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ricadoteocbRicardo Teodósio e José Teixeira abrem a fase de asfalto do Campeonato de Portugal de Ralis como líderes absolutos da competição. Dupla do Skoda Fabia R5 venceu em Castelo Branco em 2018 e volta a apostar na luta pela vitória no próximo fim de semana.

Quinta prova da temporada, o Rali de Castelo Branco é um evento que traz boas recordações a Ricardo Teodósio, que venceu a prova albicastrense em 2018 ao volante do Skoda Fabia R5. Uma performance que abre boas perspetivas ao atual líder do CPR, embora o percurso do rali tenha sido completamente reformulado para este ano.

"Estamos muito motivados para o início da fase de asfalto e o Rali de Castelo Branco pode ser um ponto importante na nossa época", afirmou o piloto da Guia. "Depois da fase de terra, vamos testar esta segunda-feira no asfalto e tentar encontrar um bom set up, já que o campeonato deste ano está muito competitivo e é importante estarmos confiantes no carro para atacar. Estou convencido que estaremos novamente na luta pela vitória", concluiu Ricardo Teodósio, que este ano já venceu o Rali Serras de Fafe e o Rali de Mortágua, além de ter obtido mais dois pódios do CPR nos Açores e no Rali de Portugal.

José Teixeira explicou que "este Rali de Castelo Branco deverá ter um percurso completamente diferente do de 2018, embora deva ser o rali mais rápido da época. Vamos fazer um teste na segunda-feira e depois é importante fazer um bom trabalho nos reconhecimentos da prova, para chegarmos ao rali confiantes e bem preparados. O nosso grande objetivo é reforçar o comando do CPR em Castelo Branco", referiu o navegador algarvio.

almeidacb19O piloto famalicense Pedro Almeida e o navegador Nuno almeida vão estar no Rali de Castelo Branco, prova do Campeonato de Portugal de Ralis, a realizar nos dias 22 e 23 de junho.

Esta é a primeira prova do campeonato em asfalto e a equipa está a preparar com afinco a nova fase da temporada. "Há um conjunto de alterações a fazer no Skoda Fabia R5 para a nova fase de asfalto, nomeadamente na suspensão, travões, pneus ou diferencial, e vamos procurar encontrar a melhor combinação para este rali. Além das mudanças no carro temos de mudar um pouco o estilo de condição, mas trazemos os indicadores da temporada passa em que nos adaptamos bem ao andamento e os resultados conseguidos trazem-nos expectativas positivas", começou por salientar o piloto, que esta semana vai realizar os testes de adaptação ao carro.

"Terminamos a fase de terra com o nosso melhor resultado, um quarto lugar no campeonato no Rally de Portugal, sinal de que fizemos um percurso em evolução. Queremos manter este registo para a fase de asfalto que temos pela frente para manter a competitividade demonstrada desde o início do ano".

O Rali de Castelo Branco começa no sábado, 22 de junho, com as primeiras cinco das dez especiais de classificação que compõe a prova. No total são quase 129 quilómetros cronometrados.

"Iremos fazer os necessários reconhecimentos nos dias que antecedem o rali, é uma prova com especiais de classificação novas, percebemos da apresentação feita que o rali vai ser muito rápido, exigente na condução, e estamos convictos de muita disputa ao segundo. Vamos procurar preparar-nos para a exigência e somar pontos para o campeonato" rematou o piloto.

Pedro Almeida e Nuno Almeida ocupam nesta altura o sexto lugar do Campeonato de Portugal de Ralis com 32 pontos.

hugoApós três épocas de enorme sucesso em dois dos mais relevantes Troféus da Velocidade Nacional, sagrando-se campeão do atual Super Seven by Toyo Tires e do Kia Picanto GT Cup entre 2016 e 2018, o bracarense Hugo Araújo prepara-se para dar mais um salto no seu ainda curto percurso desportivo e abraçar um novo desafio no entusiasmante Campeonato de Portugal de Ralis (CPR).

Novamente ao volante do Kia Picanto GT Cup com que, na época transata, se sagrou campeão do Troféu monomarca com o mesmo nome, o piloto de Braga contará com assistência da CRM Motorsport e terá pela primeira vez na carreira a companhia de um navegador na figura do marinhense Fernando Miguel, a quem agradece "a confiança depositada e a disponibilidade para, a seu tempo, materializar resultados".

Com experiência nos ralis e no todo-o-terreno, o co-piloto de 46 anos reconhece, por sua vez, em Hugo Araújo "um piloto rapidíssimo e com enorme vontade de aprender. Cabe-me agora ajudá-lo a ganhar velocidade nos ralis e instruí-lo a adaptar o ritmo conforme as situações do piso", assegura.

ESTREIA EM CASTELO BRANCO

Tendo já iniciado um forte ritmo de trabalho com vista ao entrosamento e aclimatização a uma disciplina "totalmente distinta" daquilo a que está habituado, Hugo Araújo revela que a estreia competitiva terá lugar no fim-de-semana de 22 e 23 de Junho, por ocasião do Rali de Castelo Branco — palco da primeira prova de asfalto do CPR.

Inscrito na categoria RC5, onde ambiciona "acumular quilómetros e terminar esta primeira prova", o piloto bracarense volta a contar com o incansável apoio dos seus parceiros naquele que considera ser "o maior desafio" da sua carreira, mas também de novas empresas que não quiseram ficar de fora deste projeto.

Aos patrocinadores de renome na figura do Grupo Copefi, GVB, Tudor, Cardan, Mr Pizza e U-Fit juntam-se parceiros como a Toyo Tires, Trama Arquitetos, RVP - Construção e Engenharia, N. Houses, IQV Matholding Group, Spiral Energy Graphics, Bracardox, Renarferbet, Nuno Santos Racing Coach e Pépé Racing Design — "marcas cujo apoio muito me orgulha e a quem espero dar o máximo retorno, com bons resultados no plano desportivo e um papel extremamente ativo nas redes sociais e nos mais variados suportes de comunicação", salienta.

ESPETÁCULO E COMPROMISSO
Num momento em que o CPR permite, pela primeira vez na sua história, a eleição de um número fixo para todas as provas, seguindo o exemplo do Campeonato do Mundo, Hugo Araújo revela ainda a escolha pelo nº 32 que figurará no seu Kia Picanto GT Cup em 2019 e os motivos para a enorme família dos ralis acompanharem o seu projeto ao longo da temporada.

"Quem me conhece sabe que tenho uma relação muito especial com o nº 23, que é o dia do meu nascimento e do meu filho Martim, mas também com o nº 99 — com o qual me sagrei campeão no atual Super Seven by Toyo Tires e no Kia Picanto GT Cup. No entanto, considerei que um desafio desta magnitude neste momento da minha carreira necessitava de uma quebra com o passado e foco total no futuro, e daí a escolha pelo nº 32, que na verdade não deixa ser um 23 invertido!", revelou, bem-disposto.

"Todos na Montanha e Velocidade reconhecem a minha persistência e espírito de combate, e são essas as qualidades que quero transmitir à fantástica moldura humana que acompanha o Campeonato de Portugal de Ralis! Mais do que espetáculo na estrada, os fãs podem esperar compromisso e um conjunto de iniciativas diferenciadoras que temos vindo a preparar com os nossos parceiros", concluiu.

Para Tiago Raposo Magalhães, a estreia de Hugo Araújo no CPR assume contornos especiais por diversos motivos:

"Há muito que o Hugo nos tem deixado a todos surpreendidos com o seu trajeto. O sucesso alcançado faz com que por vezes nos esqueçamos de que é um piloto que passou do virtual para o real com 30 anos de idade, após um percurso brilhante na GT Academy, e que em 2019 iniciará apenas a 7ª época da sua curta carreira desportiva, numa nova disciplina e ao volante de um carro com 7 anos de garantia", começou por dizer.

"Apesar das dificuldades inerentes a qualquer projeto de quem se encontra em início de atividade, conta com três títulos de campeão em carros preparados pela CRM Motorsport e múltiplos triunfos em provas de Montanha e Velocidade. Daí ser com dupla satisfação que apadrinhamos agora a sua estreia no Campeonato de Portugal de Ralis a bordo do Kia Picanto GT Cup desenvolvido em parceria com a Kia Portugal".

Descrevendo esta presença como uma "excelente notícia para o CPR", o responsável da CRM Motorsport está de acordo com as expectativas traçadas para este primeiro ano na modalidade:

"É um ano zero, no sentido em que tudo é novo para o Hugo. Condução em estrada aberta, notas, navegador, afinações. No entanto, tanto a CRM Motorsport como os parceiros envolvidos reconhecem as capacidades do piloto e do seu navegador, bem como do carro que têm em mãos — vencedor de três ralis da categoria RC5 na época transata e que, em 2019, recebeu novas evoluções que o deixam ainda mais competitivo, sem comprometer a sua enorme fiabilidade".

Confiante nas prestações da dupla, a Toyo Tires irá fornecer os pneus que serão utilizados pelo duo Hugo Araújo/Fernando Miguel nas quatro provas do Campeonato de Portugal de Ralis em que irão participar em 2019.

"Homologados para o Campeonato de Portugal de Ralis, e com provas dadas em 2018, os pneus da Toyo Tires são um produto de performance comprovada que nos irá ajudar na obtenção dos nossos objetivos. Quero agradecer novamente à Dispnal Pneus, seu distribuidor em Portugal, pela aposta feita e confiança depositada", conclui Tiago Raposo Magalhães.

 

rafalecbCastelo Branco acolhe já no próximo fim-de-semana a primeira prova de asfalto da temporada, momento que marca o regresso de Rafael Cardeira às emoções do Campeonato de Portugal de Ralis, aos comandos do novíssimo Renault Clio R3T. Depois dos títulos alcançados na classe RC5, o piloto do Sporting Clube de Portugal apostou em 2019 na categoria RC3, onde irá procurar os melhores resultados, numa temporada em que o mais importante passará pela adaptação à nova viatura.

As naturais dificuldades que irá encontrar neste regresso à competição não tiram o animo ao piloto da Marinha Grande que se mostra muito motivado para a sua primeira prova da temporada. "Neste primeiro rali da temporada procuro três coisas fundamentais: somar o maior número de quilómetros em competição para que possa continuar a evoluir e a melhorar a adaptação ao carro, perceber, durante as primeiras especiais da prova, onde nos posicionamos em relação à concorrência e por fim lutar por uma posição final nos três primeiros classificados entre os RC3. Sabemos que a nossa concorrência tem mais experiência com estas viaturas, mas isso até acaba por nos libertar alguma pressão", explicou o piloto que irá continuar a contar com André Couceiro como navegador.

Depois dos primeiros quilómetros de testes que serviram essencialmente para Rafael Cardeira perceber melhor a nova viatura, segue-se o primeiro desafio em competição. Apesar de já ter participado por diversas vezes no Rali de Castelo Branco, a prova conta em 2019 com um traçado completamente renovado e o piloto vê nisso uma oportunidade:

"Com a aquisição do Renault Clio R3T subimos duas categorias no Campeonato de Portugal de Ralis, militando agora na classe RC3 e lutando pela classificação geral das Duas Rodas Motorizes. Temos vindo a fazer um trabalho de adaptação à nova viatura para encontrar o melhor setup que me permita uma rápida aprendizagem. As nossas sessões de testes foram bastante positivas e consegui encontrar um compromisso que me deixa confortável para a minha primeira prova do campeonato. Apesar de já ter participado várias vezes neste rali, a organização decidiu em 2019 renovar o traçado da prova e isso pode ser positivo para nós, uma vez que, pelo menos no que toca ao conhecimento do traçado, partimos ao mesmo nível que a nossa concorrência", destacou.

ricLíderes do Campeonato de Portugal de Ralis após três provas, Ricardo Teodósio e o navegador José Teixeira querem reforçar essa posição na prova mais mediática do calendário: o Vodafone Rali de Portugal. Dupla do Skoda Fabia R5 está motivada pelas vitórias em Fafe e Mortágua.

O triunfo no último Rali de Mortágua recolocou Ricardo Teodósio no comando do Campeonato de Portugal de Ralis, com um total de 70,68 pontos. O popular piloto da Guia tem conseguido aliar a sua conhecida rapidez e espetacularidade à sempre necessária consistência de bons resultados, algo que quer manter no 'mundialista' Vodafone Rali de Portugal, por entre as estrelas do WRC.

"Sabemos que, depois de termos ganho dois dos três primeiros ralis, a pressão está do lado dos nossos adversários. Eles é que têm de atacar e nós vamos para o Rali de Portugal focados em conseguir mais uma pontuação importante para o nosso campeonato, mesmo que não seja a vitória. Este é um rali duríssimo e imprevisível, não só pela extensão da prova, com mais de 170 kms de troços cronometrados no CPR, mas também porque os troços têm sempre muitas armadilhas, principalmente nas segundas passagens. Toda a equipa está motivada e a fazer um excelente trabalho, por isso queremos continuar este bom momento", afirmou o piloto algarvio.

José Teixeira é outra peça fundamental para o sucesso da equipa e também acredita que o Rali de Portugal é um desafio exigente: "Para as equipas do CPR, o Rali de Portugal é uma prova onde é preciso saber gerir as circunstâncias de forma inteligente. O rali é longo e duro, embora todos estejamos na expectativa em relação aos troços de sexta-feira, na região Centro. Vamos dar o nosso melhor até ao final da manhã de sábado, visto que o nosso grande objetivo é concluir a prova do CPR num dos primeiros lugares", referiu José Teixeira.

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