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soltasmotUma das grandes e boas novidades do Rali de Mortágua foi a "Mortágua Arena". Um espaço no meio do troço da Aguieira, com cerca de dois quilómetros, desenhado numa encosta que permite diversos momentos de espetáculo para todos aqueles que estão a assistir. Porém, o tipo de piso, em condições de tempo seco (como foi o caso deste rali) acaba por fazer demasiado pó, mas a aposta neste conceito agradou à generalidade dos intervenientes e dos espetadores.

Com uma nova equipa no Clube Automóvel do Centro, pode-se dizer que nem tudo correu na perfeição para quem quer subir novamente ao CPR. Para além da tremenda falha no Qualifying / Shakedown, que não estava montada quando os pilotos lá chegaram, no dia seguinte um despiste, sem grande complexidade, levou o rali a atrasar uma hora. Quanto a pódios, também houve algumas falhas, nomeadamente com os pilotos das duas rodas motrizes na Promo, que não tiveram direito a pódio.

De que vale promover campeonatos com apenas cinco inscritos? Os clássicos estiveram novamente presentes em Mortágua e terminaram apenas três carros dos cinco que estavam inscritos. A vitória foi para José Merceano, piloto com uma longa carreira nos ralis regionais, seguido por outro decano dos ralis, Luís Mota.

Pouco compreensível para alguns pilotos que disputam o CPR 2RM foi a ordem de partida dada a alguns pilotos, que tiveram que arrancar para a estradas atrás dos pilotos do Troféu Peugeot. Sendo uma prova pontuável para o CPR 2RM, deveriam todos estes pilotos que disputam esta competição partir seguidos, mas na realidade tal não aconteceu.

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