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pedroalmeiaama18Após o período de férias, Pedro Almeida esta de regresso ao Campeonato Portugal Ralis, marcando presença no Rali Amarante Baião, penúltima prova da principal competição de ralis em Portugal. A prova da responsabilidade do Clube Automóvel de Amarante, vai ter lugar nos dias 21 e 22 deste mês de setembro.

"Será mais um desafio que vou encarar com total naturalidade e descontração, sem responsabilidade de resultado, mas com a mesma ambição dos anteriores", salientou o jovem piloto de Famalicão que voltará a contar com Nuno Almeida como navegador, naquela que será a oitava e penúltima ronda do calendário nacional de ralis: "É mais um rali novo que vamos marcar presença, numa região onde há muita paixão pelo desporto automóvel. Esperamos encontrar uma prova bem estrutura. O Ford Fiesta está apto para percorrer as classificativas de Amarante e Baião. A vontade é grande, após este «longo» período de férias, para esta reta final do campeonato. Depois de Amarante Baião ficará apenas a faltar o mítico rali do Algarve, onde também estaremos presentes", concluiu Pedro Almeida.

O Rali Amarante Baião, disputado em pisos de asfalto, comporta onze classificativas que contabilizam 115,5 kms ao cronómetro, num total de 396 de extensão total, por estradas de dois municípios, num território com excelentes paisagens naturais e numa região de muitos aficionados pela modalidade.

AMARANAPRRali Amarante Baião estreia-se em pisos de asfalto e este ano "sobe" ao Campeonato de Portugal de Ralis, a principal competição nacional de automobilismo de estrada. A prova vai ter lugar em 21 e 22 de setembro próximos.

O Salão Nobre da Câmara Municipal de Amarante recebeu ontem, quinta-feira, dia seis de Setembro, a apresentação do Rali Amarante Baião. Os Presidentes dos dois municípios, o Presidente da Federação Portuguesa de Automobilismo e Karting (FPAK) e o Presidente do Clube Automóvel de Amarante usaram da palavra.

O Presidente da C. M. Amarante, Dr. José Luís Gaspar, realçou a novidade deste rali ser disputado em pisos de asfalto, o que "configura uma nova realidade para todos nós, mas que é com satisfação que dois municípios num território fantástico se uniram no objectivo comum de elevar a região."

Realçou ainda que "esta é uma região onde há uma grande paixão pelo desporto automóvel" e fez ainda um forte apelo à consciência de todos, "quero apelar à segurança. Os troços passam por zonas urbanas e isso obriga a que as normas de segurança sejam estritamente cumpridas. O futuro da prova depende disso, para Amarante, para Baião e para outros municípios que se possam vir a juntar à prova."

Por sua vez o Presidente da C. M. Baião, Dr. Paulo Pereira aludiu ao facto de que ambos os municípios "partilham fronteiras, partilham ideias e por isso partilham também este evento."

Sublinhou ainda a importância que o município atribui a este evento e que "há já dois anos o Clube Automóvel de Amarante lançou-nos o desafio que foi o Rali Baião Vida Natural" e que a subida ao Campeonato de Portugal de Ralis "era há muito desejada e há muito merecida e é para nós muito importante... embora preferisse que a prova fosse disputada nos magníficos pisos de terra que a região possui, os mesmos pisos que já foram classificativas do Rali de Portugal." Por fim, realçou que "a FPAK pode confiar nesta parceria."

O Presidente da FPAK, Ni Amorim, começou por realçar que "o rali organizado pelo Clube Automóvel de Amarante, subiu por mérito próprio ao Campeonato de Portugal" e que encara "esta prova com muito optimismo, pela forma como está a ser preparada."

Agradeceu a ambos os municípios pelo apoio e reforçou que "terá o empenho da FPAK para que este rali regresse aos pisos de terra e possa ser feito nas magníficas classificativas do Campeonato do Mundo. Com o aval dos clubes organizadores de ralis, poderemos, eventualmente em 2019, o Rali Amarante Baião ser disputado em terra."

O Presidente do Clube Automóvel de Amarante, António Jorge, recordou que "em 2016 disse que estava aqui a dar mais um passo no sentido de elevar a prova e a região. O facto de dois anos volvidos, estarmos agora a apresentar o Rali Amarante Baião é a prova de que houve trabalho, um trabalho desenvolvido por uma equipa motivada e apaixonada que esse trabalho foi reconhecido e por isso estamos no Campeonato de Portugal de Ralis.

Agradeceu os apoios aos municípios de Amarante e de Baião, aos patrocinadores e parceiros e reforçou "que tudo fizemos para que esta possa vir a ser uma prova modelo, do agrado de pilotos, equipa, publico e de todos quantos fazem deste desporto paixão."

A estrutura da prova

Pec 1 e 2 – Marão

É um troço com 13,480 Km´s, inteiramente disputado na E.N. 15. É uma classificativa com bastante condução, muito fluida e sempre a subir ligeiramente.

Começa ao Km 74,1 (sob o viaduto da A4) e termina ao Km 87,6 da E.N. 15.

Pec 3 – Super-Especial de Amarante

É uma classificativa com uma extensão de 2,040 Km, feita a pensar no espectáculo, tendo o centro de Amarante como palco.

Começa na Rua António Carneiro, no Largo do Arquinho e segue em direcção à Rotunda da Vinha. Depois atravessa o Tâmega para a margem direita, pela Ponte Nova e termina junto à Feira, sob a mesma ponte.

Pec 4 e 6 – Baião Vida Natural

Os 10,430 Km´s desta classificativa oferecem diversas experiências de condução, com mudanças de piso e diferentes configurações de traçado.

Começa em Várzea, com um traçado bastante fluído, passando por duas aldeias e seguindo em direcção à Portela do Gozo. Encontra a E.N. 108 e segue com a magnífica paisagem do Douro, como moldura. Na localidade de Gaia vira à esquerda para a E.M. 580, por um troço com excelente piso e sempre a subir até à estrada que liga Baião a Santa Marinha do Zêzere.

Pec 5 e 7 – Teixeira e Teixeiró

Com 7,600 Km´s esta é uma classificativa curta, mas que certamente será muito selectiva.

Tem um início estreito, sinuoso e muito técnico e um final a subir, muito rápido com óptimo piso.

Pec 8 e 10 – Carvalho de Rei

A grande maioria dos 8,540 Km´s é famosa por ter sido palco de algumas das grandes disputas do Campeonato do Mundo de Ralis.

O início é o mesmo da classificativa do Rali de Portugal, que agora recebeu um piso de asfalto. Assim, a classificativa começa com um traçado espectacular, a subir até Travanca do Monte. Depois entre em planalto com traçado rápido e após passar Carvalho de Rei, começa a descer até São Simão. Pelo meio tem ainda duas secções em empedrado, que certamente vão fazer aumentar o espectáculo e o final será certamente bastante exigente para os travões e como tal, a prometer emoção.

Pec 9 e 11 – Rota do Vinho Verde

Para fechar com chave de ouro, os 12,440 Km´s da Rota do Vinho Verde prometem o troço mais técnico e mais exigente da prova.

É uma classificativa estreita, com alternância de ritmos de andamento. Tem uma subida que mais parece uma rampa, com um piso novo e em óptimo estado. Cruza três sectores de empedrado, segue-se uma descida, com uma sequência de ganchos, em direcção a Troxainho. A classificativa termina numa zona rápida, em Fregim.

Um dos pontos altos da classificativa será certamente a rotunda onde os concorrentes terão que fazer um pião, bem ao gosto do público.

Rali Amarante Baião pontua para:

Campeonato Portugal de Ralis (CPR)

Campeonato Portugal de Ralis 2WD

Campeonato Portugal de Clássicos de Ralis (CPCR)

Campeonato Portugal GT de Ralis (CPGTR)

Campeonato Portugal de Iniciados de Ralis (CPIR)

Taça FPAK de Ralis (TFR)

Campeonato Norte de Ralis (CNR)

Copa 106

Challenge 1000 cc.

armindoArmindo Araújo e Luís Ramalho terminaram o Rali Vinho Madeira na quarta posição do Campeonato de Portugal de Ralis, sexta da geral, e partem para as duas últimas provas do calendário com uma margem confortável na liderança da classificação, após um rali onde um furo comprometeu, em absoluto, a luta pela vitória e discussão dos lugares do pódio.

Depois de ter iniciado o rali na liderança e ter dominado os acontecimentos até à quinta especial de classificação, entre os concorrentes do CPR, a dupla do Hyundai i20 R5 perdeu mais de três minutos na segunda passagem por Palheiro Ferreiro, quando se viu obrigada a parar em pleno troço para mudar a roda esquerda. "Começamos bem este rali e estávamos a liderar o CPR mas acabamos por furar e perder imenso tempo a partir desse momento. Sabíamos que conseguiríamos recuperar algumas posições, mas também que dificilmente subiríamos a um lugar no pódio. Terminamos em quarto e conseguimos minimizar as perdas, numa prova onde tivemos algumas dificuldades em acertar com as afinações para os troços madeirenses e para a forma como gosto de guiar", começou por dizer Armindo Araújo no final da prova.

Em termos de campeonato, o piloto de Santo Tirso sai do Rali Vinho Madeira com 22,93 pontos de vantagem sobre Ricardo Teodósio e mais de trinta sobre José Pedro Fontes e Miguel Barbosa, quando faltam 60 pontos para disputar. "Perdemos alguns pontos, mas continuamos com uma margem interessante na liderança da classificação. Apesar de não termos alcançado o resultado que esperávamos continuamos na frente e o lote de candidatos ao título está cada vez mais reduzido. A partir de agora apenas quatro equipas podem conquistar o campeonato e estamos obviamente muito satisfeitos por sermos uma delas e a que mais perto está desse objetivo. Vamos para Amarante motivados e focados em colocar o Hyundai novamente nos primeiros lugares", disse ainda o piloto do Team Hyundai Portugal |Armindo Araújo.

teoNo ano em que Ricardo Teodósio tripula pela primeira vez um carro da categoria R5, era impensável pedir mais à equipa algarvia, que tem demonstrado uma brilhante adaptação e evolução com o Skoda Fabia R5 preparado pela ARC Sport. Depois de elevada a fasquia para lugares do pódio em todas as provas, a popular dupla do Algarve conseguiu conquistar a sua primeira vitória à geral em Castelo Branco, e assinar agora uma exibição muito positiva nas exigentes especiais de asfalto da ilha da Madeira. Um 2º lugar para as contas nacionais, foi um excelente resultado, que solidifica a 2ª posição no CPR 2018, reforçando aquilo que tem sido, uma época de sonho.

"O resultado foi de facto excelente. Queria mais, mas na Madeira não se conseguem andamentos tão eficazes como se deseja. Senti o carro melhor na parte final da prova, depois de ter sentido que o Skoda fugia um pouco de frente no inicio do rali. Se não fosse isso, poderia ter conseguido fazer ainda melhor. Nas últimas especiais fiz o melhor possível para dar espetáculo para um público fabuloso", confidenciou Ricardo Teodósio, um partidário fervoroso do tipo de condução que faz vibrar o público. Para o piloto algarvio, este acabou por ser um rali muito proveitoso: "Estou feliz com o resultado alcançado, pois ganhámos uns pontos preciosos para o CPR. Quando ainda faltam duas provas para o final, gostaria de chegar ao Algarve a tentar discutir o campeonato", desabafou o piloto.

Num rali duro e difícil, o 2º lugar acabou por ser um excelente prémio para o trabalho desenvolvido pela dupla algarvia e por toda a equipa. No final da prova, José Teixeira exibia uma expressão de felicidade, misturada com um natural e lógico cansaço. "Foi um rali muito duro e nada fácil de gerir, mas valeu a pena. Estamos cada vez mais confiantes". Tem sido assim, evoluindo de prova em prova, que Ricardo Teodósio, José Teixeira e um vasto e dedicado grupo de apoiantes alcançaram o 2º lugar do Campeonato de Portugal de Ralis, numa altura em que faltam disputar duas provas, e tudo pode ainda ser possível.

camachoCom uma exibição notável e avassaladora, Alexandre Camacho foi o piloto da primeira etapa do Rali Vinho Madeira. Ao volante de um Skoda Fabia R5 (que alguns dizem não ser o carro ideal para asfalto), Camacho venceu quase todas as especiais do dia e esteve sempre no comando dos acontecimentos, mesmo quando o terreno poderia favorecer os seus adversários.

Para já o único piloto que andou que andou perto de Camacho foi Miguel Nunes, tendo com o seu Citroen DS3 pressionar o líder, mas a verdade é que apenas por uma vez conseguiu bater o seu adversário, o que foi demasiado pouco para quem ambicionava andar mais próximo da liderança.

Pelo caminho ficou João Silva, que era terceiro classificado quando desistiu por despiste no 5º troço, que levou piloto e navegador ao hospital por precaução, ficando assim fora da luta pela vitória e pelas contas do Campeonato da Madeira.

O segundo pelotão foi preenchido pelos pilotos que estão interessados no Campeonato de Portugal de Ralis. Armindo Araújo (primeiro líder da prova) foi o mais rápido dos "nacionais" até à problemática 5ª especial, altura em que um furo o fez perder 3 minutos e com isso baixou diversas posições (5º no CPR).

José Pedro Fontes confirmou a prestação de Castelo Branco com o Citroen C3 R5, passando desde o quinto troço a ser consistentemente o mais rápido dos concorrentes do CPR e fixando-se no terceiro lugar da geral, numa posição em que está isolado e muito confortável.

Numa luta entre Skoda´s, Miguel Barbosa e Ricardo Teodósio passaram o dia muito próximos na classificação, com ambos a trocarem de lugar algumas vezes, com a vantagem no final do dia a ir para o piloto de Cascais que assumiu o quarto lugar da geral e 2º no CPR, logo seguido pelo piloto algarvio.

Referência ainda para o despiste de Pedro Meireles, numa prova em que esteve um pouco longe dos primeiros pilotos do CPR.

Nas contas das duas rodas motrizes do CPR, o estreante Miguel Correia, no Clio R3, lidera os acontecimentos, depois de beneficiar de um furo no Citroen DS3 de Paulo Neto (na 8º especial) que comandou a prova até essa altura.

Nota negativa para Giandomenico Basso que não passou sequer do segundo troço do rali com a transmissão partida do Hyundai, estando por isso longe de ser protagonista desta prova como se esperava.

Destaque ainda para as 24 desistência no pelotão, um número elevado de abandonos.

LÍDERES SUCESSIVOS

Armindo Aráujo (Pec 1); Alexandre Camacho (Pec 2 a 11)

VENCEDORES DE TROÇOS

Armindo Aráujo (1); Alexandre Camacho (9); Miguel Nunes (1)

CLASSIFICAÇÃO PRIMEIRO DIA
VINHOMADICLAS18

 

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