António Rodrigues não precisa de apresentações para quem já o viu conduzir carros de ralis. Lidera de forma destacada e "sem espinhas" o Open de Ralis, aproveitando bem todas as oportunidades que a SFR lhe está a proporcionar. Sem dúvida que o balanço, até ao momento, da sua temporada é positivo.
Qual o balanço da primeira fase da temporada?
O balanço da fase de asfalto foi muito positivo e até acima das minhas expectativas. No inicio do campeonato ambicionava e achava que era possível andar nos cinco primeiros lugares, tendo em atenção o carro que utilizava.
Actualmente estar a liderar o campeonato, fruto das 3 vitórias e um 2º lugar, excedeu as nossas melhores expectativas e tenho que dar graças a Deus por isso. Esta performance vai dar-nos mais motivações para enfrentarmos a fase de terra.
Quais foram os melhores e piores momentos?
Não posso considerar que houve piores momentos nesta fase do campeonato. O rali de Barcelos poderia ter tido um desfecho melhor não fosse o apoio da caixa ceder. Mesmo assim considero que o resultado foi positivo.
No rali Rota do Medronho da parte da manha fizemos todo o 1º troço com um furo lento, e tivemos que utilizar uns pneus já com algum uso (problemas de orçamento assim obriga) que não garantiam o mínimo de aderência.
Da parte da tarde já com pneus novos para piso molhado e algumas alterações no carro, fizemos uma excelente recuperação do 9º para o 2º lugar. As 3 vitórias são os momentos altos da fase de asfalto.
Que perspectiva e qual vai ser a estratégia para a fase de terra?
A minha perspectiva é conseguir defender a classificação actual no Campeonato, sabemos que a tarefa não vai ser fácil, pois os 4x4 têm maior vantagem, mas com a ajuda da minha equipa, a SFR Motorsport e com o apoio do público, iremos tentar as melhores classificações para atingir esse fim.
A estratégia vai ser a mesma que tenho adoptado até aqui, concentrar-me ao máximo em cada rali e dar o meu melhor.