta com a assistência técnica da P&B Racing e dos parceiros Weber, Baxi, Dominó, Listor, Italbox, Quantinfor, Total, Vitarte, Banhoazis, Peçintra e Cision, para esta temporada no Campeonato de Portugal de Ralis.