faceralis

 

posvendaclick

CPR

miguel copyNa sua época de estreia com o Ford Fiesta R5, Miguel Correia e o navegador Pedro Alves cumpriram os objetivos que tinham delineado para a terceira prova do Campeonato de Portugal de Ralis. O top 8 da geral e a experiência acumulada nos exigentes troços de terra de Mortágua deixam o jovem piloto de Braga confiante para o futuro.

Chegado ao Rali de Mortágua no top 5 do CPR na sua primeira época ao volante de um R5, Miguel Correia é já apontado como uma das grandes surpresas do principal escalão dos ralis nacionais em 2019, onde o piloto bracarense tem evoluído o seu andamento sem cometer erros. Uma tendência que se manteve no Rali de Mortágua, habitualmente caracterizado pela dureza das suas especiais de terra, mas onde Miguel Correia voltou a mostrar-se muito consistente e imune a erros, terminando no 8.º lugar da geral.

"Esta é uma prova difícil para toda a gente, até para os pilotos que já disputaram o rali várias vezes", começou por referir Miguel Correia. "Os troços são mesmo muito duros, principalmente nas segundas passagens, mas felizmente conseguimos evitar os furos, terminar o rali e ganhar ainda mais confiança e experiência com o carro. Nesta época é muito importante acumularmos quilómetros em diferentes condições, para aprendermos todas as reações do carro e sabermos como e quando atacar. Mortágua foi mais uma etapa importante nesta aprendizagem. Como sempre, quero agradecer o apoio dos nossos patrocinadores, em especial da Socicorreia, da minha família e amigos, e todo o empenho e profissionalismo da equipa ARC Sport, que está de parabéns por mais uma vitória no CPR", afirmou o piloto navegado por Pedro Alves.

A dupla do Ford Fiesta R5 fará agora um interregno até aos dias 22 e 23 de junho, regressando no Rali de Castelo Branco, prova que marca o início da fase de asfalto do CPR.

gilDepois da vitória nos Açores, Gil Antunes e Diogo Correia voltaram a sair na mó de cima no Rali de Mortágua, ao alcançarem o segundo lugar no Campeonato de Portugal de Ralis Duas Rodas Motrizes. Começaram por liderar o rali, no primeiro dia, mas as três superespeciais foram apenas um aperitivo para um segundo de prova que se adivinhava difícil. Ainda para mais, quando a dupla era responsável por abrir a estrada, uma tarefa ainda mais complicada quando se tratam de troços de terra e, por isso, muito sujos na fase inicial. “Mas não baixamos os braços, sabiamos que ia ser uma tarafa árdua, no entanto tentamos entrar com uma atitude positiva e com a vontade de vencer em alta”, disse piloto.

Apesar dos esforços, e de manterem uma toada no limite, Gil Antunes e Diogo Correia acabaram por cair até ao segundo posto. No final da manhã, na paragem para a assistência, optaram por não arriscar porque, depois da desistência em Fafe, não há margem para erros. Como a subida ao primeiro lugar era difícil, optaram por se resguardar e assegurar o segundo posto, que lhes permitiu ascender à mesma posição na tabela classificativa do campeonato. O navegador acrescentou que “o objetivo principal foi cumprido: amealhar pontos e manter acesa a luta pelo título de campeões. Estamos ainda mais entusiasmados com a restante temporada”.

Há pelo menos quatro pilotos na luta pelo cobiçado troféu mas “é assim que gostamos que a competição seja, com concorrentes fortíssimos que não nos permitam descansar nem perder a concentração por um segundo”, terminou o piloto.

A próxima ronda do Campeonato de Portugal de Ralis discute-se no Vodafone Rally de Portugal, mas, este ano, a dupla escolheu deixar essa prova de fora. Quer isto dizer que volta em Castelo Branco e, por isso, já na fase de asfalto. Será assim uma oportunidade de preparar bem a segunda metade da época, com cinco provas nesse tipo de piso.

jpfposmort19Mostrou-se por demais inglório o acidente que definiu o final de prova José Pedro Fontes e Inês Fontes. Aconteceu no penúltimo troço, numa altura em que a dupla do C3 R5 do Citroën Vodafone Team defendia a liderança que detinha à entrada da ultima secção do Rali de Mortágua, impedindo a equipa de alcançar uma vitória que seria sua por direito, tal a demonstração de poder exercida nos troços da tarde de hoje.

"Tudo aconteceu na fase final do troço, numa zona que nem identificámos como perigosa, apesar de rápida e estretia. Num ressalto a traseira do carro escorregou e embateu com alguma violência, impedindo-nos de continuar em prova. È verdade que o desfecho foi negativo, mas não posso deixar de sublinhar a excelente performance que rubricámos e que tinham tudo para ser materializada num triunfo. Estou triste, mas não desanimado. Acho que temos condições para voltar a andar a este ritmo e lutar pela vitória em qualquer das provas que temos pela frente. Lamento o sucedido em boa parte por não poder dar à minha equipa um triunfo que parecia certo. Resta-me dar os parabéns ao vencedor e iniciar já a preparação do Vodafone Rally de Portugal. ", explicou José Pedro Fontes, ele que, tal como a sua navegadora Inês Ponte saíram ilesos de um acidente, que danificou apenas o C3 R5.

No que se refere ao rali, "depois das Super Especiais de ontem, troços com características muito próprias, o dia de hoje teve duas fases distintas: uma de manhã, em que os troços estavam muito duros, com muita pedra solta, o que degradou um pouco os nossos pneus, não nos permitindo chegar tão longe quanto queríamos, e outra de tarde em que, com uma melhor escolha de pneus, conseguimos impor as valências do nosso C3 R5. Vencemos 4 troços e preparávamo-nos para vencer o rali, só que o destino assim não quis..."

 

etoaposmorPaulo Neto / Vitor Hugo foram obrigados a desistir no decorrer do Rali de Mortágua quando lutavam por um resultado que lhes poderia permitir ascender à liderança do Campeonato de Portugal de Ralis de 2RM.

A desistência no decorrer da 9ª especial de classificação do Rali de Mortágua foi muito inglória para a dupla Paulo Neto / Vitor Hugo. Quando lutavam abertamente pelo segundo lugar nas duas rodas motrizes um problema com a bomba de água deixou o Citroen DS3 R3T Max parado, obrigando à desistência.

"Não tivemos um início de rali fácil. Perdemos muito tempo nas super-especiais em Águeda e em Mortágua, ambas disputadas em asfalto e com pouca quilometragem, onde não quisemos também arriscar nada. A verdade é que partimos para o segundo dia já com um atraso grande face aquilo que era a nossa expetativa. Mesmo assim, e já com os troços em terra conseguimos ser regularmente competitivos e isso permitiu-nos entrar na discussão do segundo lugar nas duas rodas motrizes", afirma Paulo Neto, dizendo que "pouco a pouco fomos recuperando tempo e à entrada da nona especial de classificação estávamos a 3 segundos do segundo lugar, pelo que tínhamos que manter o nosso ritmo e a nossa concentração para tentarmos alcançar o segundo lugar. Porém, uma avaria com o Citroen deixou-nos parados e sem quaisquer hipóteses de continuar na prova, deitando literalmente por terra um resultado que era muito importante em termos de classificação no campeonato".

Depois do Rali de Mortágua, Paulo Neto referiu ainda que "vamos agora avaliar qual será a nossa próxima prova. Como afirmamos no início do ano a nossa temporada será decidida prova a prova. Não foi o resultado que queríamos em Mortágua, mas os ralis são mesmo assim e por isso só nos resta esperar que a sorte regresse já no próximo rali em que estivermos presentes".

A Paulo Neto Sport conta com a assistência técnica da P&B Racing e dos parceiros Weber, Baxi, Dominó, Listor, Italbox, Quantinfor, Total, Vitarte, Banhoazis, Peçintra e Cision, para esta temporada no Campeonato de Portugal de Ralis.

armmorArmindo Araújo e Luís Ramalho voltaram a subir ao pódio no Rali de Mortágua, ao terminarem a edição 2019 da prova organizada pelo Clube Automóvel do Centro na segunda posição da geral.

Numa prova extremamente disputada, os campeões nacionais foram uma das equipas que se intrometeu na luta pela vitória até à derradeira especial de classificação, terminando a menos de dez segundos dos vencedores. "Foi um rali muito disputado e onde quatro equipas conseguiram manter a incerteza quanto ao vencedor até final. Conseguimos um bom resultado em termos de campeonato e isso é importante. Logicamente que gostaríamos de ter repetido a vitória nesta prova, mas os nossos adversários estiveram um pouco melhor hoje", começou por dizer Armindo Araújo.

Com duas provas disputadas e ainda seis para disputar, a dupla do Hyundai i20 R5 regressará no final do mês de Maio ao activo aquando a realização do Rali de Portugal. "Vamos começar a preparar o próximo rali e trabalhar para que possamos estar ainda mais fortes", concluiu o piloto de Santo Tirso.

O Rali de Portugal será a terceira prova pontuável para o Team Hyundai Portugal | Armindo Araújo e vai para a estrada entre os dias 30 de Maio e 2 de Junho

RALIS ONLINE TV

RALIS ONLINE TV 2