faceralis

 

rvmlogo24 madeira

soltas1Kris Meeke, depois de ter dominado o Qualifying, decidiu ser o sexto piloto na estrada, quando tudo apontaria para escolher ser ele a sair em primeiro para a estrada. Alguns dizem que foi estratégia do piloto (qual?), outros cometam que foi prepotência e, até, falta de respeito pelos seus adversários, já que poderia passar um atestado de incompetência, provando que mesmo com os troços mais sujos, seria na mesma o mais rápido. E, na realidade, foi mesmo o mais rápido no final do primeiro dia. Certamente que foi competente, como tem sido sempre, mas certamente também que lhe teria ficado bem ser o primeiro na estrada.

Fazer cerca de 150 Km/h de média num troço (neste caso do Qualyfing) parece-nos francamente exagerado. Poderia ter sido interessante, colocar em uma ou duas zonas barreiras de pneus para os pilotos contornarem e dessa forma ajudar a baixar a média e, simultaneamente aumentar o espetáculo.

Mais uma vez a organização colocou (e bem) alguns mecos de pedra nas curvas, evitando que os pilotos cortem determinadas curvas, evitando dessa forma sujar a estrada. Porém, alguns pilotos não ficaram com boas recordações desses mecos, como é o caso de Daniel Nunes e Nelson Trindade, que acabaram por furar e estragar as suas provas.

Em determinados ralis, a atribuição de “joker´s” permite que mais um ou dois pilotos possam ser convidados pelas organizações para participarem no Qualifying. Em Castelo Branco, sem razão aparente, a FPAK proibiu que isso fosse possível. Afinal em que ficamos?

Destaque para a presença muito "notada" de alguns responsáveis de clubes organziadores nesta prova em Castelo Branco. Um deles, Humberto Vairinhos, responsável pelo Rally de Lisboa, garante que se a prova não subir ao CPR em 2025, a mesma não se realizará. O "rebuçado" da Taça de Portugal já não é condição para a prova se realizar, até porque segundo este responsável, nao só a nota que a prova teve (em 2023), como o orçamento que tem para a realizar, está muito acima da maioria das provas do CPR.

A super-especial do Rali de Castelo Branco foi mais uma vez muito interessante e esteve carregada de público. A transmissão pela Bola TV e por streaming, enquanto durou, foi certamente muito interessante, mas mais uma vez esqueceu-se de comunicar que a mesma iria ser transmitida. Não basta transmitir, é preciso anunciá-lo muito previamente para os adeptos estarem avisados.

Não lhe é permitido comentar.