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brevs5mort10Vítor Pascoal fez uma boa exibição em Mortágua e com todo o desportivo que lhe é conhecido disse que "embora tenhamos partido para esta prova ainda na luta pelo Campeonato 2010, sabíamos que dependiamos do resultado dos nossos adversários para adiar a sua resolução. Demos o nosso melhor, mas o título ficou entregue ao Bernado e ao Nuno, dupla a quem endereçamos os nossos Parabéns por esta conquista". Ainda sobre a prova de Mortágua o piloto de Amarante referiu que "envolvemo-nos numa luta muito interessante pela 3ª posição que, desta vez, fomos nós a vencer! Penso que fizemos tempos interessantes e conquistamos um resultado importante para garantir novamente o Vice-Campeonato."

Entrando com um ritmo muito forte desde a primeira especial, Barros Leite e Luís Ramalho compreenderam a meio do rali que não existiam grandes hipóteses de vencer no CP2. No entender do piloto de Miramar "o balanço da fase final desta temporada é bastante positivo. Embora ainda não tenha sido desta vez que chegamos à vitória do CPR2, conseguimos fazer cronos que nos deixam satisfeitos. No 2º dia de prova sabíamos que seria quase impossível alcançar o Adruzilo e o Vasco, optando por não correr qualquer risco e não comprometer mais uma vitória entre os Diesel, objectivo que nunca nos poderemos esquecer".

Com o título de Campeão Nacional do Agrupamento de Produção já garantido após o Rallye Vinho da Madeira, Ricardo Moura voltou a mostrar grande classe na penúltima prova do Campeonato de Portugal de Ralis. O quarto lugar absoluto, a vitória no Grupo N, mas essencialmente a confirmação do título de Produção para António Costa, que por não ter participado no Sata Rally, só agora conseguiu alcançar o seu objectivo. "Esta prova foi muito importante por ter conseguido o título para o António Costa e por ter contribuído para mais um sucesso de toda a equipa. A luta com o Vítor Pascoal acabou por ser bastante interessante, assim como o facto de ter conseguido melhorar muito os meus tempos em relação à prova do ano passado. Na primeira passagem pelo troço de Espinho sentimos falta de tracção no Mitsubishi, e a partir daí decidimos não arriscar mais. Foi mais uma participação digna para os Açores e um dia excelente para a ARC Sport, pelos títulos que hoje conseguiu alcançar", declarou Ricardo Moura.

A participação de João Ruivo e João Peixoto no Rali de Mortágua, penúltima etapa do ano, não foi a esperada, pois a equipa apenas conseguiu o quarto lugar entre os interessados no Campeonato de Portugal de Ralis, Categoria de 2 Litros / 2 Rodas Motrizes. "Viemos para esta prova para tentar adiar a luta pelo título nacional, mas infelizmente não conseguimos. Desde já, dou os parabéns à ARC Sport, bem como ao Adruzilo Lopes e Vasco Ferreira, pela sua conquista", referiu o piloto no final do Rali. João Ruivo, explicou depois a sua prestação nesta prova do centro do país: "Fizemos uma má escolha ao nível da caixa de velocidades e também ao nível das suspensões que não se revelaram eficazes. Logo na primeira etapa perdemos muito tempo e alterámos algumas coisas na suspensão para o segundo dia. O carro melhorou mas não tanto como esperávamos e assim ficámos longe da luta pelo lugares cimeiros e dos objectivos que trouxemos".

Não está a ser fácil a temporada de Paulo Neto. O piloto de Sintra esteve no Rali de Mortágua mas o C2 não colaborou muito. "Nem tudo correu como estava previsto, já que tivemos ao longo de toda a prova um problema com o motor que não passava das 6.200 rotações, quando deveria chegar às 8.400 rotações. Tudo foi tentado na assistência mas o problema não se conseguiu resolver o que condicionou bastante a nossa prestação". Mesmo assim o piloto de Sintra não baixou os braços, aproveitando o momento para "dar um pouco de espectáculo pois perdiamos demasiado tempo nos troços, por causa do problema de motor. Mesmo assim fomos novamente consistentes no nosso andamento, não cometemos erros mas voltámos a ter problemas" afirma Paulo Neto.

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