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nilO segundo dia do Rali Serras de Fafe, já livre das contas do CPR, foi totalmente dedicada ao Europeu, mas foi uma etapa muito condicionada pelo que se passou no primeiro dia. Já com os troços em melhor estado, pois praticamente não choveu neste segundo dia, a vantagem que Nil Solans conquistou no primeiro dia permitiu-lhe gerir o primeiro lugar da forma que entendeu. A verdade é que o espanhol, ao volante de um "desatualizado" Volkswagen Polo GTi R5, fez um rali soberbo e nem sequer estava entre os candidatos à vitória, mas teve todo o mérito na forma com a conquista.

Apesar de já estar inscrito nos Açores, Nil Solans ainda não sabe se marcará presença na segunda prova portuguesa do europeu por causa da falta de patrocínios. Sem dúvida que depois da exibição em Fafe bem merecia defender a sua posição no europeu nos Açores.

Armindo Araújo teve de facto um fim-de-semana quase de sonho. Foi não só o melhor no CPR, como foi o melhor português do ERC e ainda por cima com um brilhante segundo lugar à geral, obtido no derradeiro troço, superando o estónio Georg Linnmae, num outro Volkswagen Polo GTi.

O letão Martins Sesks pode ter passado despercebido neste rali, mas foi uma das figuras principais da prova. Não só venceu a nova categoria ERC Open, mas foi a sua forma de conduzir que mais surpreendeu (um verdadeiro regalo). Ao volante de um Skoda Fabia Rally2-Kit (da mesma categoria dos Suzuki Swift Rally S e do Daco Sandero de Gil Antunes), Martins Sesks foi o sétimo classificado da geral, em termos absolutos, ficando à frente de José Pedro Fontes, Ricardo Teodósio e Pedro Almeida.

Agora sobe gestão da mesma equipa do WRC, o ERC teve uma cobertura medidática "online" enorme, permitindo acompanhar a prova a par e passo como nunca aconteceu em provas do europeu. A forma como o ERC se está a estruturar mais parece um mini-mundial.

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