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editorial792014Não era preciso ser bruxo para prever o que aconteceu em Guimarães no Rali Sprint. Os ralis sprint tornaram-se numa bomba atómica e era apenas uma questão de tempo até acontecer esta tremenda tragédia que se abateu sobre a modalidade que mais gosto.

As regras de segurança têm que ser válidas para todo o tipo de ralis e não se pode nem deve facilitar quando o assunto é a segurança das pessoas que assistem a estes eventos e dos concorrentes que vão dentro dos carros.

O que sucedeu em Guimarães foi apenas o epílogo de tantas e tantas histórias (mais ou menos trágicas) que se têm vindo a suceder em diversos ralis sprint.

Lamentar as vítimas e endereçar os sentimentos é uma questão de respeito para com as famílias, mas mais do que nunca é preciso apurar responsabilidades e saber ao detalhe o que falhou não só em Guimarães mas nas outras provas para se tomar medidas rapidamente, evitando que este tipo de tragédia volte a suceder.

Tudo se pode pôr em causa num rali, mas nunca as questões de segurança, que devem estar acima de todos os detalhes que as organizações devem atender para levar por diante as suas provas.

Aproveito esta maré negra, para questionar a função que o condutor do carro 0 (SEGURANÇA) deve ter numa prova de ralis. A maioria das vezes, para não dizer quase sempre, o "carro 0" serve para tudo menos para trabalhar para a organização em matéria de segurança. Não é por acaso que até o carro de som, num determinando rali, acabou por se despistar!!!!

Bons Ralis, MAS EM SEGURANÇA!!!

Paulo Homem

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