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editorial15030515Alguns pilotos, nomeadamente do Campeonato FPAK de Ralis Norte, ameaçam não comparecer mais às provas desta competição na qual estão inscritos.

A razão pare esta "tomada de força" tem a ver com a participação nestas provas dos Campeonatos FPAK de alguns pilotos que, com carros francamente competitivos e não regulamentares, disputam a prova e acabam por a fazer e ficar nos primeiros lugares, deixando em segundo plano os pilotos inscritos nessa competição e que, apesar de levarem os pontos como se tivessem fica pelos lugares do pódio, acabam por não ter qualquer protagonista.

Aliás, no próximo Rali Baião Amarante, volta-se a ter uma situação desta, que para alguns iluminados federativos não tem solução, mas para qualquer adepto e mesmo piloto é bem simples.

Estamos a falar do regresso das provas extra, que permitia que os pilotos que não estivessem inscritos em qualquer campeonato FPAK a pudessem disputar na mesma, mas não roubando o protagonismo dos primeiros lugares a quem de facto apostou (e se inscreveu) nesse campeonato. Os concorrentes da prova extra, a exemplo do que sucedeu até 2013, partiam logo a seguir aos concorrentes do Campeonato FPAK e dessa forma não se intrometiam na discussão de uma prova e de um campeonato para o qual de facto não estão inscritos.

Outra situação absurda e difícil de explicar, tem a ver com os campeonatos FPAK e os campeonatos FPAK Asfalto / Terra. Tomemos com exemplo o Rali de Castelo Branco, onde André Cabeças venceu entre os concorrentes do Campeonato FPAK Asfalto, foi primeiro no rali do Campeonato FPAK Centro, mas a vitória foi para o segundo classificado. Confuso? O facto de o piloto só estar inscrito no Campeonato FPAK Norte trouxe a nu mais uma aberração regulamentar.

Sabemos que as regras são iguais para todos, mas poucos são aqueles que realmente podem explicar a um normal adepto que o primeiro não foi o vencedor de um rali!!!

Bons Ralis, mas em segurança!!!

Paulo Homem

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