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vitorclaO Rali Alto Tâmega, terceira prova do Campeonato de Portugal de Clássicos de Ralis, não foi um rali que deixe muitas recordações à dupla Vitor Calisto / António Cirne, a braços com uma série de problemas no Ford Escort RS 2000 MK1, que muito condicionaram a prestação da equipa.

"Não foi um rali nada fácil apesar de termos atingido os objetivos finais a que nos tinhamos proposto para esta prova e que passavam por nos mantermos nos lugares do pódio em termos de classificação do Campeonato de Portugal de Clássicos de Ralis", refere Vitor Calisto, explicando de seguida que "tivemos muitos problemas de motor ao longo de toda a prova que condicionaram bastante o nosso rali. Na quinta especial ficamos sem alternador e na especial seguinte foi o cabo da embraiagem que cedeu, não nos permitindo praticamente trocar de velocidade, o que nos obrigou a rodar praticamente sempre em terceira velocidade".

Apesar de todos estes contratempos, Vitor Calisto diz que "saímos do Rali Alto Tâmega na mesma posição do Campeonato de Portugal de Clássicos de Ralis com que entramos para esta prova, isto é, na vice-liderança da competição, estando na liderança dos Históricos 75. Terminamos o rali no sétimo lugar final entre os concorrentes dos Clássicos e, sinceramente, melhor do que isso não poderíamos ter feito tal as adversidades com que tivemos de lutar nesta prova".

Quanto ao Rali Alto Tâmega, Vitor Calisto regista a "enorme afluência de público que esteve presente a ver os concorrentes passar, mas também a extrema dificuldade em passar pelos troços que estavam com demasiada areia no interior das curvas, mais parecendo um rali de terra do que asfalto, tal como sucedeu em Castelo Branco".

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